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“Não inclinar-se diante do mal”, recomenda Arcebispo de Sidney em mensagem de Natal
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28 de Dezembro de 2016 / 0 Comentários
 
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Sidney - Austrália (Quarta-feira, 28-12-2016, Gaudium Press) O Arcebispo de Sidney, Austrália, Dom Anthony Fisher, emitiu sua mensagem de Natal na qual refletiu sobre o sentido da festividade como fonte e renovação da esperança e como compromisso dos crentes na contemplação de Cristo no lugar da rendição diante do mal. O evento do nascimento foi simples e passou desapercebido aos olhos do mundo, mas na realidade transformou a história da humanidade e sustenta os fiéis que esperam no filho de Deus.

Não inclinar-se diante do mal, recomenda Arcebispo de Sidney em mensagem de Natal.jpg

O prelado recordou que o maior desafio à desesperança e à obscuridade é o nascimento de um bebê e que isto é especialmente certo para o Natal de Jesus, quando sob a aparência humilde de um parto em uma família sem hospedagem se registrou o mais transcendental dos nascimentos. "Alguém poderia pensar que um evento tão pequeno dificilmente teria impacto em outras pessoas que não fossem os pais", expôs Dom Fisher. "E no entanto, o nascimento deste menino em um estábulo trouxe consigo tal esperança, tal liberdade, tal alegria".

"Às vezes pode parecer que os Herodes deste mundo podem ter êxito na extinção da chama da Fé e a esperança que vem com o nascimento deste menino", advertiu o Arcebispo que citou como exemplo os atentados terroristas ou a perseguição dos cristãos que parecem não ter fim. "E, no entanto, todos os anos celebramos o Natal. Na celebração do nascimento do Príncipe da Paz faz mais de dois mil anos, dizemos todos os anos que não vamos ter medo. Na celebração da história do Natal estamos celebrando a esperança que a história contribui para a paz neste mundo e a paz eterna no outro", expressou. "Devido a isto, a cada ano, olhamos aos olhos das dores do mundo e dizemos: 'Não me prostrarei'".

O tempo de Natal em vez de ser um tempo de rendição é um tempo de amizade, de amor, de perdão e um tempo de esperança nas possibilidades do futuro, concluiu. "Neste tempo recordamos o maior presente jamais dado: a esperança da vida eterna, disponível para todo o mundo na forma de um bebê recém-nascido, reclinado em um presépio. Que Deus os abençoe, e que o Príncipe da Paz leve esperança e alegria a todos vocês neste Natal!". (GPE/EPC)

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“Não inclinar-se diante do mal”, recomenda Arcebispo de Sidney em mensagem de Natal

Sidney - Austrália (Quarta-feira, 28-12-2016, Gaudium Press) O Arcebispo de Sidney, Austrália, Dom Anthony Fisher, emitiu sua mensagem de Natal na qual refletiu sobre o sentido da festividade como fonte e renovação da esperança e como compromisso dos crentes na contemplação de Cristo no lugar da rendição diante do mal. O evento do nascimento foi simples e passou desapercebido aos olhos do mundo, mas na realidade transformou a história da humanidade e sustenta os fiéis que esperam no filho de Deus.

Não inclinar-se diante do mal, recomenda Arcebispo de Sidney em mensagem de Natal.jpg

O prelado recordou que o maior desafio à desesperança e à obscuridade é o nascimento de um bebê e que isto é especialmente certo para o Natal de Jesus, quando sob a aparência humilde de um parto em uma família sem hospedagem se registrou o mais transcendental dos nascimentos. "Alguém poderia pensar que um evento tão pequeno dificilmente teria impacto em outras pessoas que não fossem os pais", expôs Dom Fisher. "E no entanto, o nascimento deste menino em um estábulo trouxe consigo tal esperança, tal liberdade, tal alegria".

"Às vezes pode parecer que os Herodes deste mundo podem ter êxito na extinção da chama da Fé e a esperança que vem com o nascimento deste menino", advertiu o Arcebispo que citou como exemplo os atentados terroristas ou a perseguição dos cristãos que parecem não ter fim. "E, no entanto, todos os anos celebramos o Natal. Na celebração do nascimento do Príncipe da Paz faz mais de dois mil anos, dizemos todos os anos que não vamos ter medo. Na celebração da história do Natal estamos celebrando a esperança que a história contribui para a paz neste mundo e a paz eterna no outro", expressou. "Devido a isto, a cada ano, olhamos aos olhos das dores do mundo e dizemos: 'Não me prostrarei'".

O tempo de Natal em vez de ser um tempo de rendição é um tempo de amizade, de amor, de perdão e um tempo de esperança nas possibilidades do futuro, concluiu. "Neste tempo recordamos o maior presente jamais dado: a esperança da vida eterna, disponível para todo o mundo na forma de um bebê recém-nascido, reclinado em um presépio. Que Deus os abençoe, e que o Príncipe da Paz leve esperança e alegria a todos vocês neste Natal!". (GPE/EPC)


 

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