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Tratado de Latrão foi importante para a missão espiritual da Igreja, diz Cardeal Parolin
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11 de Julho de 2019 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Quinta-feira, 11-07-2019, Gaudium Press) Para o Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, "A assinatura do Tratado de Latrão que regulava a posição da religião católica no Estado, marcaram oficialmente uma etapa decisiva na história da relação entre Itália e a Santa Sé que até então eram bastante conflituais".

O Tratado de Latrão foi importante para a missão espiritual da Igreja, diz Cardeal Parolin-fotoACI Digital.jpg

As afirmações do Secretário de Estado do Vaticano, estão no prefácio do livro publicado pelo Pontifício Comitê de Ciências Históricas "Tratado de Latrão por ocasião do 90º aniversário (1929-2019)" que foi organizado pelo padre Bernard Ardura na comemoração dos noventa anos do Tratado de Latrão.

O livro, é um estudo pluridisciplinar do acordo assinado entre a Itália e a Santa Sé que reconhecia sua total soberania no Estado do Vaticano e que permitiu o desenvolvimento da sua missão universal.

Difusão universal da missão espiritual da Igreja

De acordo com as palavras do cardeal Parolin, postas no prefácio do livro, "O Tratado de Latrão [...] concluiu de modo positivo a chamada ‘questão romana' e permitiu ao Papa e à Santa Sé a difusão universal da missão espiritual que lhe é própria com a necessária e plena liberdade e independência em relação a todo poder político".

A Igreja e seu lugar no cenário internacional

"Além disso, afirma o Secretário de Estado, com a assinatura do Tratado de Latrão a Santa Sé assume o seu lugar no cenário internacional das nações e reforça a possibilidade de desenvolver a sua subjetividade internacional, já reconhecida de fato e de participar efetivamente nas negociações internacionais".

O Papa das Missões

O Cardeal comenta que "Se Pio XI foi definido justamente ‘o Papa das missões' em parte deve isso à possibilidade de agir oficialmente no cenário internacional".

Sobre a ação de Pio XI, Parolin sublinha que o Papa "foi clarividente e realista", como confirma a história destes noventa anos, uma vez que, com efeito, o Tratado de Latrão foi incorporado à Constituição da República Italiana.  (JSG)

 

(Da Redação Gaudium Press, com informações VaticanNewa)

 

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Tratado de Latrão foi importante para a missão espiritual da Igreja, diz Cardeal Parolin

Cidade do Vaticano (Quinta-feira, 11-07-2019, Gaudium Press) Para o Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, "A assinatura do Tratado de Latrão que regulava a posição da religião católica no Estado, marcaram oficialmente uma etapa decisiva na história da relação entre Itália e a Santa Sé que até então eram bastante conflituais".

O Tratado de Latrão foi importante para a missão espiritual da Igreja, diz Cardeal Parolin-fotoACI Digital.jpg

As afirmações do Secretário de Estado do Vaticano, estão no prefácio do livro publicado pelo Pontifício Comitê de Ciências Históricas "Tratado de Latrão por ocasião do 90º aniversário (1929-2019)" que foi organizado pelo padre Bernard Ardura na comemoração dos noventa anos do Tratado de Latrão.

O livro, é um estudo pluridisciplinar do acordo assinado entre a Itália e a Santa Sé que reconhecia sua total soberania no Estado do Vaticano e que permitiu o desenvolvimento da sua missão universal.

Difusão universal da missão espiritual da Igreja

De acordo com as palavras do cardeal Parolin, postas no prefácio do livro, "O Tratado de Latrão [...] concluiu de modo positivo a chamada ‘questão romana' e permitiu ao Papa e à Santa Sé a difusão universal da missão espiritual que lhe é própria com a necessária e plena liberdade e independência em relação a todo poder político".

A Igreja e seu lugar no cenário internacional

"Além disso, afirma o Secretário de Estado, com a assinatura do Tratado de Latrão a Santa Sé assume o seu lugar no cenário internacional das nações e reforça a possibilidade de desenvolver a sua subjetividade internacional, já reconhecida de fato e de participar efetivamente nas negociações internacionais".

O Papa das Missões

O Cardeal comenta que "Se Pio XI foi definido justamente ‘o Papa das missões' em parte deve isso à possibilidade de agir oficialmente no cenário internacional".

Sobre a ação de Pio XI, Parolin sublinha que o Papa "foi clarividente e realista", como confirma a história destes noventa anos, uma vez que, com efeito, o Tratado de Latrão foi incorporado à Constituição da República Italiana.  (JSG)

 

(Da Redação Gaudium Press, com informações VaticanNewa)

 


 

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