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Brasil é o segundo país com maior incidência de portadores de hanseníase
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29 de Janeiro de 2010 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Sexta, 29-01-2010, Gaudium Press) O Brasil é o segundo país, depois da Índia, com maior número de pessoas acometidas pelo mal de Hansen, doença conhecida popularmente como hanseníase - ou ainda, lepra. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), por conta do 57º Dia Mundial dos Portadores de Hanseníase, e apresentados hoje pelo presidente do Pontifício Conselho para os Operadores Sanitários, Dom Zygmunt Zimowski, em sua mensagem pela data.

Segundo ele, o Dia, celebrado neste domingo, é, antes de tudo uma oportunidade "de solidariedade com os irmãos e irmãs que são afetados".

"Entre os fatores que favorecem a perpetuação da enfermidade - explica o presidente para a Pastoral da Saúde na mensagem -, estão certamente a indigência individual e coletiva, que muito frequentemente comporta a falta de higiene, a presença de doenças debilitantes, a alimentação insuficiente - quando não fome crônica - e a falta de acesso a tratamento e medicamentos".

Para Dom Zimowski, a hanseníase é uma doença "menos devastante fisicamente e mais moralmente", por marginalizar da vida social aqueles que se manifestam doentes.

Ao final do texto, o prelado faz um apelo para que a comunidade internacional e as autoridades de cada país "desenvolvam e reforcem as necessárias estratégias de luta contra a hanseníase".

 

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Brasil é o segundo país com maior incidência de portadores de hanseníase

Cidade do Vaticano (Sexta, 29-01-2010, Gaudium Press) O Brasil é o segundo país, depois da Índia, com maior número de pessoas acometidas pelo mal de Hansen, doença conhecida popularmente como hanseníase - ou ainda, lepra. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), por conta do 57º Dia Mundial dos Portadores de Hanseníase, e apresentados hoje pelo presidente do Pontifício Conselho para os Operadores Sanitários, Dom Zygmunt Zimowski, em sua mensagem pela data.

Segundo ele, o Dia, celebrado neste domingo, é, antes de tudo uma oportunidade "de solidariedade com os irmãos e irmãs que são afetados".

"Entre os fatores que favorecem a perpetuação da enfermidade - explica o presidente para a Pastoral da Saúde na mensagem -, estão certamente a indigência individual e coletiva, que muito frequentemente comporta a falta de higiene, a presença de doenças debilitantes, a alimentação insuficiente - quando não fome crônica - e a falta de acesso a tratamento e medicamentos".

Para Dom Zimowski, a hanseníase é uma doença "menos devastante fisicamente e mais moralmente", por marginalizar da vida social aqueles que se manifestam doentes.

Ao final do texto, o prelado faz um apelo para que a comunidade internacional e as autoridades de cada país "desenvolvam e reforcem as necessárias estratégias de luta contra a hanseníase".

 

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/13014-Brasil-e-o-segundo-pais-com-maior-incidencia-de-portadores-de-hanseniase. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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