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Santo Padre concede última Audiência Jubilar da Misericórdia
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14 de Novembro de 2016 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 14-11-2016, Gaudium Press) Durante todo o Ano Jubilar, o Santo Padre fez, nas manhãs de sábado o que se denominou como sendo as Audiências Jubilares.

Santo Padre concede última Audiência Jubilar da Misericórdia.png

Durante estas audiências realizadas a propósito do Ano Santo extraordinário da Misericórdia o Papa recebeu por volta de 450 mil pessoas que vieram não só da Itália, mas de outros países também.

Na manhã do sábado, 12 de novembro, 30 mil peregrinos estiveram na Praça São Pedro, -local onde as audiências eram sempre realizadas- cerca de 30 mil fiéis e peregrinos que vieram de várias partes do mundo assistiram a última dessas Audiências Jubilares.

Foi a última foi a última audiência Jubilar do Ano Santo da Misericórdia porque ele será encerrado no próximo dia 20, quando é comemorada a Festa de Cristo Rei.

A catequese

A catequese que o Santo Padre proferiu nesta última audiência Jubilar, foi uma reflexão a inclusão, um aspecto da misericórdia que Francisco considera como importante.

"Deus, de fato, no seu desígnio de amor, não quis excluir ninguém, pelo contrário, incluir todos. Por exemplo, através do Batismo, nos tornou seus filhos, em Cristo, membros do seu Corpo que é a Igreja. Nós, cristãos, somos convidados a usar o mesmo critério", salientou o Papa.

O Pontífice citou o Evangelho para estabelecer o critério e modo de agir a propósito inclusão como aspecto da misericórdia: "Vinde a mim, vós todos que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei".

Para o Papa, "Ninguém está excluído deste apelo, porque a missão de Jesus é a de revelar a todas as pessoas o amor do Pai. Cabe a nós abrir o coração, confiar em Jesus e acolher esta mensagem de amor, que nos faz penetrar no mistério da salvação".

Misericórdia e inclusão

Na misericórdia, a "inclusão" manifesta-se quando alargamos os braços para acolher os outros:

"Quantas pessoas cansadas e sobrecarregadas encontramos também em nossos dias: nas ruas, nos ambientes públicos, nos ambulatórios médicos... O olhar de Jesus paira sobre cada um desses rostos, também mediante os nossos olhos. Mas, como está o nosso coração? É misericordioso? O nosso modo de pensar e agir é inclusivo?", sublinhou o Papa, que logo responde a estas questões:

"O Evangelho nos convida a reconhecer na história da humanidade o desígnio de uma grande obra de inclusão; esta, respeitando plenamente a liberdade de cada pessoa, de cada comunidade e cada povo, exorta todos a formar uma família de irmãos e irmãs, na justiça, na solidariedade e na paz, e a fazer parte da Igreja, Corpo de Cristo".

E, recordando que Jesus nos convida a ir a Ele para encontrar descanso, Francisco afirmou ainda:
"Os seus braços alargados sobre a Cruz demonstram que ninguém está excluído do seu amor, da sua misericórdia, do seu perdão. Todos nós temos necessidade de ser perdoados por Deus. Por isso, não excluamos ninguém, pelo contrário, com humildade e simplicidade sejamos instrumentos da ‘misericórdia inclusiva' do Pai. A Santa Igreja prolonga, no mundo, o grande abraço de Cristo, morto e ressuscitado! "

A colunata da Praça São Pedro

Para concluir a catequese da última Audiência Jubilar, o Papa falou da famosa colunata que circunda a Praça São Pedro e que lembra braços que evolvem as pessoas com um grande abraço. Foi então que ele arrematou sua reflexão:
"Deixemo-nos envolver neste movimento de inclusão dos outros, sendo testemunhas da misericórdia, com a qual Deus acolheu e acolhe cada um de nós".

Em seguida, depois de saudar os peregrinos, presentes na Praça São Pedro, em italiano, cumprimentou e agradeceu todos aqueles que trabalharam para o bom andamento deste Ano Santo da Misericórdia, de modo especial os voluntários.

Por fim, após outras saudações, Francisco concluiu sua última Audiência Jubilar, concedendo a todos sua Bênção Apostólica. (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)

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Santo Padre concede última Audiência Jubilar da Misericórdia

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 14-11-2016, Gaudium Press) Durante todo o Ano Jubilar, o Santo Padre fez, nas manhãs de sábado o que se denominou como sendo as Audiências Jubilares.

Santo Padre concede última Audiência Jubilar da Misericórdia.png

Durante estas audiências realizadas a propósito do Ano Santo extraordinário da Misericórdia o Papa recebeu por volta de 450 mil pessoas que vieram não só da Itália, mas de outros países também.

Na manhã do sábado, 12 de novembro, 30 mil peregrinos estiveram na Praça São Pedro, -local onde as audiências eram sempre realizadas- cerca de 30 mil fiéis e peregrinos que vieram de várias partes do mundo assistiram a última dessas Audiências Jubilares.

Foi a última foi a última audiência Jubilar do Ano Santo da Misericórdia porque ele será encerrado no próximo dia 20, quando é comemorada a Festa de Cristo Rei.

A catequese

A catequese que o Santo Padre proferiu nesta última audiência Jubilar, foi uma reflexão a inclusão, um aspecto da misericórdia que Francisco considera como importante.

"Deus, de fato, no seu desígnio de amor, não quis excluir ninguém, pelo contrário, incluir todos. Por exemplo, através do Batismo, nos tornou seus filhos, em Cristo, membros do seu Corpo que é a Igreja. Nós, cristãos, somos convidados a usar o mesmo critério", salientou o Papa.

O Pontífice citou o Evangelho para estabelecer o critério e modo de agir a propósito inclusão como aspecto da misericórdia: "Vinde a mim, vós todos que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei".

Para o Papa, "Ninguém está excluído deste apelo, porque a missão de Jesus é a de revelar a todas as pessoas o amor do Pai. Cabe a nós abrir o coração, confiar em Jesus e acolher esta mensagem de amor, que nos faz penetrar no mistério da salvação".

Misericórdia e inclusão

Na misericórdia, a "inclusão" manifesta-se quando alargamos os braços para acolher os outros:

"Quantas pessoas cansadas e sobrecarregadas encontramos também em nossos dias: nas ruas, nos ambientes públicos, nos ambulatórios médicos... O olhar de Jesus paira sobre cada um desses rostos, também mediante os nossos olhos. Mas, como está o nosso coração? É misericordioso? O nosso modo de pensar e agir é inclusivo?", sublinhou o Papa, que logo responde a estas questões:

"O Evangelho nos convida a reconhecer na história da humanidade o desígnio de uma grande obra de inclusão; esta, respeitando plenamente a liberdade de cada pessoa, de cada comunidade e cada povo, exorta todos a formar uma família de irmãos e irmãs, na justiça, na solidariedade e na paz, e a fazer parte da Igreja, Corpo de Cristo".

E, recordando que Jesus nos convida a ir a Ele para encontrar descanso, Francisco afirmou ainda:
"Os seus braços alargados sobre a Cruz demonstram que ninguém está excluído do seu amor, da sua misericórdia, do seu perdão. Todos nós temos necessidade de ser perdoados por Deus. Por isso, não excluamos ninguém, pelo contrário, com humildade e simplicidade sejamos instrumentos da ‘misericórdia inclusiva' do Pai. A Santa Igreja prolonga, no mundo, o grande abraço de Cristo, morto e ressuscitado! "

A colunata da Praça São Pedro

Para concluir a catequese da última Audiência Jubilar, o Papa falou da famosa colunata que circunda a Praça São Pedro e que lembra braços que evolvem as pessoas com um grande abraço. Foi então que ele arrematou sua reflexão:
"Deixemo-nos envolver neste movimento de inclusão dos outros, sendo testemunhas da misericórdia, com a qual Deus acolheu e acolhe cada um de nós".

Em seguida, depois de saudar os peregrinos, presentes na Praça São Pedro, em italiano, cumprimentou e agradeceu todos aqueles que trabalharam para o bom andamento deste Ano Santo da Misericórdia, de modo especial os voluntários.

Por fim, após outras saudações, Francisco concluiu sua última Audiência Jubilar, concedendo a todos sua Bênção Apostólica. (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/83515-Santo-Padre-concede-ultima-Audiencia-Jubilar-da-Misericordia. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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