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Entidade cristã aproveita vinda do Papa a Camarões para pedir investigações e respeito aos direitos humanos
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18 de Março de 2009 / 0 Comentários
 
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Iaundê (Quarta, 18-03-2009, Gaudium Press) Aproveitando a visita do Papa a Camarões, a Federação Internacional de Ação dos Cristãos para a Abolição da Tortura (Fiacat), resolveu pedir a salvaguarda dos direitos humanos no país africano. A Fiacat, que tem sede em Paris, já tinha manifestado suas preocupações pelas "graves violações dos direitos humanos" ocorridas entre 25 e 29 de fevereiro de 2008, com a repressão violenta de um movimento social por parte das forças de ordem, evento que provocou a morte de mais de 130 pessoas.

"Ainda que a situação pareça neste momento mais estável, continua ainda a possibilidade de novas desordens e repressões", disse a entidade. A Fiacat soube que também nestes dias "as autoridades camaronesas, em nome da segurança nacional, colocam em perigo as liberdades públicas. Muitas pessoas, detidas no último final de semana, se encontram presas em celas superlotadas, sem a possibilidade de consultar um advogado, um médico ou de uma visita por parte de familiares".

A Fiacat pede, portanto, às autoridades de Camarões que dêem início a "uma investigação judiciária independente e imparcial sobre as graves violações de fevereiro de 2008" e também que liberem "imediatamente" todas as pessoas "ilegalmente detidas ou injustamente condenadas durante e após aqueles eventos" e aquelas "arbitrariamente presas nos últimos dias".

 

 

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Entidade cristã aproveita vinda do Papa a Camarões para pedir investigações e respeito aos direitos humanos

Iaundê (Quarta, 18-03-2009, Gaudium Press) Aproveitando a visita do Papa a Camarões, a Federação Internacional de Ação dos Cristãos para a Abolição da Tortura (Fiacat), resolveu pedir a salvaguarda dos direitos humanos no país africano. A Fiacat, que tem sede em Paris, já tinha manifestado suas preocupações pelas "graves violações dos direitos humanos" ocorridas entre 25 e 29 de fevereiro de 2008, com a repressão violenta de um movimento social por parte das forças de ordem, evento que provocou a morte de mais de 130 pessoas.

"Ainda que a situação pareça neste momento mais estável, continua ainda a possibilidade de novas desordens e repressões", disse a entidade. A Fiacat soube que também nestes dias "as autoridades camaronesas, em nome da segurança nacional, colocam em perigo as liberdades públicas. Muitas pessoas, detidas no último final de semana, se encontram presas em celas superlotadas, sem a possibilidade de consultar um advogado, um médico ou de uma visita por parte de familiares".

A Fiacat pede, portanto, às autoridades de Camarões que dêem início a "uma investigação judiciária independente e imparcial sobre as graves violações de fevereiro de 2008" e também que liberem "imediatamente" todas as pessoas "ilegalmente detidas ou injustamente condenadas durante e após aqueles eventos" e aquelas "arbitrariamente presas nos últimos dias".

 

 


 

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