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Beatos Manuel Gonzales e Adílio Daronch são confirmados como Patronos da diocese de Frederico Westphalen
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26 de Setembro de 2012 / 0 Comentários
 
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Frederico Westphalen (Quarta-Feira, 26/09/2012, Gaudium Press) No último dia 21de setembro, os beatos padre Manuel Gomez Gonzales e o coroinha Adílio Daronch foram confirmados como patronos da diocese de Frederico Westphalen, no Estado do Rio Grande do Sul. Segundo o bispo diocesano, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, uma documentação foi encaminhada à Santa Sé, através da Nunciatura Apostólica, solicitando a declaração dos mártires como patronos da diocese gaúcha.

dois_beatos.jpg
Os Patronos da
Diocese de
Frederico
Westphalen

O pedido oficial foi encaminhado no dia 10 de junho de 2012, dias antes da Celebração Solene do Jubileu da diocese de Frederico Westphalen. Através de um Decreto da Congregação para o Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos, com data do dia 14 de setembro de 2012, a Santa Sé acolheu o pedido encaminhado por dom Antônio e declarou patronos os bem aventurados Padre Manuel Gomez Gonzales e o coroinha Adílio Daronch.

Agora, a diocese está trabalhando em prol da canonização dos beatos.

Padre Manuel Gómez González

O Padre Manuel Gómez González nasceu em São José de Ribarteme, Puenteareas, na província de Pontevedra na Galícia, em território espanhol. Ribarteme distava muito das cidades maiores da região. A paróquia fazia parte da diocese de Túy e sua população era pequena. Seus pais, José Gómez Rodrigues e Josefa González Duran, eram agricultores modestos. Seu primeiro filho foi Manuel, que recebeu o batismo no dia seguinte ao do nascimento, a 30 de maio de 1877.

A família de Manuel, segundo o testemunho do próprio pároco, era bem considerada por suas virtudes morais, cívicas e religiosas. O espírito religioso da família despertou no menino Manuel, a vocação para o sacerdócio. Ainda criança foi crismado na igreja de Santiago de Ribarteme, por Dom João Maria Babero, bispo de Túy. Precocemente, como decorrência do ambiente cristão em que vivia, Manuel sentiu o chamado da vocação sacerdotal. Depois de sua primeira comunhão, ingressou no seminário Diocesano de Túy.

Manuel foi ordenado sacerdote em 24 de maio de 1902 e transferiu-se para o Brasil em 1913, onde foi trabalhar na paróquia de Soledade, jurisdição da Diocese de Santa Maria, Rio Grande do Sul, e em 1915 na paróquia de Nonoai, na mesma diocese e

Estado. Em Nonoai desempenhou sua missão evangelizando seu povo com esmero e dedicação até 1924.

Adílio Daronch

A família de Adílio Daronch veio da Itália na leva dos imigrantes italianos que ingressaram no Brasil a partir de 1875. A família Daronch partiu do porto marítimo de Gênova, possivelmente embarcados no navio Savoie, tendo chegado ao Rio de Janeiro

em 01 de dezembro de 1890. No Rio Grande do Sul, a família se dedicou ao cultivo da terra e criação de animais domésticos, no município de Nova Palma.

Adílio nasceu no município de Cachoeira do Sul, em 25 de outubro de 1908. Foi o terceiro filho do casal Pedro e Judite. Em 1912, a família de Pedro Daronch transferiu-se para o município de Passo Fundo, onde Pedro atuou como fotógrafo. Passados

alguns anos, transferiu-se novamente e agora para Nonoai. A família Daronch se destacava na prática da caridade e colaborava muito com o Padre Manuel, ajudando-o nas missas e nas cerimônias litúrgicas e religiosas.

Desde cedo Adílio manifestava predileção pelas coisas da igreja e gostava de servir o padre como coroinha e ajudante em geral. Feita a primeira comunhão, começou a auxiliar no serviço do altar. Por sua vez, o Padre Manuel era, com frequência, hóspede da família Daronch e lá muitas vezes fazias suas refeições. Com o passar do tempo, acompanhava o Padre Manuel pelo interior, troteando em seu burrinho, ao lado do seu protetor e mestre.

O martírio dos servos de Deus

Em uma das visitas rotineiras as capelas da região, padre Manuel e o coroinha Adílio Da Ronch foram brutalmente assassinados em 21 de maio de 1924, na localidade de Feijão Miúdo, no atual município de Três Passos. Ambos são venerados pelos fiéis católicos da região e em 2007 foram beatificados por mandato do Papa Bento XVI em uma cerimônia presidida pelo Cardeal José Saraiva Martins, na cidade de Frederico Westphalen. Além de ser a primeira beatificação realizada no Rio Grande do Sul, Adílio Daronch é o primeiro gaúcho e o primeiro Coroinha do mundo a receber a consagração de Beato. (FB/JS)

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Beatos Manuel Gonzales e Adílio Daronch são confirmados como Patronos da diocese de Frederico Westphalen

Frederico Westphalen (Quarta-Feira, 26/09/2012, Gaudium Press) No último dia 21de setembro, os beatos padre Manuel Gomez Gonzales e o coroinha Adílio Daronch foram confirmados como patronos da diocese de Frederico Westphalen, no Estado do Rio Grande do Sul. Segundo o bispo diocesano, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, uma documentação foi encaminhada à Santa Sé, através da Nunciatura Apostólica, solicitando a declaração dos mártires como patronos da diocese gaúcha.

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Os Patronos da
Diocese de
Frederico
Westphalen

O pedido oficial foi encaminhado no dia 10 de junho de 2012, dias antes da Celebração Solene do Jubileu da diocese de Frederico Westphalen. Através de um Decreto da Congregação para o Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos, com data do dia 14 de setembro de 2012, a Santa Sé acolheu o pedido encaminhado por dom Antônio e declarou patronos os bem aventurados Padre Manuel Gomez Gonzales e o coroinha Adílio Daronch.

Agora, a diocese está trabalhando em prol da canonização dos beatos.

Padre Manuel Gómez González

O Padre Manuel Gómez González nasceu em São José de Ribarteme, Puenteareas, na província de Pontevedra na Galícia, em território espanhol. Ribarteme distava muito das cidades maiores da região. A paróquia fazia parte da diocese de Túy e sua população era pequena. Seus pais, José Gómez Rodrigues e Josefa González Duran, eram agricultores modestos. Seu primeiro filho foi Manuel, que recebeu o batismo no dia seguinte ao do nascimento, a 30 de maio de 1877.

A família de Manuel, segundo o testemunho do próprio pároco, era bem considerada por suas virtudes morais, cívicas e religiosas. O espírito religioso da família despertou no menino Manuel, a vocação para o sacerdócio. Ainda criança foi crismado na igreja de Santiago de Ribarteme, por Dom João Maria Babero, bispo de Túy. Precocemente, como decorrência do ambiente cristão em que vivia, Manuel sentiu o chamado da vocação sacerdotal. Depois de sua primeira comunhão, ingressou no seminário Diocesano de Túy.

Manuel foi ordenado sacerdote em 24 de maio de 1902 e transferiu-se para o Brasil em 1913, onde foi trabalhar na paróquia de Soledade, jurisdição da Diocese de Santa Maria, Rio Grande do Sul, e em 1915 na paróquia de Nonoai, na mesma diocese e

Estado. Em Nonoai desempenhou sua missão evangelizando seu povo com esmero e dedicação até 1924.

Adílio Daronch

A família de Adílio Daronch veio da Itália na leva dos imigrantes italianos que ingressaram no Brasil a partir de 1875. A família Daronch partiu do porto marítimo de Gênova, possivelmente embarcados no navio Savoie, tendo chegado ao Rio de Janeiro

em 01 de dezembro de 1890. No Rio Grande do Sul, a família se dedicou ao cultivo da terra e criação de animais domésticos, no município de Nova Palma.

Adílio nasceu no município de Cachoeira do Sul, em 25 de outubro de 1908. Foi o terceiro filho do casal Pedro e Judite. Em 1912, a família de Pedro Daronch transferiu-se para o município de Passo Fundo, onde Pedro atuou como fotógrafo. Passados

alguns anos, transferiu-se novamente e agora para Nonoai. A família Daronch se destacava na prática da caridade e colaborava muito com o Padre Manuel, ajudando-o nas missas e nas cerimônias litúrgicas e religiosas.

Desde cedo Adílio manifestava predileção pelas coisas da igreja e gostava de servir o padre como coroinha e ajudante em geral. Feita a primeira comunhão, começou a auxiliar no serviço do altar. Por sua vez, o Padre Manuel era, com frequência, hóspede da família Daronch e lá muitas vezes fazias suas refeições. Com o passar do tempo, acompanhava o Padre Manuel pelo interior, troteando em seu burrinho, ao lado do seu protetor e mestre.

O martírio dos servos de Deus

Em uma das visitas rotineiras as capelas da região, padre Manuel e o coroinha Adílio Da Ronch foram brutalmente assassinados em 21 de maio de 1924, na localidade de Feijão Miúdo, no atual município de Três Passos. Ambos são venerados pelos fiéis católicos da região e em 2007 foram beatificados por mandato do Papa Bento XVI em uma cerimônia presidida pelo Cardeal José Saraiva Martins, na cidade de Frederico Westphalen. Além de ser a primeira beatificação realizada no Rio Grande do Sul, Adílio Daronch é o primeiro gaúcho e o primeiro Coroinha do mundo a receber a consagração de Beato. (FB/JS)


 

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