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São João Paulo II é proposto como Padroeiro da reconciliação entre Polônia e Ucrânia
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19 de Março de 2018 / 0 Comentários
 
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Polônia - Varsóvia (Segunda-feira, 19-03-2018, Gaudium Press) O Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk, apresentou seu livro mais recente na sede da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal da Polônia (KEP), no passado dia 15 de março. A apresentação do texto, intitulado "O diálogo cura as feridas. Acerca de Deus, a Igreja e o mundo", contou com a presença do Arcebispo de Varsóvia, Cardeal Kazimierz Nycz, o Secretário Geral da KEP, Dom Arthur Mizinsky e o editor do livro-entrevista, Krzysztof Tomasik.

São João Paulo II é proposto como Padroeiro da reconciliação entre Polônia e Ucrânia.jpg

No livro, Dom Shevchuk fala sobre a vida da maior Igreja de Rito Oriental do mundo e os desafios de seu ministério na atualidade. Temas controversos como as difíceis relações com a Rússia, a Polônia e os ortodoxos, assim como os obstáculos à plena colaboração entre os católicos de rito oriental e de rito latino são abordados pelo prelado.

O Arcebispo fez uma defesa da figura de São João Paulo II como o Santo Padroeiro da "santa causa da reconciliação polonês-ucraniana". Para o prelado, o Papa polonês realizou uma tremenda contribuição para o renascimento da Igreja Greco-Católica Ucraniana, apoiou o renascimento da Ucrânia e saudou sua soberania, além de cooperar significativamente no processo de reconciliação entre poloneses e ucranianos. Entre as iniciativas levadas a cabo pelo Pontífice estão o encontro dos Bispos poloneses e ucranianos em Roma, em 1987, de onde surgiu uma declaração conjunta sobre o perdão e a reconciliação entre os cidadãos desses países.

"Muitas das frases do livro foram inspiradas pela figura de João Paulo II. Ele foi um mestre do diálogo que estava destruindo os muros da separação", afirmou Dom Shevchuk, de acordo com a Zenit. "Ele foi um grande apóstolo da reconciliação, ele foi um médico. Convidando ao diálogo, o tratou ao continente, o qual depois da Segunda Guerra Mundial estava tão ferido. É por isto que queremos que São João Paulo II seja o Padroeiro da reconciliação polonesa ucraniana". (EPC)

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São João Paulo II é proposto como Padroeiro da reconciliação entre Polônia e Ucrânia

Polônia - Varsóvia (Segunda-feira, 19-03-2018, Gaudium Press) O Arcebispo Maior da Igreja Greco-Católica Ucraniana, Dom Sviatoslav Shevchuk, apresentou seu livro mais recente na sede da Assembleia Plenária da Conferência Episcopal da Polônia (KEP), no passado dia 15 de março. A apresentação do texto, intitulado "O diálogo cura as feridas. Acerca de Deus, a Igreja e o mundo", contou com a presença do Arcebispo de Varsóvia, Cardeal Kazimierz Nycz, o Secretário Geral da KEP, Dom Arthur Mizinsky e o editor do livro-entrevista, Krzysztof Tomasik.

São João Paulo II é proposto como Padroeiro da reconciliação entre Polônia e Ucrânia.jpg

No livro, Dom Shevchuk fala sobre a vida da maior Igreja de Rito Oriental do mundo e os desafios de seu ministério na atualidade. Temas controversos como as difíceis relações com a Rússia, a Polônia e os ortodoxos, assim como os obstáculos à plena colaboração entre os católicos de rito oriental e de rito latino são abordados pelo prelado.

O Arcebispo fez uma defesa da figura de São João Paulo II como o Santo Padroeiro da "santa causa da reconciliação polonês-ucraniana". Para o prelado, o Papa polonês realizou uma tremenda contribuição para o renascimento da Igreja Greco-Católica Ucraniana, apoiou o renascimento da Ucrânia e saudou sua soberania, além de cooperar significativamente no processo de reconciliação entre poloneses e ucranianos. Entre as iniciativas levadas a cabo pelo Pontífice estão o encontro dos Bispos poloneses e ucranianos em Roma, em 1987, de onde surgiu uma declaração conjunta sobre o perdão e a reconciliação entre os cidadãos desses países.

"Muitas das frases do livro foram inspiradas pela figura de João Paulo II. Ele foi um mestre do diálogo que estava destruindo os muros da separação", afirmou Dom Shevchuk, de acordo com a Zenit. "Ele foi um grande apóstolo da reconciliação, ele foi um médico. Convidando ao diálogo, o tratou ao continente, o qual depois da Segunda Guerra Mundial estava tão ferido. É por isto que queremos que São João Paulo II seja o Padroeiro da reconciliação polonesa ucraniana". (EPC)


 

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