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O acontecimento salvífico guadalupano “transcende fronteiras”, recorda Cônego da Basílica de Guadalupe
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31 de Agosto de 2016 / 0 Comentários
 
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Bogotá - Colômbia (Quarta-feira, 31-08-2016, Gaudium Press) "Santa Maria de Guadalupe nos mostra o caminho da santidade no amor misericordioso de Deus", foi o tema da conferência que ofereceu no último domingo, 28 de agosto, Dom Eduardo Chávez, Cônego da Basílica de Guadalupe, no marco da celebração do Jubileu Continental da Misericórdia que foi concluído no dia 30 de agosto em Bogotá, Colômbia.O acontecimento salvífico guadalupano ?transcende fronteiras?, recorda Cônego da Basílica de Guadalupe 1.jpg

Dom Chávez aprofundou sobre o acontecimento guadalupano unindo-o com o Ano Santo convocado pelo Papa Francisco, que justamente se celebrou no sábado, 27, até o dia 30 de agosto na capital colombiana.

O presbítero iniciou sua dissertação recordando a visita que realizou no ano passado o Santo Padre à Basílica de Guadalupe, quando orou em silêncio diante da imagem milagrosa da "Moreninha de Tepeyac". Para o cônego, este "foi um momento de eternidade", onde "milhões em todo o mundo estivemos com ele nesse instante transcendental", já que "estávamos compenetrados na mesma oração contemplativa".

Referindo-se depois à importância da Mãe de Deus como co-redentora, disse que ela "nos conduz sempre a Ele, ao seu Filho Jesus Cristo, ela é a 'Estrela da primeira e a nova evangelização'", é "perfeita discípula e pedagoga da evangelização", como diz no documento conclusivo da Conferência Geral do Episcopado Latino-americano de Aparecida.

Em outro momento falou de São Juan Diego de Cuauhtlatoatzin, referindo-se a ele como um leigo de seu tempo que teve o privilégio de ser testemunha do milagre guadalupano, e recordando que foi ele, primeiro indígena canonizado do Continente Americano, "o portador desta mensagem para o mundo inteiro".

"Foi um humilde indígena que em seu tempo e em sua sociedade não lhe era concedida credibilidade, foi ele, leigo humilde, o intercessor da Mãe de Deus, para que se cumprisse sua vontade de edificar um novo templo, uma 'casinha sagrada', lugar de encontro entre Deus e os seres humanos, um lugar de harmonia cósmica em um novo gêneses", acrescentou Dom Chávez.

Concluindo a conferência, o Cônego da Basílica de Guadalupe sublinhou que ainda hoje o acontecimento salvífico guadalupano "transcende fronteiras, culturas, povos, tradições, costumes e chega até o mais profundo de todos".

"A 'Virgem Moreninha' nos ensina que a única força capaz de conquistar o coração dos homens é a ternura de Deus", pontualizou Dom Chávez, fazendo eco às palavras do Papa Francisco.

O acontecimento salvífico guadalupano ?transcende fronteiras?, recorda Cônego da Basílica de Guadalupe 2.jpg

O Jubileu Continental da Misericórdia foi organizado pela Pontifícia Comissão para América Latina (CAL) em união com o Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM). O evento foi presidido pelo Cardeal Marc Ouellet, Presidente da CAL e o Cardeal Rubén Salazar Gómez, Presidente do CELAM.

Além das conferências que ocorreram no lugar, como a que ministrou Dom Chávez, o evento também contou com um momento especial para as Obras de Misericórdia com a visita à 27 Obras a favor dos necessitados que se desenvolvem em Bogotá.

Bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, além de leigos, que participaram neste Jubileu, se aproximaram das realidades destas instituições e conheceram de perto o trabalho que realiza a Igreja em favor dos mais necessitados. (GPE/EPC)

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O acontecimento salvífico guadalupano “transcende fronteiras”, recorda Cônego da Basílica de Guadalupe

Bogotá - Colômbia (Quarta-feira, 31-08-2016, Gaudium Press) "Santa Maria de Guadalupe nos mostra o caminho da santidade no amor misericordioso de Deus", foi o tema da conferência que ofereceu no último domingo, 28 de agosto, Dom Eduardo Chávez, Cônego da Basílica de Guadalupe, no marco da celebração do Jubileu Continental da Misericórdia que foi concluído no dia 30 de agosto em Bogotá, Colômbia.O acontecimento salvífico guadalupano ?transcende fronteiras?, recorda Cônego da Basílica de Guadalupe 1.jpg

Dom Chávez aprofundou sobre o acontecimento guadalupano unindo-o com o Ano Santo convocado pelo Papa Francisco, que justamente se celebrou no sábado, 27, até o dia 30 de agosto na capital colombiana.

O presbítero iniciou sua dissertação recordando a visita que realizou no ano passado o Santo Padre à Basílica de Guadalupe, quando orou em silêncio diante da imagem milagrosa da "Moreninha de Tepeyac". Para o cônego, este "foi um momento de eternidade", onde "milhões em todo o mundo estivemos com ele nesse instante transcendental", já que "estávamos compenetrados na mesma oração contemplativa".

Referindo-se depois à importância da Mãe de Deus como co-redentora, disse que ela "nos conduz sempre a Ele, ao seu Filho Jesus Cristo, ela é a 'Estrela da primeira e a nova evangelização'", é "perfeita discípula e pedagoga da evangelização", como diz no documento conclusivo da Conferência Geral do Episcopado Latino-americano de Aparecida.

Em outro momento falou de São Juan Diego de Cuauhtlatoatzin, referindo-se a ele como um leigo de seu tempo que teve o privilégio de ser testemunha do milagre guadalupano, e recordando que foi ele, primeiro indígena canonizado do Continente Americano, "o portador desta mensagem para o mundo inteiro".

"Foi um humilde indígena que em seu tempo e em sua sociedade não lhe era concedida credibilidade, foi ele, leigo humilde, o intercessor da Mãe de Deus, para que se cumprisse sua vontade de edificar um novo templo, uma 'casinha sagrada', lugar de encontro entre Deus e os seres humanos, um lugar de harmonia cósmica em um novo gêneses", acrescentou Dom Chávez.

Concluindo a conferência, o Cônego da Basílica de Guadalupe sublinhou que ainda hoje o acontecimento salvífico guadalupano "transcende fronteiras, culturas, povos, tradições, costumes e chega até o mais profundo de todos".

"A 'Virgem Moreninha' nos ensina que a única força capaz de conquistar o coração dos homens é a ternura de Deus", pontualizou Dom Chávez, fazendo eco às palavras do Papa Francisco.

O acontecimento salvífico guadalupano ?transcende fronteiras?, recorda Cônego da Basílica de Guadalupe 2.jpg

O Jubileu Continental da Misericórdia foi organizado pela Pontifícia Comissão para América Latina (CAL) em união com o Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM). O evento foi presidido pelo Cardeal Marc Ouellet, Presidente da CAL e o Cardeal Rubén Salazar Gómez, Presidente do CELAM.

Além das conferências que ocorreram no lugar, como a que ministrou Dom Chávez, o evento também contou com um momento especial para as Obras de Misericórdia com a visita à 27 Obras a favor dos necessitados que se desenvolvem em Bogotá.

Bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, além de leigos, que participaram neste Jubileu, se aproximaram das realidades destas instituições e conheceram de perto o trabalho que realiza a Igreja em favor dos mais necessitados. (GPE/EPC)


 

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