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Secretário de Estado do Vaticano condena em carta ataques de intolerância contra cristãos no Paquistão
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3 de Agosto de 2009 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Segunda, 03-08-2009, Gaudium Press) "O Santo Padre está profundamente consternado com os insensatos ataques à comunidade cristã de Groja", começa texto do secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarciso Bertone, divulgado hoje pela Santa Sé. Em nome de Bento XVI, Bertone enviou uma carta de condolências ao bispo de Faisalabad, no Paquistão, monsenhor Joseph Coutts, lamentando os ataques sofridos pela diocese neste fim de semana. No texto, o Papa manifesta proximidade às famílias e às vítimas e diz orar pelos mortos da tragédia.

Pela terceira vez em apenas um mês, cristãos foram vítimas de intolerância religiosa no país, de predominância muçulmana.  Desta vez, no enanto, a ação foi mais violenta. No último sábado, um grupo de muçulmanos invadiu o vilarejo de Groja, no oeste do Paquistão, sob a suposta alegação de que cristãos teriam profanado o Alcorão, livro sagrado do Islã. Encolerizados, mataram seis pessoas foram mortas, inclusive uma criança, e deixaram dez feridos. Autoridades dizem que as vítimas foram queimadas vivas. Uma igreja e cerca de 40 casas também foram incendiadas.

Por serem minoria - menos de 3% da população -, adeptos do cristianismo são considerados cidadãos de classe inferior no Paquistão e, por isso, têm diversos direitos cerceados. Não-muçulmanos não podem, por exemplo, ser eleitos para cargos majoritários como presidente ou primeiro-ministro.

No telegrama, escrito em inglês, cardeal Bertone afirma que o Papa "encoraja fortemente toda a comunidade diocesana e todos os cristãos do Paquistão a não cessarem seus esforços em construir uma sociedade que, com um profundo senso de confiança em valores humanos e religiosos, tem por característica o respeito mútuo entre todos os seus membros".

"Em nome de Deus, o Papa apela a todos para que renunciem ao caminho da violência, que causa tanto sofrimento, e abracem a via da paz", diz o texto, antes de encerrar com a benção apostólica do Papa "a todos os que choram seus mortos".

 

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Secretário de Estado do Vaticano condena em carta ataques de intolerância contra cristãos no Paquistão

Cidade do Vaticano (Segunda, 03-08-2009, Gaudium Press) "O Santo Padre está profundamente consternado com os insensatos ataques à comunidade cristã de Groja", começa texto do secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarciso Bertone, divulgado hoje pela Santa Sé. Em nome de Bento XVI, Bertone enviou uma carta de condolências ao bispo de Faisalabad, no Paquistão, monsenhor Joseph Coutts, lamentando os ataques sofridos pela diocese neste fim de semana. No texto, o Papa manifesta proximidade às famílias e às vítimas e diz orar pelos mortos da tragédia.

Pela terceira vez em apenas um mês, cristãos foram vítimas de intolerância religiosa no país, de predominância muçulmana.  Desta vez, no enanto, a ação foi mais violenta. No último sábado, um grupo de muçulmanos invadiu o vilarejo de Groja, no oeste do Paquistão, sob a suposta alegação de que cristãos teriam profanado o Alcorão, livro sagrado do Islã. Encolerizados, mataram seis pessoas foram mortas, inclusive uma criança, e deixaram dez feridos. Autoridades dizem que as vítimas foram queimadas vivas. Uma igreja e cerca de 40 casas também foram incendiadas.

Por serem minoria - menos de 3% da população -, adeptos do cristianismo são considerados cidadãos de classe inferior no Paquistão e, por isso, têm diversos direitos cerceados. Não-muçulmanos não podem, por exemplo, ser eleitos para cargos majoritários como presidente ou primeiro-ministro.

No telegrama, escrito em inglês, cardeal Bertone afirma que o Papa "encoraja fortemente toda a comunidade diocesana e todos os cristãos do Paquistão a não cessarem seus esforços em construir uma sociedade que, com um profundo senso de confiança em valores humanos e religiosos, tem por característica o respeito mútuo entre todos os seus membros".

"Em nome de Deus, o Papa apela a todos para que renunciem ao caminho da violência, que causa tanto sofrimento, e abracem a via da paz", diz o texto, antes de encerrar com a benção apostólica do Papa "a todos os que choram seus mortos".

 


 

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