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Rússia e Ásia Central são re-consagradas ao Imaculado Coração de Maria no Cazaquistão
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15 de Maio de 2017 / 0 Comentários
 
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Karaganda - Cazaquistão (Segunda-feira, 15-05-2017, Gaudium Press) A Catedral de Nossa Senhora no Cazaquistão, o templo edificado sobre o que foi um dos principais 'gulag' -campo de concentração soviético- para onde forma enviados numerosos fiéis perseguidos, foi o centro das celebrações pela Festa de Nossa Senhora de Fátima e o Centenário das aparições. A celebração congregou aos prelados das Igrejas Católicas da Rússia e Ásia Central, que renovaram a consagração de seus países ao Imaculado Coração de Maria.

Rússia e Ásia Central são re-consagradas ao Imaculado Coração de Maria no Cazaquistão.png

O encontro de oração congregou a todos os sacerdotes católicos e religiosas da região. Em um Congresso Mariano sobre os acontecimentos de Fátima, o Arcebispo de Moscou, Dom Paolo Pezzi, expôs sobre a veneração à Santíssima Virgem e a imitação de suas virtudes. Como Maria, nós também estamos chamados a ser um instrumento para que o Senhor se faça carne". O encontro incluiu um concerto de órgão e uma visita à fossa comum no qual se enterraram mais de 20 mil pessoas.

A celebração de 13 de maio foi presidida pelo Cardeal Josef Cordes, enviado papal para a festa. Nesta Missa foi realizada a renovação da consagração da Rússia e Ásia Central, reafirmando o desejo da Igreja de dar cumprimento aos pedidos da Santíssima Virgem em Fátima, que advertiu que o abandono da Fé neste país teria graves consequências para todo o mundo.

"O ícone de Nossa Senhora de Fátima viajou por nossas paróquias, onde se deteve de 10 a 15 dias. Também foi levado às famílias", relatou Dom Adelio Dell'Oro, Bispo de Karaganda, que destacou a devoção dos fiéis que se congregaram para recitar o Santo Rosário. "Uma mulher anciã em Almaty, que havia estado de cama por longo período, se colocou de pé quando chegou o ícone". As jornadas de oração atraíram inclusive a participação de não católicos em um país predominantemente muçulmano.

A Igreja no Casaquistão vive uma situação particular depois de um animado crescimento da Fé após a queda da União Soviética e a restauração da liberdade religiosa. Progressivamente muitos dos fiéis do país, vindos de outras regiões como prisioneiros, puderam retornar aos seus países, o que causou uma notável redução da comunidade cristã. (EPC)

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Karaganda - Cazaquistão (Segunda-feira, 15-05-2017, Gaudium Press) A Catedral de Nossa Senhora no Cazaquistão, o templo edificado sobre o que foi um dos principais 'gulag' -campo de concentração soviético- para onde forma enviados numerosos fiéis perseguidos, foi o centro das celebrações pela Festa de Nossa Senhora de Fátima e o Centenário das aparições. A celebração congregou aos prelados das Igrejas Católicas da Rússia e Ásia Central, que renovaram a consagração de seus países ao Imaculado Coração de Maria.

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O encontro de oração congregou a todos os sacerdotes católicos e religiosas da região. Em um Congresso Mariano sobre os acontecimentos de Fátima, o Arcebispo de Moscou, Dom Paolo Pezzi, expôs sobre a veneração à Santíssima Virgem e a imitação de suas virtudes. Como Maria, nós também estamos chamados a ser um instrumento para que o Senhor se faça carne". O encontro incluiu um concerto de órgão e uma visita à fossa comum no qual se enterraram mais de 20 mil pessoas.

A celebração de 13 de maio foi presidida pelo Cardeal Josef Cordes, enviado papal para a festa. Nesta Missa foi realizada a renovação da consagração da Rússia e Ásia Central, reafirmando o desejo da Igreja de dar cumprimento aos pedidos da Santíssima Virgem em Fátima, que advertiu que o abandono da Fé neste país teria graves consequências para todo o mundo.

"O ícone de Nossa Senhora de Fátima viajou por nossas paróquias, onde se deteve de 10 a 15 dias. Também foi levado às famílias", relatou Dom Adelio Dell'Oro, Bispo de Karaganda, que destacou a devoção dos fiéis que se congregaram para recitar o Santo Rosário. "Uma mulher anciã em Almaty, que havia estado de cama por longo período, se colocou de pé quando chegou o ícone". As jornadas de oração atraíram inclusive a participação de não católicos em um país predominantemente muçulmano.

A Igreja no Casaquistão vive uma situação particular depois de um animado crescimento da Fé após a queda da União Soviética e a restauração da liberdade religiosa. Progressivamente muitos dos fiéis do país, vindos de outras regiões como prisioneiros, puderam retornar aos seus países, o que causou uma notável redução da comunidade cristã. (EPC)


 

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