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Os cães que tinham fé
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14 de Outubro de 2019 / 0 Comentários
 
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Redação (Segunda-feira, 14-10-2019, Gaudium Press) Na noite do último dia de sua visita aos Estados Unidos, em outubro de 1995, o Papa João Paulo II havia programado na sua agenda um encontro com os seminaristas, no Seminário de Santa Maria, em Baltimore. Tinha sido um dia muito cheio, que começou com uma missa no Oriole Park, em Camden Yards; um desfile pelas ruas do centro; uma visita à Basílica da Assunção, a primeira catedral do país; almoço em uma cozinha administrada pela Associação Catholic Charities; um período de oração na Catedral de Maria Nossa Rainha, ao norte de Baltimore; e, finalmente, uma rápida parada no Seminário de Santa Maria.

Os cães que tinham fé-Foto Gaudium Press.jpg

Desejo do Papa: visita ao Santíssimo

A visita seria breve, pois o plano era simplesmente cumprimentar os seminaristas na escadaria do Seminário. Mas o Papa quis conhecer o edifício.

Seu plano era primeiro fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento.

Quando seus desejos foram dados a conhecer, a equipe de segurança rapidamente entrou em ação. Eles vasculharam o edifício, prestando muita atenção na capela onde o Papa estaria rezando.

Cães farejadores

Para este fim, cães altamente treinados foram usados para detectar qualquer pessoa que poderia estar presente.

Os cães eram treinados para localizar sobreviventes em edifícios desmoronados após terremotos ou outros desastres.

Esses cães muito inteligentes e ansiosos, rapidamente vasculharam os salões, escritórios e salas de aula e foram, em seguida, enviados para a capela.

Eles subiram e desceram pelos corredores, passando pelos bancos e, finalmente, chegaram à capela lateral, onde o Santíssimo Sacramento estava presente.

Quando chegaram diante do Sacrário, porém, eles pararam e ficaram olhando fixamente, como procedem quando detectam uma pessoa escondida entre escombros.

De olhos fixos no Sacrário, eles cheiravam, grunhiam e se recusavam a sair do local. Eles estavam convencidos de que descobriram alguém lá.

Os cães só se retiraram depois de receber ordens dos seus responsáveis.

Os cães estavam certos

Caríssimos Leitores, nós sabemos que os cães estavam certos:

Eles encontraram de fato uma Pessoa verdadeiramente viva no sacrário! (ARM-JSG)

 

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Os cães que tinham fé

Redação (Segunda-feira, 14-10-2019, Gaudium Press) Na noite do último dia de sua visita aos Estados Unidos, em outubro de 1995, o Papa João Paulo II havia programado na sua agenda um encontro com os seminaristas, no Seminário de Santa Maria, em Baltimore. Tinha sido um dia muito cheio, que começou com uma missa no Oriole Park, em Camden Yards; um desfile pelas ruas do centro; uma visita à Basílica da Assunção, a primeira catedral do país; almoço em uma cozinha administrada pela Associação Catholic Charities; um período de oração na Catedral de Maria Nossa Rainha, ao norte de Baltimore; e, finalmente, uma rápida parada no Seminário de Santa Maria.

Os cães que tinham fé-Foto Gaudium Press.jpg

Desejo do Papa: visita ao Santíssimo

A visita seria breve, pois o plano era simplesmente cumprimentar os seminaristas na escadaria do Seminário. Mas o Papa quis conhecer o edifício.

Seu plano era primeiro fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento.

Quando seus desejos foram dados a conhecer, a equipe de segurança rapidamente entrou em ação. Eles vasculharam o edifício, prestando muita atenção na capela onde o Papa estaria rezando.

Cães farejadores

Para este fim, cães altamente treinados foram usados para detectar qualquer pessoa que poderia estar presente.

Os cães eram treinados para localizar sobreviventes em edifícios desmoronados após terremotos ou outros desastres.

Esses cães muito inteligentes e ansiosos, rapidamente vasculharam os salões, escritórios e salas de aula e foram, em seguida, enviados para a capela.

Eles subiram e desceram pelos corredores, passando pelos bancos e, finalmente, chegaram à capela lateral, onde o Santíssimo Sacramento estava presente.

Quando chegaram diante do Sacrário, porém, eles pararam e ficaram olhando fixamente, como procedem quando detectam uma pessoa escondida entre escombros.

De olhos fixos no Sacrário, eles cheiravam, grunhiam e se recusavam a sair do local. Eles estavam convencidos de que descobriram alguém lá.

Os cães só se retiraram depois de receber ordens dos seus responsáveis.

Os cães estavam certos

Caríssimos Leitores, nós sabemos que os cães estavam certos:

Eles encontraram de fato uma Pessoa verdadeiramente viva no sacrário! (ARM-JSG)

 

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/105597-Os-caes-que-tinham-fe. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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