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Índio da tribo baniwa foi ordenado sacerdote em São Gabriel da Cachoeira, na Amazônia
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20 de Março de 2018 / 0 Comentários
 
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São Gabriel da Cachoeira - Amazonas (Terça-feira, 20-03-2018, Gaudium Press) Dom Edson Damian, Bispo de São Gabriel da Cachoeira, realizou no último dia 17 a cerimônia de ordenação sacerdotal do primeiro padre do povo baniwa, Pe. Geraldo Trindade Montenegro, conhecido como Geraldo Baniwa.

Padre Geraldo formou-se no Seminário Interdiocesano de Manaus e realizou seu estágio pastoral na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, que acompanha comunidades do Rio Içana e Rio Ayarí, região próxima da fronteira com a Colômbia, o mesmo local onde ele nasceu, na comunidade de Araripirá Cachoeira.

Ser Padre

O novo sacerdote afirma que "ser padre, receber o Sacramento da Ordem é se tornar presença de Jesus no mundo cotidiano". Para ele, o padre deve ser mais um na comunidade e não aquele que decide e manda.

Ele será o pároco de sua paróquia de origem, no meio de seus parentes, onde ele afirma querer ser presença plena de Deus, como disse para seus conterrâneos no final de sua ordenação, realizada na comunidade de Assunção do Içana.

Diocese de São Gabriel da Cachoeira

A Diocese de São Gabriel da Cachoeira, situada na fronteira entre Brasil, Colômbia e Venezuela, é a diocese com uma maior porcentagem de população indígena, superando o 90%.

Com uma extensão de 293.000 quilômetros quadrados, nela habitam 23 povos indígenas que falam 18 línguas diferentes, três delas, tukano, baniwa e nheengatú, oficiais no município de São Gabriel da Cachoeira.

Na Amazônia, a diversidade de povos, línguas, culturas e realidades, fazem com que os desafios aumentem e que a missão se torne muitas vezes uma tarefa difícil.

Nesse sentido, a participação de agentes locais tem uma importância singular.

Os leigos e leigas, religiosas e religiosos, e padres da região, que conhecem a realidade, têm em princípio maior facilidade para se adaptar à vida das comunidades e desenvolver um trabalho onde os frutos se tornem mais presentes.

Muitos catequistas reconhecem que o fato de seu parente ser o novo pároco é um aspecto que vai ajudar decisivamente ao trabalho missionário no futuro.


(Com informações REPAM-Brasil)

 

 

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Índio da tribo baniwa foi ordenado sacerdote em São Gabriel da Cachoeira, na Amazônia

São Gabriel da Cachoeira - Amazonas (Terça-feira, 20-03-2018, Gaudium Press) Dom Edson Damian, Bispo de São Gabriel da Cachoeira, realizou no último dia 17 a cerimônia de ordenação sacerdotal do primeiro padre do povo baniwa, Pe. Geraldo Trindade Montenegro, conhecido como Geraldo Baniwa.

Padre Geraldo formou-se no Seminário Interdiocesano de Manaus e realizou seu estágio pastoral na Paróquia Nossa Senhora da Assunção, que acompanha comunidades do Rio Içana e Rio Ayarí, região próxima da fronteira com a Colômbia, o mesmo local onde ele nasceu, na comunidade de Araripirá Cachoeira.

Ser Padre

O novo sacerdote afirma que "ser padre, receber o Sacramento da Ordem é se tornar presença de Jesus no mundo cotidiano". Para ele, o padre deve ser mais um na comunidade e não aquele que decide e manda.

Ele será o pároco de sua paróquia de origem, no meio de seus parentes, onde ele afirma querer ser presença plena de Deus, como disse para seus conterrâneos no final de sua ordenação, realizada na comunidade de Assunção do Içana.

Diocese de São Gabriel da Cachoeira

A Diocese de São Gabriel da Cachoeira, situada na fronteira entre Brasil, Colômbia e Venezuela, é a diocese com uma maior porcentagem de população indígena, superando o 90%.

Com uma extensão de 293.000 quilômetros quadrados, nela habitam 23 povos indígenas que falam 18 línguas diferentes, três delas, tukano, baniwa e nheengatú, oficiais no município de São Gabriel da Cachoeira.

Na Amazônia, a diversidade de povos, línguas, culturas e realidades, fazem com que os desafios aumentem e que a missão se torne muitas vezes uma tarefa difícil.

Nesse sentido, a participação de agentes locais tem uma importância singular.

Os leigos e leigas, religiosas e religiosos, e padres da região, que conhecem a realidade, têm em princípio maior facilidade para se adaptar à vida das comunidades e desenvolver um trabalho onde os frutos se tornem mais presentes.

Muitos catequistas reconhecem que o fato de seu parente ser o novo pároco é um aspecto que vai ajudar decisivamente ao trabalho missionário no futuro.


(Com informações REPAM-Brasil)

 

 


 

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