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"Ao dar testemunho de santidade o líder está no caminho do discipulado, da imitação e do seguimento de Jesus", afirma o arcebispo de Londrina.
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29 de Julho de 2013 / 0 Comentários
 
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Londrina (Segunda-Feira, 29/07/2013, Gaudium Press) O mais recente artigo de dom Orlando Brandes, arcebispo de Londrina, no Estado do Paraná, tem como título "Nossa lideranças". No texto, o prelado afirma que as paróquias, movimentos e pastorais subsistem graças à liderança, e coordenação de pessoas que são animadoras, coordenadoras, propulsoras das forças vivas da Igreja, sob a presidência do pároco.

De acordo com o arcebispo, torna-se cada vez mais urgente e necessário oferecer formação para as lideranças, inclusive sobre a importância da rotatividade e do desapego ao cargo. Para ele, é preciso Lembrar que estamos refletindo sobre pessoas que exercem trabalho, coordenação e animação na Igreja.

"Os leigos têm cidadania na igreja por força do batismo. São questão fundamental a importância das lideranças, sua rotatividade e a necessidade de preparar novos líderes. São corresponsáveis na edificação da Igreja através da comunhão e participação. Exercer o cargo é serviço", sublinha.

Dom Orlando enfatiza que as lideranças são chamadas por Deus, reconhecidas pelo pároco e pela Igreja, para servir o povo. Ele recorda do apóstolo Paulo, que via em seus colaboradores pessoas amadas de Deus, eleitas, escolhidas. Assim, segundo o prelado, todo trabalho de uma liderança é para a glória de Deus e a salvação do mundo.

"É um serviço que tem como razão última, o amor de Deus, a fé, a graça batismal que transforma os batizados em filhos de Deus, verdadeiros sacerdotes, profetas e pastores (reis) que é o sacerdócio batismal. Eis a dignidade dos leigos e leigas dentre os quais nascem as lideranças. Um líder é pessoa de Deus engajada na comunidade com três qualidades: fé, competência e humanismo", afirma.

Para o arcebispo, coordenar, ser liderança, trabalhar na Igreja é uma questão de fé e de amor a Deus e ao povo e, portanto, exercer liderança na comunidade eclesial é um autêntico lava-pés, uma ação sagrada que anima, organiza, coordena a pastoral, a comunidade eclesial, os setores da evangelização. Dom Orlando ressalta que um líder na Bíblia é um semeador, um pescador, um servidor, um pastor, um educador, um animador, e age voluntariamente, com fé, com competência e com o coração.

"Liderar é um ato de evangelização, é uma missão, um ministério, uma responsabilidade, um serviço. Para tão alta missão, uma liderança precisa ser bem preparada, conhecer as estruturas da Igreja e ter condições humanas, pastorais, morais e espirituais para assumir este encargo. Uma liderança age em Cristo, em nome da Igreja e em favor do povo. Assim saberá colocar Deus e sua graça em primeiro lugar e aprimorar o seu próprio ego."

Do ponto de vista humano, avalia o arcebispo de Londrina, uma liderança deve ter "três coragens": para atuar, perseverar e ser exemplo para os outros. Lembrando que a coragem de atuar significa ter pé no chão, objetivos claros, não se omitir, concretizar, fazer acontecer na prática as ideias, os planos, as esperanças e os objetivos.

Outra questão essencial é a coragem de perseverar, analisa o prelado, que ainda destaca que um líder não pode ser inseguro, indeciso, omisso e negligente. De acordo com ele, para perseverar precisa do esforço, da criatividade, da fortaleza, da positividade, do entusiasmo, da fé em seu trabalho e missão. "Não se deixa amedrontar pelas preocupações, mas, enfoca as soluções, não desiste na dificuldade e coloca sua esperança na graça de Deus", completa.

Por fim, dom Orlando afirma que a coragem de ser exemplo para os outros significa, ser testemunha, praticar o que exige dos outros, ter coerência entre o que diz e faz, pois é assim que o líder atrai os outros a colaborar. Para ele, o exemplo do líder arrasta, cativa, convence, comove, motiva os outros. Ser testemunha é agir com coerência e transparência, pois o mundo não acredita nos mestres, mas, deixa-se fascinar pelos que dão testemunho.

"Ser testemunha é fazer o que dizemos praticar o que ensinamos realizar o que pregamos. O líder é o primeiro a fazer o que ensina, sua palavra se comprova no seu jeito de ser, agir, de viver. É um mestre não de teorias, mas, de práticas, vivências, exemplos. Jesus convida seus ouvintes, a seguir seu jeito de ser, suas atitudes, seu testemunho. Ao dar testemunho de santidade o líder está no caminho do discipulado, da imitação e do seguimento de Jesus", conclui. (FB)

 

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"Ao dar testemunho de santidade o líder está no caminho do discipulado, da imitação e do seguimento de Jesus", afirma o arcebispo de Londrina.

Londrina (Segunda-Feira, 29/07/2013, Gaudium Press) O mais recente artigo de dom Orlando Brandes, arcebispo de Londrina, no Estado do Paraná, tem como título "Nossa lideranças". No texto, o prelado afirma que as paróquias, movimentos e pastorais subsistem graças à liderança, e coordenação de pessoas que são animadoras, coordenadoras, propulsoras das forças vivas da Igreja, sob a presidência do pároco.

De acordo com o arcebispo, torna-se cada vez mais urgente e necessário oferecer formação para as lideranças, inclusive sobre a importância da rotatividade e do desapego ao cargo. Para ele, é preciso Lembrar que estamos refletindo sobre pessoas que exercem trabalho, coordenação e animação na Igreja.

"Os leigos têm cidadania na igreja por força do batismo. São questão fundamental a importância das lideranças, sua rotatividade e a necessidade de preparar novos líderes. São corresponsáveis na edificação da Igreja através da comunhão e participação. Exercer o cargo é serviço", sublinha.

Dom Orlando enfatiza que as lideranças são chamadas por Deus, reconhecidas pelo pároco e pela Igreja, para servir o povo. Ele recorda do apóstolo Paulo, que via em seus colaboradores pessoas amadas de Deus, eleitas, escolhidas. Assim, segundo o prelado, todo trabalho de uma liderança é para a glória de Deus e a salvação do mundo.

"É um serviço que tem como razão última, o amor de Deus, a fé, a graça batismal que transforma os batizados em filhos de Deus, verdadeiros sacerdotes, profetas e pastores (reis) que é o sacerdócio batismal. Eis a dignidade dos leigos e leigas dentre os quais nascem as lideranças. Um líder é pessoa de Deus engajada na comunidade com três qualidades: fé, competência e humanismo", afirma.

Para o arcebispo, coordenar, ser liderança, trabalhar na Igreja é uma questão de fé e de amor a Deus e ao povo e, portanto, exercer liderança na comunidade eclesial é um autêntico lava-pés, uma ação sagrada que anima, organiza, coordena a pastoral, a comunidade eclesial, os setores da evangelização. Dom Orlando ressalta que um líder na Bíblia é um semeador, um pescador, um servidor, um pastor, um educador, um animador, e age voluntariamente, com fé, com competência e com o coração.

"Liderar é um ato de evangelização, é uma missão, um ministério, uma responsabilidade, um serviço. Para tão alta missão, uma liderança precisa ser bem preparada, conhecer as estruturas da Igreja e ter condições humanas, pastorais, morais e espirituais para assumir este encargo. Uma liderança age em Cristo, em nome da Igreja e em favor do povo. Assim saberá colocar Deus e sua graça em primeiro lugar e aprimorar o seu próprio ego."

Do ponto de vista humano, avalia o arcebispo de Londrina, uma liderança deve ter "três coragens": para atuar, perseverar e ser exemplo para os outros. Lembrando que a coragem de atuar significa ter pé no chão, objetivos claros, não se omitir, concretizar, fazer acontecer na prática as ideias, os planos, as esperanças e os objetivos.

Outra questão essencial é a coragem de perseverar, analisa o prelado, que ainda destaca que um líder não pode ser inseguro, indeciso, omisso e negligente. De acordo com ele, para perseverar precisa do esforço, da criatividade, da fortaleza, da positividade, do entusiasmo, da fé em seu trabalho e missão. "Não se deixa amedrontar pelas preocupações, mas, enfoca as soluções, não desiste na dificuldade e coloca sua esperança na graça de Deus", completa.

Por fim, dom Orlando afirma que a coragem de ser exemplo para os outros significa, ser testemunha, praticar o que exige dos outros, ter coerência entre o que diz e faz, pois é assim que o líder atrai os outros a colaborar. Para ele, o exemplo do líder arrasta, cativa, convence, comove, motiva os outros. Ser testemunha é agir com coerência e transparência, pois o mundo não acredita nos mestres, mas, deixa-se fascinar pelos que dão testemunho.

"Ser testemunha é fazer o que dizemos praticar o que ensinamos realizar o que pregamos. O líder é o primeiro a fazer o que ensina, sua palavra se comprova no seu jeito de ser, agir, de viver. É um mestre não de teorias, mas, de práticas, vivências, exemplos. Jesus convida seus ouvintes, a seguir seu jeito de ser, suas atitudes, seu testemunho. Ao dar testemunho de santidade o líder está no caminho do discipulado, da imitação e do seguimento de Jesus", conclui. (FB)

 


 

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