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“Os confessores não fazem barulho, mas milagres”, afirma o Cardeal Piacenza
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6 de Dezembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 06-12-2017, Gaudium Press) O Cardeal Mauro Piacenza, Penitenciário Maior da Santa Sé, escreveu uma carta aos sacerdotes na qual exalta as bondades do Sacramento da Penitência, por ocasião do início do Advento, dedicado à preparação espiritual para comemorar o nascimento de Jesus Cristo e esperar seu retorno glorioso. "Seu ministério, queridos amigos e Confessores, não faz barulho, mas milagres", indicou o purpurado, que destacou o fato de que a Confissão não apenas perdoa os pecados, mas também os leva até o caminho da santidade e exige dos sacerdotes um ministério de guia, ensinamento e acompanhamento.

Os confessores não fazem barulho, mas milagres, afirma o Cardeal Piacenza.jpg
"Chegando ao final deste Ano Litúrgico, a sabedoria da Igreja, com a qual Deus, imutável e eterno, 'marca os ritmos do mundo, os dias, os séculos e o tempo', nos levou a confessar e celebrar a Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo", iniciou o Cardeal em sua missiva. O Penitenciário Maior recordou que a festa de Cristo Rei se refere também ao Juízo Final que aguarda a todos os homens, um conceito cada vez mais distante para uma cultura que vive no instante. O Advento assinala a essência do cristianismo: a chegada de Deus em meio de todas as pessoas. "Esta chegada entra na história em um ponto e momento muito precisos e, ao mesmo tempo, abarca todo o caminho, prolongando através dos séculos, o mistério da Igreja, para finalmente abrir toda a Criação ao dia de seu glorioso Advento".

Como parte da preparação do coração para o encontro com Deus, o Cardeal Piacenza refletiu sobre o mistério do Juízo Final, "antecipado admiravelmente a cada dia, para a salvação de todos os homens, através do Sacramento da Misericórdia". No sacramento, Cristo acompanha a cada penitente à profundidade de seu pecado "e o derrota novamente com o poder de Sua Ressurreição" para redimi-lo. O penitente reconhece a presença de Jesus no confessor e sua parte de culpa nos sofrimentos da Cruz do Salvador, e confessa e entrega ao pé da Cruz suas culpas para que sua graça batismal seja restaurada em virtude do Sangue de Cristo.

"Que imensa Graça, para quem exerce com fidelidade o ministério da Reconciliação, de poder oferecer-se ao Deus-Homem pela salvação de cada irmão, inclinando-se ternamente sobre a pobreza humana, alcançando essa periferia do pecado na qual somente Um tem a força para entrar e ver a cada um ressuscitado da indigência espiritual e imediatamente enriquecido pelo que temos como mais precioso no cristianismo: Cristo mesmo!", exclamou o Penitenciário Maior.

O purpurado expressou seu agradecimento ao trabalho das Penitenciarias das Basílicas Pontifícias e dos confessores em todo o mundo que realizam um trabalho de enorme importância. "Seu ministério, queridos amigos e Confessores, não faz barulho, mas sim milagres. Ninguém percebe, mas Deus vê e isto é o que importa", comentou o Cardeal. A cada confessor, o Penitenciário recordou que "o Sacramento da Penitência, não apenas apaga os pecados, mas deve colocar os penitentes no caminho da santidade, exercendo sobre eles de maneira apropriada, um verdadeiro ensinamento, um ministério de guia e acompanhamento".

Dom Piacenza encomendou os frutos do apostolado dos confessores ao Imaculado Coração da Santíssima Virgem Maria, desejando aos sacerdotes e penitentes, "em cujos corações fará florescer a felicidade de que o Senhor está perto, um Santo Natal". (EPC)

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Cidade do Vaticano (Quarta-feira, 06-12-2017, Gaudium Press) O Cardeal Mauro Piacenza, Penitenciário Maior da Santa Sé, escreveu uma carta aos sacerdotes na qual exalta as bondades do Sacramento da Penitência, por ocasião do início do Advento, dedicado à preparação espiritual para comemorar o nascimento de Jesus Cristo e esperar seu retorno glorioso. "Seu ministério, queridos amigos e Confessores, não faz barulho, mas milagres", indicou o purpurado, que destacou o fato de que a Confissão não apenas perdoa os pecados, mas também os leva até o caminho da santidade e exige dos sacerdotes um ministério de guia, ensinamento e acompanhamento.

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"Chegando ao final deste Ano Litúrgico, a sabedoria da Igreja, com a qual Deus, imutável e eterno, 'marca os ritmos do mundo, os dias, os séculos e o tempo', nos levou a confessar e celebrar a Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo", iniciou o Cardeal em sua missiva. O Penitenciário Maior recordou que a festa de Cristo Rei se refere também ao Juízo Final que aguarda a todos os homens, um conceito cada vez mais distante para uma cultura que vive no instante. O Advento assinala a essência do cristianismo: a chegada de Deus em meio de todas as pessoas. "Esta chegada entra na história em um ponto e momento muito precisos e, ao mesmo tempo, abarca todo o caminho, prolongando através dos séculos, o mistério da Igreja, para finalmente abrir toda a Criação ao dia de seu glorioso Advento".

Como parte da preparação do coração para o encontro com Deus, o Cardeal Piacenza refletiu sobre o mistério do Juízo Final, "antecipado admiravelmente a cada dia, para a salvação de todos os homens, através do Sacramento da Misericórdia". No sacramento, Cristo acompanha a cada penitente à profundidade de seu pecado "e o derrota novamente com o poder de Sua Ressurreição" para redimi-lo. O penitente reconhece a presença de Jesus no confessor e sua parte de culpa nos sofrimentos da Cruz do Salvador, e confessa e entrega ao pé da Cruz suas culpas para que sua graça batismal seja restaurada em virtude do Sangue de Cristo.

"Que imensa Graça, para quem exerce com fidelidade o ministério da Reconciliação, de poder oferecer-se ao Deus-Homem pela salvação de cada irmão, inclinando-se ternamente sobre a pobreza humana, alcançando essa periferia do pecado na qual somente Um tem a força para entrar e ver a cada um ressuscitado da indigência espiritual e imediatamente enriquecido pelo que temos como mais precioso no cristianismo: Cristo mesmo!", exclamou o Penitenciário Maior.

O purpurado expressou seu agradecimento ao trabalho das Penitenciarias das Basílicas Pontifícias e dos confessores em todo o mundo que realizam um trabalho de enorme importância. "Seu ministério, queridos amigos e Confessores, não faz barulho, mas sim milagres. Ninguém percebe, mas Deus vê e isto é o que importa", comentou o Cardeal. A cada confessor, o Penitenciário recordou que "o Sacramento da Penitência, não apenas apaga os pecados, mas deve colocar os penitentes no caminho da santidade, exercendo sobre eles de maneira apropriada, um verdadeiro ensinamento, um ministério de guia e acompanhamento".

Dom Piacenza encomendou os frutos do apostolado dos confessores ao Imaculado Coração da Santíssima Virgem Maria, desejando aos sacerdotes e penitentes, "em cujos corações fará florescer a felicidade de que o Senhor está perto, um Santo Natal". (EPC)


 

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