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Irmãs Hospitaleiras: “nunca tivemos um pedido de eutanásia”
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16 de Fevereiro de 2017 / 0 Comentários
 
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Lisboa - Portugal (Quinta-feira, 16-02-2017, Gaudium Press) A conselheira da Província Portuguesa das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, irmã Paula Carneiro, afirmou que na Unidade de Cuidados Paliativos, no Instituto administrado por sua Congregação, "nunca" houve "um pedido de eutanásia" .

Irmãs Hospitaleiras ?nunca tivemos um pedido de eutanásia?.png

Irmã Paula Carneiro precisou que foi criada uma confusão na opinião pública: "Falarmos de eutanásia, de morte assistida, de uma boa morte não é a mesma coisa", afirma a religiosa, lamentando a confusão.

A religiosa e profissional da saúde considera que, para os católicos, o "desafio" no atual debate sobre a eutanásia é que ele seja orientado para "uma linguagem clara", porque é preciso "elucidar a sociedade", pois, é claro que todos desejam "uma morte assistida, bem cuidada, com alguém que cuide bem" do moribundo.

A falta de clareza no debate gera confusão e desacertos e essa ambiguidade dos termos parece promovida.

Outro lado do sofrimento: encontrar um sentido de vida

A conselheira da Província portuguesa das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus considera que "O fato de alguém, no fim da vida não encontrar sentido para o seu sofrimento não é só algo que acontece naquela fase da vida, é algo que se vai preparando". A religiosa acrescenta que ao longo da vida é preciso "encontrar, em cada dia, sentido para o sofrimento". "E sentido para as diferentes circunstâncias. Efetivamente, no ritmo que levamos, no quotidiano, nem sempre conseguimos refletir sobre essa mais-valia que às vezes é o outro lado do sofrimento que é encontrar um sentido de vida".

Neste contexto, a religiosa afirma que não é porque se está numa situação de "doença limite" que ocorrem pedidos de eutanásia. Por isso e também por outros motivos, é que a análise da eutanásia deve ser um debate alargado e de diferentes dimensões, acrescenta ela.

Irmã Paula Carneiro dá como exemplo a sua experiência de serviço na Unidade de Cuidados Paliativos, onde ela trabalha há dez anos e que nunca houve um só pedido de eutanásia.

Nova Carta dos Operadores Sanitários

Colocando os aspectos religiosos e morais no debate, é bom recordar que a Santa Sé reafirmou sua orientação contrária à eutanásia no documento ‘Nova Carta dos Operadores Sanitários' para agentes pastorais, publicada no dia 6 de fevereiro e divulgado por ocasião do Dia Mundial do Doente 2017, que é celebrado no dia 11, festa de Nossa Senhora de Lourdes.

O debate sobre a eutanásia está a na agenda política e o Parlamento Português debateu uma petição do movimento cívico ‘Direito a Morrer com Dignidade' pela "despenalização da morte assistida", no dia 1 de fevereiro.

No sentido oposto, outro movimento cívico - ‘Stop Eutanásia' - promovia uma manifestação e defendia "uma maior atenção aos cuidados paliativos", no exterior da Assembleia da República.

Em janeiro, o Parlamento recebeu a petição em forma de abaixo-assinado que foi denominado "Toda a Vida Tem Dignidade" que conta com milhares de assinaturas.

Esta petição recebeu apoio das associações católicas de enfermeiros e profissionais de saúde, de farmacêuticos, de professores, de juristas, de psicólogos e de médicos. (JSG)

(Da Redação Gaudium Pres, com informações ECCLESIA)

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Irmãs Hospitaleiras: “nunca tivemos um pedido de eutanásia”

Lisboa - Portugal (Quinta-feira, 16-02-2017, Gaudium Press) A conselheira da Província Portuguesa das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, irmã Paula Carneiro, afirmou que na Unidade de Cuidados Paliativos, no Instituto administrado por sua Congregação, "nunca" houve "um pedido de eutanásia" .

Irmãs Hospitaleiras ?nunca tivemos um pedido de eutanásia?.png

Irmã Paula Carneiro precisou que foi criada uma confusão na opinião pública: "Falarmos de eutanásia, de morte assistida, de uma boa morte não é a mesma coisa", afirma a religiosa, lamentando a confusão.

A religiosa e profissional da saúde considera que, para os católicos, o "desafio" no atual debate sobre a eutanásia é que ele seja orientado para "uma linguagem clara", porque é preciso "elucidar a sociedade", pois, é claro que todos desejam "uma morte assistida, bem cuidada, com alguém que cuide bem" do moribundo.

A falta de clareza no debate gera confusão e desacertos e essa ambiguidade dos termos parece promovida.

Outro lado do sofrimento: encontrar um sentido de vida

A conselheira da Província portuguesa das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus considera que "O fato de alguém, no fim da vida não encontrar sentido para o seu sofrimento não é só algo que acontece naquela fase da vida, é algo que se vai preparando". A religiosa acrescenta que ao longo da vida é preciso "encontrar, em cada dia, sentido para o sofrimento". "E sentido para as diferentes circunstâncias. Efetivamente, no ritmo que levamos, no quotidiano, nem sempre conseguimos refletir sobre essa mais-valia que às vezes é o outro lado do sofrimento que é encontrar um sentido de vida".

Neste contexto, a religiosa afirma que não é porque se está numa situação de "doença limite" que ocorrem pedidos de eutanásia. Por isso e também por outros motivos, é que a análise da eutanásia deve ser um debate alargado e de diferentes dimensões, acrescenta ela.

Irmã Paula Carneiro dá como exemplo a sua experiência de serviço na Unidade de Cuidados Paliativos, onde ela trabalha há dez anos e que nunca houve um só pedido de eutanásia.

Nova Carta dos Operadores Sanitários

Colocando os aspectos religiosos e morais no debate, é bom recordar que a Santa Sé reafirmou sua orientação contrária à eutanásia no documento ‘Nova Carta dos Operadores Sanitários' para agentes pastorais, publicada no dia 6 de fevereiro e divulgado por ocasião do Dia Mundial do Doente 2017, que é celebrado no dia 11, festa de Nossa Senhora de Lourdes.

O debate sobre a eutanásia está a na agenda política e o Parlamento Português debateu uma petição do movimento cívico ‘Direito a Morrer com Dignidade' pela "despenalização da morte assistida", no dia 1 de fevereiro.

No sentido oposto, outro movimento cívico - ‘Stop Eutanásia' - promovia uma manifestação e defendia "uma maior atenção aos cuidados paliativos", no exterior da Assembleia da República.

Em janeiro, o Parlamento recebeu a petição em forma de abaixo-assinado que foi denominado "Toda a Vida Tem Dignidade" que conta com milhares de assinaturas.

Esta petição recebeu apoio das associações católicas de enfermeiros e profissionais de saúde, de farmacêuticos, de professores, de juristas, de psicólogos e de médicos. (JSG)

(Da Redação Gaudium Pres, com informações ECCLESIA)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/85416-Irmas-Hospitaleiras---ldquo-nunca-tivemos-um-pedido-de-eutanasia-rdquo-. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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