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“É urgente que falemos publicamente de Deus”, diz Cardeal na festa de São Tomás de Aquino
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29 de Janeiro de 2018 / 0 Comentários
 
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Espanha - Valência (Segunda-feira, 29-01-2018, Gaudium Press) Com uma Celebração Eucarística e um ato acadêmico presidido pelo Arcebispo de Valência, Cardeal Antonio Cañizares, a Universidade Católica de Valência (UCV), comemorou na última sexta-feira, 26 de janeiro, a festa de São Tomás de Aquino, padroeiro das escolas católicas, da educação e das universidades.

Durante a homilia, o purpurado disse que "é urgente que falemos publicamente de Deus em meio da revolução cultural de hoje, que promove uma maneira de entender o mundo sem Ele".

É urgente que falemos publicamente de Deus.jpg

Assinalou que na atualidade, "vivemos no silêncio de Deus, em tempos de indigência, como dizia o filósofo Heidegger"; onde "as mentiras ficam tranquilas e tudo isso traz como consequência a desumanização".

O Cardeal alertou sobre esses perigos, que para ele são "patentes e mortais", e estão levando a humanidade à "falência"; manifestando que o mundo de hoje "necessita imperiosamente a luminosa guia doutrinal de teólogos como São Tomás de Aquino".

Em outro momento, o também Chanceler da Universidade pediu para que Deus seja o centro da Universidade: "Ou Deus tem a ver com tudo, ou não tem nada a ver com nada. Por isso, nossa universidade tem que mostrar essa vida nova que brota do conhecimento de Deus. Mas este 'só Deus' não nos separa do mundo, pelo contrário, nos compromete com o resto dos homens e com o mundo que nos rodeia".

Expressou que "sem Deus não há respeito pelo ser humano nem à natureza", e que "não é possível devolver ao ser humano sua dignidade sem a experiência de Deus".

"A cultura da incredulidade é, por sua vez, a cultura da falta de solidariedade. Por isso necessitamos que nossa universidade fale de Deus com uma linguagem que não pode ser abstrata. A linguagem cristã não o é, trata-se do testemunho de algo experimentado na vida. Temos de falar de Deus como um autêntico abismo de misericórdia", acrescentou.

Nesse sentido, o purpurado mostrou que a Universidade, especialmente a UCV, é chamada "a fazer que os homens entendam e vivam a vida com Deus, com esperança na vida eterna", já que sem Cristo, "não vamos a lugar nenhum" e não se pode "servir a humanidade nem preparar homens e mulheres novos".

Durante o ato acadêmico, realizado após a Eucaristia no Colégio San José de Calazas, foi ministrada a aula magna pelo Frei Antonio Pranea, professor da Faculdade de Teologia São Vicente Ferrer, que falou sobre a importância da teologia na história.

O dominicano disse que "a criação indica que a totalidade do universo provêm de um Deus pessoal", já que "na origem está Deus Pai, quer dizer, um Deus pessoal que é liberdade e amor em sua vida divina e desde esta concede vida, amor e sentido à toda realidade que surgiu dele".

Explicou que a partir desta perspectiva, é possível e deve compreender o Pai "como o dom original, em quem o seu ser e sua identidade consistem em se entrega e está permanentemente saindo de si mesmo para o Filho e o Espírito e para eles até o mundo e o homem".

Após a aula magna, o Cardeal Cañizares presidiu a investidura dos novos doutores que defenderam suas teses no ano passado na UCV, assim como as medalhas para aqueles que se incorporaram à instituição, e as insígnias para a equipe que celebra 15 e 25 anos na Universidade. (EPC)

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Espanha - Valência (Segunda-feira, 29-01-2018, Gaudium Press) Com uma Celebração Eucarística e um ato acadêmico presidido pelo Arcebispo de Valência, Cardeal Antonio Cañizares, a Universidade Católica de Valência (UCV), comemorou na última sexta-feira, 26 de janeiro, a festa de São Tomás de Aquino, padroeiro das escolas católicas, da educação e das universidades.

Durante a homilia, o purpurado disse que "é urgente que falemos publicamente de Deus em meio da revolução cultural de hoje, que promove uma maneira de entender o mundo sem Ele".

É urgente que falemos publicamente de Deus.jpg

Assinalou que na atualidade, "vivemos no silêncio de Deus, em tempos de indigência, como dizia o filósofo Heidegger"; onde "as mentiras ficam tranquilas e tudo isso traz como consequência a desumanização".

O Cardeal alertou sobre esses perigos, que para ele são "patentes e mortais", e estão levando a humanidade à "falência"; manifestando que o mundo de hoje "necessita imperiosamente a luminosa guia doutrinal de teólogos como São Tomás de Aquino".

Em outro momento, o também Chanceler da Universidade pediu para que Deus seja o centro da Universidade: "Ou Deus tem a ver com tudo, ou não tem nada a ver com nada. Por isso, nossa universidade tem que mostrar essa vida nova que brota do conhecimento de Deus. Mas este 'só Deus' não nos separa do mundo, pelo contrário, nos compromete com o resto dos homens e com o mundo que nos rodeia".

Expressou que "sem Deus não há respeito pelo ser humano nem à natureza", e que "não é possível devolver ao ser humano sua dignidade sem a experiência de Deus".

"A cultura da incredulidade é, por sua vez, a cultura da falta de solidariedade. Por isso necessitamos que nossa universidade fale de Deus com uma linguagem que não pode ser abstrata. A linguagem cristã não o é, trata-se do testemunho de algo experimentado na vida. Temos de falar de Deus como um autêntico abismo de misericórdia", acrescentou.

Nesse sentido, o purpurado mostrou que a Universidade, especialmente a UCV, é chamada "a fazer que os homens entendam e vivam a vida com Deus, com esperança na vida eterna", já que sem Cristo, "não vamos a lugar nenhum" e não se pode "servir a humanidade nem preparar homens e mulheres novos".

Durante o ato acadêmico, realizado após a Eucaristia no Colégio San José de Calazas, foi ministrada a aula magna pelo Frei Antonio Pranea, professor da Faculdade de Teologia São Vicente Ferrer, que falou sobre a importância da teologia na história.

O dominicano disse que "a criação indica que a totalidade do universo provêm de um Deus pessoal", já que "na origem está Deus Pai, quer dizer, um Deus pessoal que é liberdade e amor em sua vida divina e desde esta concede vida, amor e sentido à toda realidade que surgiu dele".

Explicou que a partir desta perspectiva, é possível e deve compreender o Pai "como o dom original, em quem o seu ser e sua identidade consistem em se entrega e está permanentemente saindo de si mesmo para o Filho e o Espírito e para eles até o mundo e o homem".

Após a aula magna, o Cardeal Cañizares presidiu a investidura dos novos doutores que defenderam suas teses no ano passado na UCV, assim como as medalhas para aqueles que se incorporaram à instituição, e as insígnias para a equipe que celebra 15 e 25 anos na Universidade. (EPC)


 

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