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O dia em que faltaram as maçãs e nasceram as bolas de Natal
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5 de Dezembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Redação (Terça-feira, 05-12-2017, Gaudium Press) Antes das bolas de Natal surgiu a árvore.

Os romanos adornavam suas casas com ramos de abeto para comemorar ao deus Juno, coisa que faziam no solstício de inverno.

O dia em que faltaram as maçãs e nasceram as bolas de Natal 1.jpg

Já no período cristão, os ramos de abeto deram lugar a toda a árvore, árvores natalinas que recordavam as árvores do paraíso, e que estavam em coros de igrejas, mas também nos lares.

Às árvores foram se acrescentando elementos, como por exemplo a maçã vermelha que recordava a maçã do pecado, também hóstias não consagradas, doces, etc.

Mas ocorreu que um dia, no inverno de 1858, na cidade de Lorena francesa de Goetzenbruck, a colheita de maçãs foi muito pobre e com isso as árvores natalinas não puderam ver assim seus ramos decorados. Bendita má colheita!

Acontece que Goetzenbruck era um lugar de sopradores de vidro. Desde 1721 existia ali uma fábrica de vidro especializada na elaboração de vidro para relógios, fabricação que deu origem a cristaleiras menores. Quando acabaram as maçãs, um vidraceiro hoje desconhecido quis consolar as crianças com algo que se tornou mais lindo que o belo fruto vermelho: o inspirado vidraceiro tomou um pedaço de vidro, o soprou (técnica usada então, e ainda hoje em dia em muitos lugares) e formou a primeira linda e germinativa bola de Natal.

O dia em que faltaram as maçãs e nasceram as bolas de Natal2.jpg

A grande fábrica de vidro achou que a ideia, além de bela, poderia ser comercial, e rapidamente começou uma produção que chegou até as 250.000 bolas por ano.

Hoje, apesar da produção industrial das bolinhas de Natal, ainda é apreciada a fábrica de bolas artesanais e originais.

Nessa região, em Meisenthal, uma fábrica de vidro de forno abriu sua produção em 1999 para a produção de bolas de Natal. (EPC)


Com informações da Aletéia.

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O dia em que faltaram as maçãs e nasceram as bolas de Natal

Redação (Terça-feira, 05-12-2017, Gaudium Press) Antes das bolas de Natal surgiu a árvore.

Os romanos adornavam suas casas com ramos de abeto para comemorar ao deus Juno, coisa que faziam no solstício de inverno.

O dia em que faltaram as maçãs e nasceram as bolas de Natal 1.jpg

Já no período cristão, os ramos de abeto deram lugar a toda a árvore, árvores natalinas que recordavam as árvores do paraíso, e que estavam em coros de igrejas, mas também nos lares.

Às árvores foram se acrescentando elementos, como por exemplo a maçã vermelha que recordava a maçã do pecado, também hóstias não consagradas, doces, etc.

Mas ocorreu que um dia, no inverno de 1858, na cidade de Lorena francesa de Goetzenbruck, a colheita de maçãs foi muito pobre e com isso as árvores natalinas não puderam ver assim seus ramos decorados. Bendita má colheita!

Acontece que Goetzenbruck era um lugar de sopradores de vidro. Desde 1721 existia ali uma fábrica de vidro especializada na elaboração de vidro para relógios, fabricação que deu origem a cristaleiras menores. Quando acabaram as maçãs, um vidraceiro hoje desconhecido quis consolar as crianças com algo que se tornou mais lindo que o belo fruto vermelho: o inspirado vidraceiro tomou um pedaço de vidro, o soprou (técnica usada então, e ainda hoje em dia em muitos lugares) e formou a primeira linda e germinativa bola de Natal.

O dia em que faltaram as maçãs e nasceram as bolas de Natal2.jpg

A grande fábrica de vidro achou que a ideia, além de bela, poderia ser comercial, e rapidamente começou uma produção que chegou até as 250.000 bolas por ano.

Hoje, apesar da produção industrial das bolinhas de Natal, ainda é apreciada a fábrica de bolas artesanais e originais.

Nessa região, em Meisenthal, uma fábrica de vidro de forno abriu sua produção em 1999 para a produção de bolas de Natal. (EPC)


Com informações da Aletéia.

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/91644-O-dia-em-que-faltaram-as-macas-e-nasceram-as-bolas-de-Natal. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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