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“Os anciões são uma graça para a humanidade”, afirma Arcebispo de Madri
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18 de Julho de 2016 / 0 Comentários
 
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Madri - Espanha (Segunda-feira, 18-07-2016, Gaudium Press) Uma especial atenção aos anciões é a que prestou o Arcebispo de Madri, Dom Carlos Osoro Sierra, em sua mais recente carta semanal. O prelado recordou que os idosos são um tesouro para a família e para a sociedade, exortando a não esquecê-los porque hoje necessitamos de sua experiência e de suas carícias.

"Todos devemos pensar neles; não são um peso, mas um tesouro (...) Estamos todos chamados a trabalhar para que a família assuma seu ser e sua missão. E nesse ser e missão, não podemos esquecer aos anciões. Em minha vida experimentei que os avós ocupavam um lugar especial e creio que isto pertence ao dinamismo do Evangelho", escreve o prelado.

Para falar disso, o Arcebispo recorda trechos do Evangelho que falam dos anciões: "Como não recordar aquele encontro no templo do Deus feito homem com aqueles dois anciões: Simeão e a profetisa Ana! Quando era criança recém-nascido em Belém, seus pais o apresentam no templo como era costume dos judeus. Ele, que é a Vida e se soma à história feito homem, se encontrou com aqueles anciões. Por uma parte, Deus nos manifesta assim a necessidade deste encontro com os idosos e, por outra, os anciões manifestam e constatam a necessidade da criança entre os homens, na história".

"Nessa imagem maravilhosa -segue Dom Osoro- Deus nos quer dizer algo que pertence à essência da família: crianças e anciões constroem o futuro da humanidade. Daí o cuidado de ambos e a necessidade de não separá-los, pois uns se enriquecem com os outros: uns dão esperança e futuro; outros dão experiência e serenidade, contagiam confiança dando aquilo que depois dos anos consideram e veem que é o mais fundamental. Quando não se dá importância a uns e a outros ao mesmo tempo, o futuro está comprometido".

Dirigindo-se depois aos mais velhos, o prelado confessou sentir por eles uma predileção pela missão que tem na família, e lhes recordou que são uma graça para a humanidade. "Não penseis que sois um peso inútil, pelo contrário: sois testemunhas do passado e sois inspiradores de sabedoria para o presente e o futuro. Sem vós, falta algo fundamental na nossa sociedade. Daí a importância que tem vossa presença e que os vejam e tratem as crianças e os jovens. Que importante seria se todos os escutássemos!", acrescentou.

Depois lhes alentou: "Canalizar vossa tarefa nestes momentos em que vive a humanidade é de especial importância, pois não sois excedentes para arquivar, mas protagonistas para construir".

Dom Osoro também assegurou que os anciões têm uma forma especial, já que são conhecedores da realidade e dos demais, sobretudo, de sua família, a quem amam. "Amam a vida. Amam aos seus. Sabem que é o único que fica e lhes fica. Que sabedoria! Somente no amor a pessoa confia plenamente. É um princípio fundamental. Por que confiam os filhos aos pais e, de um modo especial, com os avós? Porque sabem fazer experimentar aos seus que a pessoa é sobretudo acolhida de sua revelação (...) O amor é a verdadeira inteligência que penetra toda a pessoa e abraça sua realidade, ninguém omite ela e nunca produz violências", acrescentou o prelado.

Concluindo a carta, o Arcebispo de Madri disse que os avós são especialistas em curar as feridas de Jesus, posto que sabem tocar e acariciar, eles "são testemunhas do passado, mestres da sabedoria para o presente, cimentos fortes do futuro, nos ajudam a clarificar a escalada de valores humanos, nos fazem ver a continuidade das gerações e a interdependência, rompem barreiras das gerações e criam pontes, presenteiam carinho, compreensão, amor com seus olhos, palavras e carícias". (GPE/EPC)

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“Os anciões são uma graça para a humanidade”, afirma Arcebispo de Madri

Madri - Espanha (Segunda-feira, 18-07-2016, Gaudium Press) Uma especial atenção aos anciões é a que prestou o Arcebispo de Madri, Dom Carlos Osoro Sierra, em sua mais recente carta semanal. O prelado recordou que os idosos são um tesouro para a família e para a sociedade, exortando a não esquecê-los porque hoje necessitamos de sua experiência e de suas carícias.

"Todos devemos pensar neles; não são um peso, mas um tesouro (...) Estamos todos chamados a trabalhar para que a família assuma seu ser e sua missão. E nesse ser e missão, não podemos esquecer aos anciões. Em minha vida experimentei que os avós ocupavam um lugar especial e creio que isto pertence ao dinamismo do Evangelho", escreve o prelado.

Para falar disso, o Arcebispo recorda trechos do Evangelho que falam dos anciões: "Como não recordar aquele encontro no templo do Deus feito homem com aqueles dois anciões: Simeão e a profetisa Ana! Quando era criança recém-nascido em Belém, seus pais o apresentam no templo como era costume dos judeus. Ele, que é a Vida e se soma à história feito homem, se encontrou com aqueles anciões. Por uma parte, Deus nos manifesta assim a necessidade deste encontro com os idosos e, por outra, os anciões manifestam e constatam a necessidade da criança entre os homens, na história".

"Nessa imagem maravilhosa -segue Dom Osoro- Deus nos quer dizer algo que pertence à essência da família: crianças e anciões constroem o futuro da humanidade. Daí o cuidado de ambos e a necessidade de não separá-los, pois uns se enriquecem com os outros: uns dão esperança e futuro; outros dão experiência e serenidade, contagiam confiança dando aquilo que depois dos anos consideram e veem que é o mais fundamental. Quando não se dá importância a uns e a outros ao mesmo tempo, o futuro está comprometido".

Dirigindo-se depois aos mais velhos, o prelado confessou sentir por eles uma predileção pela missão que tem na família, e lhes recordou que são uma graça para a humanidade. "Não penseis que sois um peso inútil, pelo contrário: sois testemunhas do passado e sois inspiradores de sabedoria para o presente e o futuro. Sem vós, falta algo fundamental na nossa sociedade. Daí a importância que tem vossa presença e que os vejam e tratem as crianças e os jovens. Que importante seria se todos os escutássemos!", acrescentou.

Depois lhes alentou: "Canalizar vossa tarefa nestes momentos em que vive a humanidade é de especial importância, pois não sois excedentes para arquivar, mas protagonistas para construir".

Dom Osoro também assegurou que os anciões têm uma forma especial, já que são conhecedores da realidade e dos demais, sobretudo, de sua família, a quem amam. "Amam a vida. Amam aos seus. Sabem que é o único que fica e lhes fica. Que sabedoria! Somente no amor a pessoa confia plenamente. É um princípio fundamental. Por que confiam os filhos aos pais e, de um modo especial, com os avós? Porque sabem fazer experimentar aos seus que a pessoa é sobretudo acolhida de sua revelação (...) O amor é a verdadeira inteligência que penetra toda a pessoa e abraça sua realidade, ninguém omite ela e nunca produz violências", acrescentou o prelado.

Concluindo a carta, o Arcebispo de Madri disse que os avós são especialistas em curar as feridas de Jesus, posto que sabem tocar e acariciar, eles "são testemunhas do passado, mestres da sabedoria para o presente, cimentos fortes do futuro, nos ajudam a clarificar a escalada de valores humanos, nos fazem ver a continuidade das gerações e a interdependência, rompem barreiras das gerações e criam pontes, presenteiam carinho, compreensão, amor com seus olhos, palavras e carícias". (GPE/EPC)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/80717--ldquo-Os-ancioes-sao-uma-graca-para-a-humanidade-rdquo---afirma-Arcebispo-de-Madri. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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