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Sacerdote mártir da Eucaristia no regime comunista foi beatificado
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4 de Maio de 2018 / 0 Comentários
 
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Szombathely - Hungria (Sexta-feira, 04-05-2018, Gaudium Press) Foi beatificado o sacerdote mártir da Eucaristia Janos Brenner que em 1957 recebeu 32 punhaladas enquanto protegia o Santíssimo Sacramento uma profanação perpetrada por ativistas comunistas, em Szombathely, na Hungria.

04Sacerdote mártir da Eucaristia no regime comunista foi beatificado.jpg

A beatificação realizou-se em uma cerimônia durante Santa Missa presidida pelo Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, em Szombathely, no primeiro dia de maio.

Cardeal recorda Padre Brenner

Durante a cerimônia o Cardeal recordou que Padre Brenner tinha 26 anos quando "lhe foram infligidas mais de 30 punhaladas e que seu corpo foi encontrado na madrugada de 15 de dezembro de 1957, próximo ao povoado de Zsida, com a mão esquerda sobre o peito protegendo a Sagrada Eucaristia, como aconteceu com o mártir São Tarcísio".

O jornal L'Osservatore Romano informou que o Cardeal Amato disse que Padre Brenner era "amado por todos, grandes e pequenos, pelo límpido de seu olhar e pela jovialidade de seu trato".

"Apesar das pressões do regime comunista húngaro ele escolheu com alegria ser sacerdote. Era valente e consciente do perigo, perseverou em sua vocação de servir ao Senhor e iluminar os jovens com a palavra de Jesus".

Oração e caridade, confiança e alegria

O Cardeal Amato ressaltou que Padre Brenner "rezava com fé, visitava os enfermos e anciãos e para todos tinha palavras de consolo e proximidade".

Sua presença infundia "confiança e alegria". Sempre dizia que não "podiam fazer-lhe mal porque não podiam roubar-lhe nada. Só possuía um par de calças remendadas", acrescentou Amato que logo continuou:

Um dos legados do novo beato é "a atitude do cristão diante da perseguição e a oração pelos que perseguem, assim como o perdão de suas perversões".

Documentação

O Purpurado afirmou que que existe uma documentação, "porém ainda incompleta, de mais de 1.500 sacerdotes diocesanos e seminaristas e de quase 500 religiosos presos e condenados injustamente à morte", alguns deles já tendo sido beatificados.

Traços biogáficos

Janos Brenner nasceu em 27 de dezembro de 1931 em Szombathely, Hungria . Ele e seus dois irmãos foram sacerdotes.

Foi ordenado sacerdote em 19 de junho de 1955 e capelão em Rábakethely, fazendo um especial apostolado com os jovens.

Os comunistas perseguiam a Igreja e desaprovavam sua atividade.

Em 15 de dezembro de 1957 foi feita uma armadilha contra o Padre Brenner.

04jános Brener.jpg

Para conseguir que se afastasse de sua paróquia, o chamaram para pedir-lhe que visitasse um doente.
Ele pegou o viático e foi para a aldeia de Zsida para atender o suposto doente e dar-lhe a comunhão.

Foi então que o emboscaram apunhalando-o com mais de 32 golpes enquanto ele protegia com sua mão esquerda o Santíssimo Sacramento.

Ele foi enterrado em 18 de dezembro na cripta familiar da Igreja dos salesianos de San Quirinus, em Szombathely.
Seu lema sacerdotal foi colocado em seu túmulo:

"Todas as coisas obram juntas para o bem dos que amam a Deus". (JSG)

 

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Sacerdote mártir da Eucaristia no regime comunista foi beatificado

Szombathely - Hungria (Sexta-feira, 04-05-2018, Gaudium Press) Foi beatificado o sacerdote mártir da Eucaristia Janos Brenner que em 1957 recebeu 32 punhaladas enquanto protegia o Santíssimo Sacramento uma profanação perpetrada por ativistas comunistas, em Szombathely, na Hungria.

04Sacerdote mártir da Eucaristia no regime comunista foi beatificado.jpg

A beatificação realizou-se em uma cerimônia durante Santa Missa presidida pelo Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, em Szombathely, no primeiro dia de maio.

Cardeal recorda Padre Brenner

Durante a cerimônia o Cardeal recordou que Padre Brenner tinha 26 anos quando "lhe foram infligidas mais de 30 punhaladas e que seu corpo foi encontrado na madrugada de 15 de dezembro de 1957, próximo ao povoado de Zsida, com a mão esquerda sobre o peito protegendo a Sagrada Eucaristia, como aconteceu com o mártir São Tarcísio".

O jornal L'Osservatore Romano informou que o Cardeal Amato disse que Padre Brenner era "amado por todos, grandes e pequenos, pelo límpido de seu olhar e pela jovialidade de seu trato".

"Apesar das pressões do regime comunista húngaro ele escolheu com alegria ser sacerdote. Era valente e consciente do perigo, perseverou em sua vocação de servir ao Senhor e iluminar os jovens com a palavra de Jesus".

Oração e caridade, confiança e alegria

O Cardeal Amato ressaltou que Padre Brenner "rezava com fé, visitava os enfermos e anciãos e para todos tinha palavras de consolo e proximidade".

Sua presença infundia "confiança e alegria". Sempre dizia que não "podiam fazer-lhe mal porque não podiam roubar-lhe nada. Só possuía um par de calças remendadas", acrescentou Amato que logo continuou:

Um dos legados do novo beato é "a atitude do cristão diante da perseguição e a oração pelos que perseguem, assim como o perdão de suas perversões".

Documentação

O Purpurado afirmou que que existe uma documentação, "porém ainda incompleta, de mais de 1.500 sacerdotes diocesanos e seminaristas e de quase 500 religiosos presos e condenados injustamente à morte", alguns deles já tendo sido beatificados.

Traços biogáficos

Janos Brenner nasceu em 27 de dezembro de 1931 em Szombathely, Hungria . Ele e seus dois irmãos foram sacerdotes.

Foi ordenado sacerdote em 19 de junho de 1955 e capelão em Rábakethely, fazendo um especial apostolado com os jovens.

Os comunistas perseguiam a Igreja e desaprovavam sua atividade.

Em 15 de dezembro de 1957 foi feita uma armadilha contra o Padre Brenner.

04jános Brener.jpg

Para conseguir que se afastasse de sua paróquia, o chamaram para pedir-lhe que visitasse um doente.
Ele pegou o viático e foi para a aldeia de Zsida para atender o suposto doente e dar-lhe a comunhão.

Foi então que o emboscaram apunhalando-o com mais de 32 golpes enquanto ele protegia com sua mão esquerda o Santíssimo Sacramento.

Ele foi enterrado em 18 de dezembro na cripta familiar da Igreja dos salesianos de San Quirinus, em Szombathely.
Seu lema sacerdotal foi colocado em seu túmulo:

"Todas as coisas obram juntas para o bem dos que amam a Deus". (JSG)

 

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/94967-Sacerdote-martir-da-Eucaristia-no-regime-comunista-foi-beatificado. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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