Loading
 
 
 
Loading
 
Novo bispo diocesano de Crato (CE) revela suas expectativas para a nova missão
Loading
 
29 de Dezembro de 2016 / 0 Comentários
 
Imprimir
 
 

Crato - Ceará (Quinta-feira, 29-12-2016, Gaudium Press) O então bispo coadjutor de Crato e agora recém nomeado bispo diocesano Dom Gilberto Pastana de Oliveira concedeu recentemente uma entrevista ao site do bispado após o anúncio que oficializou a renúncia de Dom Fernando Panico.

Novo bispo diocesano de Crato (CE) revela suas expectativas para a nova missão.jpg

Entre os assuntos falados por Dom Gilberto estão a nomeação para a diocese cearense, a experiência episcopal adquirida no pastoreio em Imperatriz, no Maranhão, e a expectativa para o início de seu ministério à frente da Igreja de Crato. O religioso também comentou sua visão do trabalho realizado pelo Papa Francisco.

"Como bispo coadjutor, a gente tem essa certeza de que vai assumir o governo pastoral da diocese. Evidentemente que todas as vezes em que chegamos a uma diocese, nós chegamos com esse intuito de ajudar, de cooperar. E, durante esses cinco meses, a minha presença aqui foi uma presença de cooperação, no governo do Dom Fernando, sabendo que ele iria pedir a renúncia como, de fato, pediu", revelou, ao comentar suas primeiras impressões com o novo cargo.

"Então eu penso que foi uma transição, assim, muito tranquila, providencial e abençoada pelo Senhor, porque a diocese não ficou vacante e eu tive a possibilidade de, durante estes cinco meses, andar e visitar todas as 55 paróquias existentes na ocasião, ter o contato com os senhores párocos, conversar sobre as possibilidades, os sonhos, as ideias, a pastoral existente na paróquia e isso me deu um conhecimento de toda a diocese. Quer dizer, aquilo que está sendo realizado e os desafios, afinal, são mais de 1 milhão de habitantes, 32 municípios e, agora, 57 paróquias, que terão uma responsabilidade de dinamizar a ação evangelizadora", completou.

Ao explicar sua nomeação, Dom Gilberto lembrou que está ciente de que foi designado para cumprir "uma vontade do Senhor de continuar a missão que Ele nos confiou".

"E, para isso, conto, em primeiro lugar, com a colaboração de todos os meus primeiros colaboradores e, até mais, corresponsáveis na ação evangelizadora: os padres, os diáconos, as religiosas e religiosos, os leigos, sobretudo, as lideranças dos movimentos, pastorais e membros dos conselhos paroquiais e pastorais. Então é com todas essas pessoas, com toda essa disposição dessas pessoas que eu devo contar para a ação evangelizadora, para que o objetivo que nós definimos no nosso plano diocesano de pastoral, as urgências que ali estão contidas, elas possam ser praticadas, possam ser concretizadas, na ação evangelizadora nas paróquias".

Sobre sua experiência episcopal, declarou: "certamente os quase onze anos de experiência episcopal em Imperatriz me enriqueceram à vida de pastor. E eu carrego isso comigo, vou carregar toda essa experiência que tive em Imperatriz e, claro, usarei, na medida em que sejam necessárias [...] a partir da própria experiência e a partir da convivência com as pessoas. Deus nos iluminará, para que a gente possa criar novas possibilidades, novas alternativas de pastoral, tudo dentro de um diálogo, dentro de uma compreensão. É claro que eu estou colocando, aqui, que a minha vida, a minha experiência em função desta Igreja e essa construção vai depender da aceitação de todos aqueles que abraçarão este projeto".

Por fim, Dom Gilberto Pastana destacou o trabalho exercido pelo Papa Francisco à frente da Igreja Católica:

"É o seguimento de Jesus. Ele chamou os seus discípulos, para estar com ele. E, estando com Ele, saísse também para evangelizar. Eu penso que nós, como consagrados do Senhor, temos que ter clareza desses dois momentos: este momento que é o da aproximação, da reflexão, da convicção, da criação de valores e, ao mesmo tempo, isso não pode ficar enlatado. A gente tem que levar isso. Quem tem que comunicar, tem que falar daquilo que nós estamos vendo e experimentando, ouvindo e sentindo. Isso a gente faz no anúncio, na pastoral", concluiu.

No dia 1º de janeiro de 2017, às 17h, na Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, será realizada a celebração solene de encerramento do governo episcopal de Dom Fernando Panico e o início do pastoreio de Dom Gilberto Pastana de Oliveira como sexto bispo diocesano. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Diocese de Crato

Loading
Novo bispo diocesano de Crato (CE) revela suas expectativas para a nova missão

Crato - Ceará (Quinta-feira, 29-12-2016, Gaudium Press) O então bispo coadjutor de Crato e agora recém nomeado bispo diocesano Dom Gilberto Pastana de Oliveira concedeu recentemente uma entrevista ao site do bispado após o anúncio que oficializou a renúncia de Dom Fernando Panico.

Novo bispo diocesano de Crato (CE) revela suas expectativas para a nova missão.jpg

Entre os assuntos falados por Dom Gilberto estão a nomeação para a diocese cearense, a experiência episcopal adquirida no pastoreio em Imperatriz, no Maranhão, e a expectativa para o início de seu ministério à frente da Igreja de Crato. O religioso também comentou sua visão do trabalho realizado pelo Papa Francisco.

"Como bispo coadjutor, a gente tem essa certeza de que vai assumir o governo pastoral da diocese. Evidentemente que todas as vezes em que chegamos a uma diocese, nós chegamos com esse intuito de ajudar, de cooperar. E, durante esses cinco meses, a minha presença aqui foi uma presença de cooperação, no governo do Dom Fernando, sabendo que ele iria pedir a renúncia como, de fato, pediu", revelou, ao comentar suas primeiras impressões com o novo cargo.

"Então eu penso que foi uma transição, assim, muito tranquila, providencial e abençoada pelo Senhor, porque a diocese não ficou vacante e eu tive a possibilidade de, durante estes cinco meses, andar e visitar todas as 55 paróquias existentes na ocasião, ter o contato com os senhores párocos, conversar sobre as possibilidades, os sonhos, as ideias, a pastoral existente na paróquia e isso me deu um conhecimento de toda a diocese. Quer dizer, aquilo que está sendo realizado e os desafios, afinal, são mais de 1 milhão de habitantes, 32 municípios e, agora, 57 paróquias, que terão uma responsabilidade de dinamizar a ação evangelizadora", completou.

Ao explicar sua nomeação, Dom Gilberto lembrou que está ciente de que foi designado para cumprir "uma vontade do Senhor de continuar a missão que Ele nos confiou".

"E, para isso, conto, em primeiro lugar, com a colaboração de todos os meus primeiros colaboradores e, até mais, corresponsáveis na ação evangelizadora: os padres, os diáconos, as religiosas e religiosos, os leigos, sobretudo, as lideranças dos movimentos, pastorais e membros dos conselhos paroquiais e pastorais. Então é com todas essas pessoas, com toda essa disposição dessas pessoas que eu devo contar para a ação evangelizadora, para que o objetivo que nós definimos no nosso plano diocesano de pastoral, as urgências que ali estão contidas, elas possam ser praticadas, possam ser concretizadas, na ação evangelizadora nas paróquias".

Sobre sua experiência episcopal, declarou: "certamente os quase onze anos de experiência episcopal em Imperatriz me enriqueceram à vida de pastor. E eu carrego isso comigo, vou carregar toda essa experiência que tive em Imperatriz e, claro, usarei, na medida em que sejam necessárias [...] a partir da própria experiência e a partir da convivência com as pessoas. Deus nos iluminará, para que a gente possa criar novas possibilidades, novas alternativas de pastoral, tudo dentro de um diálogo, dentro de uma compreensão. É claro que eu estou colocando, aqui, que a minha vida, a minha experiência em função desta Igreja e essa construção vai depender da aceitação de todos aqueles que abraçarão este projeto".

Por fim, Dom Gilberto Pastana destacou o trabalho exercido pelo Papa Francisco à frente da Igreja Católica:

"É o seguimento de Jesus. Ele chamou os seus discípulos, para estar com ele. E, estando com Ele, saísse também para evangelizar. Eu penso que nós, como consagrados do Senhor, temos que ter clareza desses dois momentos: este momento que é o da aproximação, da reflexão, da convicção, da criação de valores e, ao mesmo tempo, isso não pode ficar enlatado. A gente tem que levar isso. Quem tem que comunicar, tem que falar daquilo que nós estamos vendo e experimentando, ouvindo e sentindo. Isso a gente faz no anúncio, na pastoral", concluiu.

No dia 1º de janeiro de 2017, às 17h, na Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, será realizada a celebração solene de encerramento do governo episcopal de Dom Fernando Panico e o início do pastoreio de Dom Gilberto Pastana de Oliveira como sexto bispo diocesano. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Diocese de Crato

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/84439-Novo-bispo-diocesano-de-Crato--CE--revela-suas-expectativas-para-a-nova-missao. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

Deixe seu comentário
O seu endereço de email não será publicado. Os campos marcados (*) são obrigatórios.



 
Loading
GaudiumRightPubli
Loading

Segundo o purpurado, “um cristão não pode deixar de ser alegre, otimista, e ter uma concepção ...
 
Igreja indiana na linha de frente nas horas dramáticas, quando o Estado de Kerala sofre violentas c ...
 
O Encontro Mundial das Famílias será realizado entre os dias 22 a 26 de agosto na Irlanda. ...
 
O Padre Pedro Pablo Garín, Vigário da Vida Consagrada, presidiu a Missa. ...
 
Um monge sonhou com uma imagem de Nossa Senhora que estava enterrada no alto de uma montanha de dif ...
 
Loading


O que estão twitando sobre o

Loading


 
 

Loading

Loading