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"A conexão digital não pode nos fazer esquecer de que somos cristãos", diz Arcebispo de Sevilha
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27 de Fevereiro de 2018 / 0 Comentários
 
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Espanha - Sevilha (Terça-feira, 27-02-2018, Gaudium Press) Uma preocupação diante do mal uso que se pode dar às novas tecnologias da informação foi manifestada pelo Arcebispo de Sevilha, Dom Juan José Asenjo, em sua mais recente carta pastoral com o título "As redes sociais a serviço do bem".

A conexão digital não pode nos fazer esquecer de que somos cristãos, diz Arcebispo de Sevilha.jpg

O prelado destaca como essas mídias "se converteram hoje em um lugar de encontro onde se compartilha informação", e são, muitas vezes, "um nexo de união entre a familiares e amigos", servindo "para fortalecer a comunhão na grande família humana".

Mas se mostra desconfortável quando vê "que esses utilíssimos instrumentos, que inclusive podem ser muito valiosos no campo da evangelização, se convertem em um meio que favorece o confronto e, amparando-se no anonimato, são usados para insultar, mentir, caluniar e favorecer o ódio na sociedade".

O Arcebispo de Sevilha expressa uma particular preocupação sobre como, freqüentemente, se faz eco de notícias falsas, ou se reproduzem juízos que atentam contra a dignidade de pessoas ou grupos, sendo necessário "recuperar a calma e a reflexão antes de responder imediatamente contra a dignidade de pessoas ou grupos".

Nesse sentido, enfatizou que "a conexão digital não pode nos fazer esquecer que somos cristãos e como tais temos que nos comportar sempre, também nas redes sociais".

Fazendo eco das palavras do Papa Francisco na mensagem para a Jornada Mundial das Comunicações de 2014, Dom Asenjo diz que "os muros que nos dividem só podem ser superados se estivermos dispostos a ouvir e a aprender uns com os outros"; então as redes sociais "poderão servir para nos conhecer melhor, para nos ouvir, uns aos outros, resolver nossas diferenças e nos ajudar a crescer na compreensão e no conhecimento mútuo".

Por esta razão, o prelado faz um chamado aos fiéis da sua Diocese: "Convido a todos os cristãos da Arquidiocese, que usam as redes sociais, a nos perguntar como as utilizamos". Também convido vocês a prestarem atenção especial ao que dizemos e como dizemos, especialmente quando se trata de redes cristãs ou de propriedade eclesial. Então temos que nos perguntar se o que escrevemos serve para a edificação da Igreja ou se, pelo contrário, pode levar à confusão ou ao escândalo".

O Arcebispo assinala ainda que "seria bom para cada um de nós considerar o uso das redes sociais a partir de uma perspectiva cristã, pensando que elas podem ser um bom instrumento de evangelização".

"Nem tudo tem lugar nas redes sociais. Devemos sempre nos conduzir com sabedoria, prudência, bom senso, amor à verdade e respeito pelos demais, ainda que estejamos equivocados (...) Seria bom também que aquilo que publicamos na Internet, seja um reflexo da nossa vida cristã", acrescenta Dom Asenjo.

Ao concluir a carta pastoral, o prelado expressa o seu desejo de que esses meios de comunicação "sejam um instrumento à serviço da evangelização, da verdade, da aproximação mútua, da escuta atenta, do diálogo e da solidariedade".

"Oxalá nos ajudem também a servir aos pobres e aos mais fracos e a cuidar da casa comum, que Deus nos deu", conclui. (EPC)

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"A conexão digital não pode nos fazer esquecer de que somos cristãos", diz Arcebispo de Sevilha

Espanha - Sevilha (Terça-feira, 27-02-2018, Gaudium Press) Uma preocupação diante do mal uso que se pode dar às novas tecnologias da informação foi manifestada pelo Arcebispo de Sevilha, Dom Juan José Asenjo, em sua mais recente carta pastoral com o título "As redes sociais a serviço do bem".

A conexão digital não pode nos fazer esquecer de que somos cristãos, diz Arcebispo de Sevilha.jpg

O prelado destaca como essas mídias "se converteram hoje em um lugar de encontro onde se compartilha informação", e são, muitas vezes, "um nexo de união entre a familiares e amigos", servindo "para fortalecer a comunhão na grande família humana".

Mas se mostra desconfortável quando vê "que esses utilíssimos instrumentos, que inclusive podem ser muito valiosos no campo da evangelização, se convertem em um meio que favorece o confronto e, amparando-se no anonimato, são usados para insultar, mentir, caluniar e favorecer o ódio na sociedade".

O Arcebispo de Sevilha expressa uma particular preocupação sobre como, freqüentemente, se faz eco de notícias falsas, ou se reproduzem juízos que atentam contra a dignidade de pessoas ou grupos, sendo necessário "recuperar a calma e a reflexão antes de responder imediatamente contra a dignidade de pessoas ou grupos".

Nesse sentido, enfatizou que "a conexão digital não pode nos fazer esquecer que somos cristãos e como tais temos que nos comportar sempre, também nas redes sociais".

Fazendo eco das palavras do Papa Francisco na mensagem para a Jornada Mundial das Comunicações de 2014, Dom Asenjo diz que "os muros que nos dividem só podem ser superados se estivermos dispostos a ouvir e a aprender uns com os outros"; então as redes sociais "poderão servir para nos conhecer melhor, para nos ouvir, uns aos outros, resolver nossas diferenças e nos ajudar a crescer na compreensão e no conhecimento mútuo".

Por esta razão, o prelado faz um chamado aos fiéis da sua Diocese: "Convido a todos os cristãos da Arquidiocese, que usam as redes sociais, a nos perguntar como as utilizamos". Também convido vocês a prestarem atenção especial ao que dizemos e como dizemos, especialmente quando se trata de redes cristãs ou de propriedade eclesial. Então temos que nos perguntar se o que escrevemos serve para a edificação da Igreja ou se, pelo contrário, pode levar à confusão ou ao escândalo".

O Arcebispo assinala ainda que "seria bom para cada um de nós considerar o uso das redes sociais a partir de uma perspectiva cristã, pensando que elas podem ser um bom instrumento de evangelização".

"Nem tudo tem lugar nas redes sociais. Devemos sempre nos conduzir com sabedoria, prudência, bom senso, amor à verdade e respeito pelos demais, ainda que estejamos equivocados (...) Seria bom também que aquilo que publicamos na Internet, seja um reflexo da nossa vida cristã", acrescenta Dom Asenjo.

Ao concluir a carta pastoral, o prelado expressa o seu desejo de que esses meios de comunicação "sejam um instrumento à serviço da evangelização, da verdade, da aproximação mútua, da escuta atenta, do diálogo e da solidariedade".

"Oxalá nos ajudem também a servir aos pobres e aos mais fracos e a cuidar da casa comum, que Deus nos deu", conclui. (EPC)


 

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