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Semana dos Seminários, em Portugal: Bispo encarregado da Pastoral Vocacional faz declarações
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10 de Novembro de 2016 / 0 Comentários
 
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Fátima - Portugal (Quinta-feira, 10-11-2016, Gaudium Press) "Nós ainda vemos o sacerdócio e até as vocações sacerdotais com uma necessidade, às vezes como um problema, uma realidade que dessa forma não nos leva a parte nenhuma". São palavras de Dom Virgílio Antunes, em entrevista concedida, em Fátima, à Agencia Ecclesia, no transcurso da Semana dos Seminários que está sendo realizada em Portugal.

Semana dos Seminários, em Portugal Bispo encarregado da Pastoral Vocacional faz declarações.jpg

Dom Virgílio Antunes que é o presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios afirmou que a Igreja Católica deve mostrar o sacerdócio não como uma "necessidade" ou "problema", mas sim como um "dom para os outros", e como fruto da "misericórdia de Deus".

Ele assegurou em suas declarações que, sobre a questão da promoção vocacional, existe uma necessidade de a Igreja Católica "mudar algumas das perspectivas que vinha insistindo no passado".

Dom Virgílio, que é o Bispo de Coimbra, em Portugal, está em Fátima participando da 190ª Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa e participa da "Semana dos Seminários" que tem como tema "Movidos pela Misericórdia de Deus".

Fundamento de qualquer vocação

Em suas palavras, o prelado destacou que "o fundamento de qualquer vocação é a própria humanidade" de cada pessoa, criada "para ser um dom para os outros" e acrescentou que "a perspectiva de fé e o sentir a misericórdia de Deus, o nos sentirmos chamados, como que potencializa aquilo que já faz parte de nós, naturalmente", acrescentou.

Educação cristã e família de Fé

Na Mensagem que Dom Virgílio Antunes para a Semana dos Seminários, ele sublinha que "uma educação cristã que não favorece experiências fortes de encontro com Deus nos momentos de espiritualidade, de oração, de reconciliação, de perdão, de partilha das misérias humanas, não pode haver consequências vocacionais".

Ao mesmo tempo, -diz ainda o Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios- "uma família que não vive relações de comunhão a partir da fé e onde cada um não está disposto a acolher, compreender e perdoar no seguimento de Jesus, não fomenta os gérmens da vocação".

Por onde começar qualquer vocação cristã ou sacerdotal

Para o Bispo de Coimbra, a Igreja Católica e as suas estruturas devem "começar exatamente por ajudar os jovens, as crianças e até as pessoas na primeira fase da vida atual, a tomarem consciência de que a sua vida humana é já um dom para os outros e que não tem sentido, não se realiza se não for no serviço aos outros, nas mais variadas situações e circunstâncias".

"Porque esse é o ponto de partida para a construção de qualquer vocação cristã ou sacerdotal".

Para concluir, Dom Virgílio, para salientar a importância e a necessidade de ter sempre presente a questão da vocação, foi claro e deu um recado:

"A pastoral vocacional tem de entrar na agenda de todos os ramos, de todas as áreas da pastoral, e em primeiro lugar na agenda do próprio pároco e da comunidade paroquial". (JSG)

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Semana dos Seminários, em Portugal: Bispo encarregado da Pastoral Vocacional faz declarações

Fátima - Portugal (Quinta-feira, 10-11-2016, Gaudium Press) "Nós ainda vemos o sacerdócio e até as vocações sacerdotais com uma necessidade, às vezes como um problema, uma realidade que dessa forma não nos leva a parte nenhuma". São palavras de Dom Virgílio Antunes, em entrevista concedida, em Fátima, à Agencia Ecclesia, no transcurso da Semana dos Seminários que está sendo realizada em Portugal.

Semana dos Seminários, em Portugal Bispo encarregado da Pastoral Vocacional faz declarações.jpg

Dom Virgílio Antunes que é o presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios afirmou que a Igreja Católica deve mostrar o sacerdócio não como uma "necessidade" ou "problema", mas sim como um "dom para os outros", e como fruto da "misericórdia de Deus".

Ele assegurou em suas declarações que, sobre a questão da promoção vocacional, existe uma necessidade de a Igreja Católica "mudar algumas das perspectivas que vinha insistindo no passado".

Dom Virgílio, que é o Bispo de Coimbra, em Portugal, está em Fátima participando da 190ª Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa e participa da "Semana dos Seminários" que tem como tema "Movidos pela Misericórdia de Deus".

Fundamento de qualquer vocação

Em suas palavras, o prelado destacou que "o fundamento de qualquer vocação é a própria humanidade" de cada pessoa, criada "para ser um dom para os outros" e acrescentou que "a perspectiva de fé e o sentir a misericórdia de Deus, o nos sentirmos chamados, como que potencializa aquilo que já faz parte de nós, naturalmente", acrescentou.

Educação cristã e família de Fé

Na Mensagem que Dom Virgílio Antunes para a Semana dos Seminários, ele sublinha que "uma educação cristã que não favorece experiências fortes de encontro com Deus nos momentos de espiritualidade, de oração, de reconciliação, de perdão, de partilha das misérias humanas, não pode haver consequências vocacionais".

Ao mesmo tempo, -diz ainda o Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios- "uma família que não vive relações de comunhão a partir da fé e onde cada um não está disposto a acolher, compreender e perdoar no seguimento de Jesus, não fomenta os gérmens da vocação".

Por onde começar qualquer vocação cristã ou sacerdotal

Para o Bispo de Coimbra, a Igreja Católica e as suas estruturas devem "começar exatamente por ajudar os jovens, as crianças e até as pessoas na primeira fase da vida atual, a tomarem consciência de que a sua vida humana é já um dom para os outros e que não tem sentido, não se realiza se não for no serviço aos outros, nas mais variadas situações e circunstâncias".

"Porque esse é o ponto de partida para a construção de qualquer vocação cristã ou sacerdotal".

Para concluir, Dom Virgílio, para salientar a importância e a necessidade de ter sempre presente a questão da vocação, foi claro e deu um recado:

"A pastoral vocacional tem de entrar na agenda de todos os ramos, de todas as áreas da pastoral, e em primeiro lugar na agenda do próprio pároco e da comunidade paroquial". (JSG)


 

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