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A tradicional Peregrinação das Sete Igrejas de Roma
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3 de Abril de 2018 / 0 Comentários
 
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Itália - Roma (Terça-feira, 03-04-2018, Gaudium Press) Roma é uma cidade de encanto, de história e sobretudo de Fé, permanecendo como um dos lugares de maior importância para a cristandade. Por esta razão, há quase 500 anos, São Felipe Neri idealizou a Peregrinação das Sete Igrejas de Roma; um percurso que se tornou tradição e hoje cobra nova vigência.

A tradicional Peregrinação das Sete Igrejas de Roma.jpg

"Esta é uma tradição que vem de São Felipe Neri, que foi conhecido como o 'Apóstolo de Roma'. Ele queria levar para Roma os jovens aos quais se dedicava, para verem as Basílicas maiores e outras importantes igrejas da cidade. Desta forma poderiam rezar juntos, cantar e rir, ao mesmo tempo que se aprofundavam nos mistérios da Fé", comentou o Padre Michael Baggot, Professor de Teologia do 'Christendom College', que acompanhou um grupo de jovens realizar este percurso e foi entrevistado pela Rome Reports.

A proposta serviu para que alguns se preparassem para o Tríduo Pascal, iniciado no dia 29 de março, como comentou ao meio de comunicação o jovem Thomas Ward, estudante do 'Christendom College': "Para mim esta excursão serve para viver com intensidade o Tríduo Pascal. Estar em lugares por onde passaram Santos e experimentar o que eles experimentaram, ver relíquias e preparar-me mental e espiritualmente para estes dias".

Este percurso, em seu início até o ano de 1540, começou de maneira informal com São Felipe Neri, que exerceu seu ministério principalmente em Roma, até o ponto de ser chamado o terceiro "Apóstolo de Roma" depois de São Pedro e São Paulo, e promoveu as sete visitas.

A rota ganhou um maior impulso com o Ano Jubilar de 1550, convertendo-se alguns anos depois em uma prática organizada e estável. Inclusive, com o jubileu do ano 1575, a peregrinação era requisito para obter a Indulgência Plenária deste tempo de graça; e São João Paulo II para o Jubileu de 2000, menciona as sete igrejas romanas na Bula de proclamação deste ano jubilar, assim como a Terra Santa, como lugares que permitiam obter a Indulgência.

Esta romaria tomou um novo impulso em 2015 com o Ano Jubilar pelo 5º centenário de nascimento de São Felipe Neri, sendo promovida pela Confederação de Oratórios, que se congregou para comemorar os cinco séculos do Santo italiano.

A visita das sete igrejas compreendem as quatro basílicas maiores: São João de Latrão, São Pedro, São Paulo Extramuros e Santa Maria Maior; e as basílicas da Santa Cruz em Jerusalém -onde se encontram relíquias importantes da Paixão de Jesus-, São Lourenço Extramuros e São Sebastião Extramuros. No ano 2000, para o Jubileu, São João Paulo II substituiu esta última pelo Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor.

Anteriormente, a peregrinação se fazia na quarta-feira e quinta-feira santa, sendo uma alternativa ao então carnaval profano. Atualmente, a peregrinação pode ser realizada durante mais dias, inclusive diferentes à Semana Santa, mas ainda há pessoas que preferem fazê-la durante os dias santos.

Uma tradição similar surgiu em outros países, com a visita às sete igrejas durante a quinta-feira santa, após a celebração da Última Ceia, percorrendo sete monumentos do Santíssimo Sacramento para agradecer o dom da Eucaristia e o Sacerdócio. (EPC)

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A tradicional Peregrinação das Sete Igrejas de Roma

Itália - Roma (Terça-feira, 03-04-2018, Gaudium Press) Roma é uma cidade de encanto, de história e sobretudo de Fé, permanecendo como um dos lugares de maior importância para a cristandade. Por esta razão, há quase 500 anos, São Felipe Neri idealizou a Peregrinação das Sete Igrejas de Roma; um percurso que se tornou tradição e hoje cobra nova vigência.

A tradicional Peregrinação das Sete Igrejas de Roma.jpg

"Esta é uma tradição que vem de São Felipe Neri, que foi conhecido como o 'Apóstolo de Roma'. Ele queria levar para Roma os jovens aos quais se dedicava, para verem as Basílicas maiores e outras importantes igrejas da cidade. Desta forma poderiam rezar juntos, cantar e rir, ao mesmo tempo que se aprofundavam nos mistérios da Fé", comentou o Padre Michael Baggot, Professor de Teologia do 'Christendom College', que acompanhou um grupo de jovens realizar este percurso e foi entrevistado pela Rome Reports.

A proposta serviu para que alguns se preparassem para o Tríduo Pascal, iniciado no dia 29 de março, como comentou ao meio de comunicação o jovem Thomas Ward, estudante do 'Christendom College': "Para mim esta excursão serve para viver com intensidade o Tríduo Pascal. Estar em lugares por onde passaram Santos e experimentar o que eles experimentaram, ver relíquias e preparar-me mental e espiritualmente para estes dias".

Este percurso, em seu início até o ano de 1540, começou de maneira informal com São Felipe Neri, que exerceu seu ministério principalmente em Roma, até o ponto de ser chamado o terceiro "Apóstolo de Roma" depois de São Pedro e São Paulo, e promoveu as sete visitas.

A rota ganhou um maior impulso com o Ano Jubilar de 1550, convertendo-se alguns anos depois em uma prática organizada e estável. Inclusive, com o jubileu do ano 1575, a peregrinação era requisito para obter a Indulgência Plenária deste tempo de graça; e São João Paulo II para o Jubileu de 2000, menciona as sete igrejas romanas na Bula de proclamação deste ano jubilar, assim como a Terra Santa, como lugares que permitiam obter a Indulgência.

Esta romaria tomou um novo impulso em 2015 com o Ano Jubilar pelo 5º centenário de nascimento de São Felipe Neri, sendo promovida pela Confederação de Oratórios, que se congregou para comemorar os cinco séculos do Santo italiano.

A visita das sete igrejas compreendem as quatro basílicas maiores: São João de Latrão, São Pedro, São Paulo Extramuros e Santa Maria Maior; e as basílicas da Santa Cruz em Jerusalém -onde se encontram relíquias importantes da Paixão de Jesus-, São Lourenço Extramuros e São Sebastião Extramuros. No ano 2000, para o Jubileu, São João Paulo II substituiu esta última pelo Santuário de Nossa Senhora do Divino Amor.

Anteriormente, a peregrinação se fazia na quarta-feira e quinta-feira santa, sendo uma alternativa ao então carnaval profano. Atualmente, a peregrinação pode ser realizada durante mais dias, inclusive diferentes à Semana Santa, mas ainda há pessoas que preferem fazê-la durante os dias santos.

Uma tradição similar surgiu em outros países, com a visita às sete igrejas durante a quinta-feira santa, após a celebração da Última Ceia, percorrendo sete monumentos do Santíssimo Sacramento para agradecer o dom da Eucaristia e o Sacerdócio. (EPC)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/94163-A-tradicional-Peregrinacao-das-Sete-Igrejas-de-Roma. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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