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Plinio Corrêa de Oliveira: amor à Igreja
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7 de Outubro de 2016 / 0 Comentários
 
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amor a Igreja

Redação (Sexta-feira, 07-10-2016, Gaudium Press) A criança nasce amando. Não há regras a serem ensinadas ao bebê, para que ele saiba amar seus pais. Isso é recíproco: uma mãe ama seu filho, naturalmente. Ela não apreendeu em nenhum manual como amá-lo.

Amor à Santa IgrejaEssa paixão chamada amor é neutra e poderá ser boa ou má, conforme o objeto amado. Afirma Santo Agostinho:"Pondus meum, amor meus - meu peso é meu amor; o que amo é o peso que inclina meu coração".[1]

Mas o que é o amor?

O Doutor Angélico explica que: é "o princípio do movimento do apetite racional, do querer livremente o fim amado, que é o bem."[2] Isto é, o movimento da vontade, livre, que procura o seu fim, que é o bem.

Quando a vontade é reta é bom, não sendo ela degenera-se num mal amor. Santo Agostinho classifica dois tipos de amores: "aquele no qual se ama os homens e as coisas criadas em função de Deus, é caridade; voltar-se para si, amar o mundo e o que é do mundo, é concupiscência".[3] Portanto, ama-se a Deus até o esquecimento de si mesmo ou, pelo contrário, ama-se a si mesmo até o esquecimento do próprio Deus.

Encontramos um lindo exemplo dessa primeira forma de amor na vida do Professor Plinio Corrêa de Oliveira. Na obra intitulada "O Dom de Sabedoria na Mente,Vida e Obra de Plinio Corrêa de Oliveira, escrita pelo Mons. João S. Clá Dias, EP.

Mons. Clá descreve o encanto que tinha o pequeno Plinio por uma imagem que pertencia à sua mãe dona Lucília, do Sagrado Coração de Jesus. Ele achava bela a imagem, mas pensava Dr. Plinio, em sua tenra idade, que "eu queria conhecê-Lo em estado vivo".[...] Comecei, então, a perceber que Ele vivo estava na Igreja".[4] O amor desse menino à Santa Igreja marcou toda à sua vida e por ela viveu, amou-a e batalhou contra seus adversários.

Ele fez dela a luz de seus olhos a alegria de sua alma: "A Igreja Católica é para mim mais do que meu pai, mais do que minha mãe, mais do que minha vida, mais do que tudo que eu possa ter; a Igreja Católica, eu a amo com amor tal que tenho laivos de adoração! Porque ela é o corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo!".[5]

Aqui podemos empregar com toda propriedade as palavras de São Paulo quando se dirige aos Coríntios: "A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior dela é a caridade. (I Cor. 13,8-9.13)

Por Lucas Miguel Lihue

1. AGOSTINHO. Santo. Confissões. Livro XIII, 9, 10
2.TOMÁS DE AQUINO, Santo. Suma Teológica. I-II. q. 26. a. 1.
3.AGOSTINHO. Santo. Comentários aos Salmos. 2ª ed. Trad. Monjas Beneditinas. São Paulo: Paulus, 2005. v. I. 31 II, 5. p. 354
4.João Scognamiglio Clá Dias, Mons. O Dom de Sabedoria na Mente, Vida e Obra de Plinio Corrêa de Oliveira. Libreria Editrice Vaticana - Inst. Lumen Sapientiae - SP, V.I. p. 85
5.Idem

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Plinio Corrêa de Oliveira: amor à Igreja

amor a Igreja

Redação (Sexta-feira, 07-10-2016, Gaudium Press) A criança nasce amando. Não há regras a serem ensinadas ao bebê, para que ele saiba amar seus pais. Isso é recíproco: uma mãe ama seu filho, naturalmente. Ela não apreendeu em nenhum manual como amá-lo.

Amor à Santa IgrejaEssa paixão chamada amor é neutra e poderá ser boa ou má, conforme o objeto amado. Afirma Santo Agostinho:"Pondus meum, amor meus - meu peso é meu amor; o que amo é o peso que inclina meu coração".[1]

Mas o que é o amor?

O Doutor Angélico explica que: é "o princípio do movimento do apetite racional, do querer livremente o fim amado, que é o bem."[2] Isto é, o movimento da vontade, livre, que procura o seu fim, que é o bem.

Quando a vontade é reta é bom, não sendo ela degenera-se num mal amor. Santo Agostinho classifica dois tipos de amores: "aquele no qual se ama os homens e as coisas criadas em função de Deus, é caridade; voltar-se para si, amar o mundo e o que é do mundo, é concupiscência".[3] Portanto, ama-se a Deus até o esquecimento de si mesmo ou, pelo contrário, ama-se a si mesmo até o esquecimento do próprio Deus.

Encontramos um lindo exemplo dessa primeira forma de amor na vida do Professor Plinio Corrêa de Oliveira. Na obra intitulada "O Dom de Sabedoria na Mente,Vida e Obra de Plinio Corrêa de Oliveira, escrita pelo Mons. João S. Clá Dias, EP.

Mons. Clá descreve o encanto que tinha o pequeno Plinio por uma imagem que pertencia à sua mãe dona Lucília, do Sagrado Coração de Jesus. Ele achava bela a imagem, mas pensava Dr. Plinio, em sua tenra idade, que "eu queria conhecê-Lo em estado vivo".[...] Comecei, então, a perceber que Ele vivo estava na Igreja".[4] O amor desse menino à Santa Igreja marcou toda à sua vida e por ela viveu, amou-a e batalhou contra seus adversários.

Ele fez dela a luz de seus olhos a alegria de sua alma: "A Igreja Católica é para mim mais do que meu pai, mais do que minha mãe, mais do que minha vida, mais do que tudo que eu possa ter; a Igreja Católica, eu a amo com amor tal que tenho laivos de adoração! Porque ela é o corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo!".[5]

Aqui podemos empregar com toda propriedade as palavras de São Paulo quando se dirige aos Coríntios: "A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. Atualmente permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior dela é a caridade. (I Cor. 13,8-9.13)

Por Lucas Miguel Lihue

1. AGOSTINHO. Santo. Confissões. Livro XIII, 9, 10
2.TOMÁS DE AQUINO, Santo. Suma Teológica. I-II. q. 26. a. 1.
3.AGOSTINHO. Santo. Comentários aos Salmos. 2ª ed. Trad. Monjas Beneditinas. São Paulo: Paulus, 2005. v. I. 31 II, 5. p. 354
4.João Scognamiglio Clá Dias, Mons. O Dom de Sabedoria na Mente, Vida e Obra de Plinio Corrêa de Oliveira. Libreria Editrice Vaticana - Inst. Lumen Sapientiae - SP, V.I. p. 85
5.Idem

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/82697-Plinio-Correa-de-Oliveira--amor-a-Igreja. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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