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Coordenadora da Comissão de Justiça e Paz presta depoimento à polícia depois de ameaça de morte
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2 de Abril de 2009 / 0 Comentários
 
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Brasília (Quinta, 02-04-2009, Gaudium Press) A coordenadora da Comissão de Justiça e Paz (CJP) do Regional Norte 2 (Pará e Amapá) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Irmã Henriqueta Cavalcante, prestou depoimento ontem, dia 31, na Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), em Belém (PA).

Na semana passada, a religiosa foi ameaçada de morte por causa de sua atuação em favor da justiça nos casos de abuso e exploração sexual de menores no Pará. Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apura casos de pedofilia no Pará, já solicitaram proteção para a coordenadora regional da CJP.

Segundo o delegado diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), Rodrigo Moraes, a Polícia já identificou a origem da ligação. Esta é a primeira vez que a religiosa recebe ameaça. No entanto, ela afirma que o telefonema serviu apenas para confirmar o compromisso da Comissão de Justiça e Paz (CJP) em lutar pela defesa e promoção da vida humana.

"Vamos continuar nossos trabalhos. A ligação foi em um tom ameaçador, mas não é uma ligação dessas que vai intimidar nosso trabalho. Isso tudo vai apenas fortalecer nossa luta até o fim", disse Irmã Henriqueta, após o depoimento.

 

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Coordenadora da Comissão de Justiça e Paz presta depoimento à polícia depois de ameaça de morte

Brasília (Quinta, 02-04-2009, Gaudium Press) A coordenadora da Comissão de Justiça e Paz (CJP) do Regional Norte 2 (Pará e Amapá) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Irmã Henriqueta Cavalcante, prestou depoimento ontem, dia 31, na Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), em Belém (PA).

Na semana passada, a religiosa foi ameaçada de morte por causa de sua atuação em favor da justiça nos casos de abuso e exploração sexual de menores no Pará. Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apura casos de pedofilia no Pará, já solicitaram proteção para a coordenadora regional da CJP.

Segundo o delegado diretor da Divisão de Investigações e Operações Especiais (DIOE), Rodrigo Moraes, a Polícia já identificou a origem da ligação. Esta é a primeira vez que a religiosa recebe ameaça. No entanto, ela afirma que o telefonema serviu apenas para confirmar o compromisso da Comissão de Justiça e Paz (CJP) em lutar pela defesa e promoção da vida humana.

"Vamos continuar nossos trabalhos. A ligação foi em um tom ameaçador, mas não é uma ligação dessas que vai intimidar nosso trabalho. Isso tudo vai apenas fortalecer nossa luta até o fim", disse Irmã Henriqueta, após o depoimento.

 


 

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