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Na Audiência Jubilar, Papa recorda: "Com o Senhor está a misericórdia, nele é abundante a redenção! ”
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12 de Setembro de 2016 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano - (Segunda-feira- 12/09/2016, Gaudium Press) - Desde o início do Ano Jubilar da Misericórdia, o Papa Francisco tem realizado aos sábados o que se convencionou chamar de "audiência jubilar".

Na Praça São Pedro, o Pontífice recebe os fiéis e peregrinos que estejam em Rom, em sua maioria, para cumprir os preceitos do Ano Jubilar passando pela Porta Santa. Sem dúvida é uma oportunidade para também rezar com o Papa.

Depois de dois meses, neste último sábado, o Santo Padre realizou a nona dessas Audiências e a Praça São Pedro voltou a encher-se de gente.

A Catequese

O Papa baseou sua catequese no trecho bíblico do Apóstolo Pedro que fala de Misericórdia e da Redenção, ou seja, da salvação que nos foi dada através do sangue de Cristo.

O Papa lembrou que a palavra "Redenção" é pouco usada, mas ela é fundamental porque indica a mais radical libertação que Deus podia realizar por nós, por toda a humanidade, por toda a criação.

Ilusão de salvar-se a si próprio

Para Francisco, o homem de hoje se ilude cometendo o erro de julgar poder libertar-se, salvar-se a si próprio sem a intervenção de Deus. Aliás, o homem moderno gaba-se de fazer isso.

Mas não passa de uma pura ilusão acentuou o Papa Francisco: Basta pensar nas numerosas pessoas que, em nome da liberdade, são vendidas como escravas, ou se submetem à droga a isso, àquilo, àqueloutro ...

"São escravas, tornam-se escravas em nome da liberdade. Todos temos visto pessoas do género acabar de rastos. "Precisamos que Deus nos liberte de todas as formas de indiferença, de egoísmo e de auto-suficiência".

Vida nova, feita de perdão, amor, alegria

O Santo Padre recordou que Cristo sacrificou-se por nós, venceu a morte e o pecado para que nós pudéssemos receber uma vida nova, feita de perdão, de amor de alegria. Três palavras bonitas que Francisco sublinhou, repetiu e acrescentou que tudo o que Cristo assumiu foi redimido, liberto, salvo.

A vida apresenta provações, sofremos, mas quando isto acontece somos convidados a dirigir o olhar para Jesus crucificado que sofre por nós e conosco, uma prova certa de que Deus não nos abandona, salientou Francisco, que ainda convidou a não nos esquecermos nunca que nas angústias e perseguições, assim como nos sofrimentos quotidianos, somos sempre libertados pela mão misericordiosa de Deus que nos eleva para si e nos conduz à vida nova:

"O amor de Deus não tem limites: podemos descobrir sempre novos sinais que indicam a sua atenção para conosco e, sobretudo, a sua vontade de vir até nós e de nos preceder. Toda a nossa vida, embora marcada pela fragilidade do pecado, é colocada sob o olhar de Deus que nos ama."

Afirmando que na Sagrada Escritura temos muitas passagens que nos recordam a presença, a proximidade e a ternura de Deus para com cada ser humano, Francisco frisou:

Quanto mais estamos na necessidade, mais o seu olhar misericordioso se pousa sobre nós, pois que Ele conhece nossas fraquezas, " conhece os nossos pecados e nos perdoa; perdoa sempre! É muito bom, é muito bom o nosso Pai"

Por fim, ele incentivou a nos abrirmos a Jesus e, por fim interagindo com os fiéis citou salmo 103:

"Com o Senhor está a misericórdia, e nele é abundante a redenção!"

"Ouviste bem? "Com o Senhor está a misericórdia, e nele é abundante a redenção." E outra vez mais:

"Com o Senhor está a misericórdia, e nele é abundante a redenção! " (JSG)

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Na Audiência Jubilar, Papa recorda: "Com o Senhor está a misericórdia, nele é abundante a redenção! ”

Cidade do Vaticano - (Segunda-feira- 12/09/2016, Gaudium Press) - Desde o início do Ano Jubilar da Misericórdia, o Papa Francisco tem realizado aos sábados o que se convencionou chamar de "audiência jubilar".

Na Praça São Pedro, o Pontífice recebe os fiéis e peregrinos que estejam em Rom, em sua maioria, para cumprir os preceitos do Ano Jubilar passando pela Porta Santa. Sem dúvida é uma oportunidade para também rezar com o Papa.

Depois de dois meses, neste último sábado, o Santo Padre realizou a nona dessas Audiências e a Praça São Pedro voltou a encher-se de gente.

A Catequese

O Papa baseou sua catequese no trecho bíblico do Apóstolo Pedro que fala de Misericórdia e da Redenção, ou seja, da salvação que nos foi dada através do sangue de Cristo.

O Papa lembrou que a palavra "Redenção" é pouco usada, mas ela é fundamental porque indica a mais radical libertação que Deus podia realizar por nós, por toda a humanidade, por toda a criação.

Ilusão de salvar-se a si próprio

Para Francisco, o homem de hoje se ilude cometendo o erro de julgar poder libertar-se, salvar-se a si próprio sem a intervenção de Deus. Aliás, o homem moderno gaba-se de fazer isso.

Mas não passa de uma pura ilusão acentuou o Papa Francisco: Basta pensar nas numerosas pessoas que, em nome da liberdade, são vendidas como escravas, ou se submetem à droga a isso, àquilo, àqueloutro ...

"São escravas, tornam-se escravas em nome da liberdade. Todos temos visto pessoas do género acabar de rastos. "Precisamos que Deus nos liberte de todas as formas de indiferença, de egoísmo e de auto-suficiência".

Vida nova, feita de perdão, amor, alegria

O Santo Padre recordou que Cristo sacrificou-se por nós, venceu a morte e o pecado para que nós pudéssemos receber uma vida nova, feita de perdão, de amor de alegria. Três palavras bonitas que Francisco sublinhou, repetiu e acrescentou que tudo o que Cristo assumiu foi redimido, liberto, salvo.

A vida apresenta provações, sofremos, mas quando isto acontece somos convidados a dirigir o olhar para Jesus crucificado que sofre por nós e conosco, uma prova certa de que Deus não nos abandona, salientou Francisco, que ainda convidou a não nos esquecermos nunca que nas angústias e perseguições, assim como nos sofrimentos quotidianos, somos sempre libertados pela mão misericordiosa de Deus que nos eleva para si e nos conduz à vida nova:

"O amor de Deus não tem limites: podemos descobrir sempre novos sinais que indicam a sua atenção para conosco e, sobretudo, a sua vontade de vir até nós e de nos preceder. Toda a nossa vida, embora marcada pela fragilidade do pecado, é colocada sob o olhar de Deus que nos ama."

Afirmando que na Sagrada Escritura temos muitas passagens que nos recordam a presença, a proximidade e a ternura de Deus para com cada ser humano, Francisco frisou:

Quanto mais estamos na necessidade, mais o seu olhar misericordioso se pousa sobre nós, pois que Ele conhece nossas fraquezas, " conhece os nossos pecados e nos perdoa; perdoa sempre! É muito bom, é muito bom o nosso Pai"

Por fim, ele incentivou a nos abrirmos a Jesus e, por fim interagindo com os fiéis citou salmo 103:

"Com o Senhor está a misericórdia, e nele é abundante a redenção!"

"Ouviste bem? "Com o Senhor está a misericórdia, e nele é abundante a redenção." E outra vez mais:

"Com o Senhor está a misericórdia, e nele é abundante a redenção! " (JSG)


 

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