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Confessar não é como ir a uma “sessão de tortura", lembra o Santo Padre
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29 de Abril de 2013 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 29-04-2013, Gaudium Press) - A Missa que o Papa Francisco costuma celebrar diariamente na Capela da Casa Santa Marta teve hoje a participação de funcionários da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica e de algumas religiosas.

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Foto: Gustavo Kralj - Gaudium Press

O Papa aproveitou a frase "Deus é luz e Nele não há trevas", da primeira Carta de São João, para desenvolver sua homilia.

"Todos nós temos obscuridades na nossa vida", ocasiões "em que há escuridão em tudo, inclusive na própria consciência", porém, afirmou o Papa, isto não é caminhar nas trevas.

"Caminhar nas trevas", ensinou o Santo Padre, "significa estar satisfeito consigo mesmo; estar convencido de que não precisa de salvação: Essas são as trevas!" E recomendou "Olhem seus pecados, os nossos pecados: todos somos pecadores, todos... Este é o ponto de partida. Se confessamos nosso pecados, Ele é fiel, é justo a ponto de nos perdoar."

Continuando, o Pontífice lembrou o que acontece no Sacramento da Reconciliação, a Confissão: "O confessionário não é uma tinturaria: é um encontro com Jesus que nos espera como somos. Temos vergonha de dizer a verdade, ‘fiz isso, pensei aquilo'. Mas a vergonha é uma virtude verdadeiramente cristã e também humana... a capacidade de envergonhar-se é uma virtude do humilde".

O Papa ainda destacou, antes de encerrar suas palavras, a importância das virtudes da humildade e da docilidade: "Humildade e docilidade são como uma moldura da vida cristã. Um cristão vive sempre assim, na humildade e na docilidade. E Jesus nos espera para nos perdoar. Confessar não é como ir a uma "sessão de tortura". "Não! Confessar-se é louvar a Deus, porque eu pecador fui salvo por Ele. E ele me espera para me repreender? Não, com ternura para me perdoar. E se amanhã fizer a mesma coisa? Confesse-se mais uma vez... Ele sempre nos espera". (JS)

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Confessar não é como ir a uma “sessão de tortura", lembra o Santo Padre

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 29-04-2013, Gaudium Press) - A Missa que o Papa Francisco costuma celebrar diariamente na Capela da Casa Santa Marta teve hoje a participação de funcionários da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica e de algumas religiosas.

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Foto: Gustavo Kralj - Gaudium Press

O Papa aproveitou a frase "Deus é luz e Nele não há trevas", da primeira Carta de São João, para desenvolver sua homilia.

"Todos nós temos obscuridades na nossa vida", ocasiões "em que há escuridão em tudo, inclusive na própria consciência", porém, afirmou o Papa, isto não é caminhar nas trevas.

"Caminhar nas trevas", ensinou o Santo Padre, "significa estar satisfeito consigo mesmo; estar convencido de que não precisa de salvação: Essas são as trevas!" E recomendou "Olhem seus pecados, os nossos pecados: todos somos pecadores, todos... Este é o ponto de partida. Se confessamos nosso pecados, Ele é fiel, é justo a ponto de nos perdoar."

Continuando, o Pontífice lembrou o que acontece no Sacramento da Reconciliação, a Confissão: "O confessionário não é uma tinturaria: é um encontro com Jesus que nos espera como somos. Temos vergonha de dizer a verdade, ‘fiz isso, pensei aquilo'. Mas a vergonha é uma virtude verdadeiramente cristã e também humana... a capacidade de envergonhar-se é uma virtude do humilde".

O Papa ainda destacou, antes de encerrar suas palavras, a importância das virtudes da humildade e da docilidade: "Humildade e docilidade são como uma moldura da vida cristã. Um cristão vive sempre assim, na humildade e na docilidade. E Jesus nos espera para nos perdoar. Confessar não é como ir a uma "sessão de tortura". "Não! Confessar-se é louvar a Deus, porque eu pecador fui salvo por Ele. E ele me espera para me repreender? Não, com ternura para me perdoar. E se amanhã fizer a mesma coisa? Confesse-se mais uma vez... Ele sempre nos espera". (JS)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/46223-Confessar-nao-e-como-ir-a-uma--ldquo-sessao-de-tortura---lembra-o-Santo-Padre. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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