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Vinde, Espírito Santo!
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1 de Junho de 2017 / 0 Comentários
 
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Redação - (Quinta-feira, 01-06-2017, Gaudium Press) - Na proximidade da solenidade de Pentecostes, quando se comemora a Vinda do Divino Espírito Santo sobre os apóstolos, reunidos no Cenáculo, em companhia da Virgem Maria, propomos a todos a leitura do trecho que hoje transcrevemos.


São excertos de um oportuno artigo publicado na "Revista Arautos do Evangelho".


* * * * * * *

PPPP3PENTECOSTES .JPG

- Espírito de Deus, enviai dos Céus um raio de luz! Vinde, Pai dos pobres, dai aos corações vossos sete dons.
Consolo que acalma, hóspede da alma, doce alívio, vinde!
No labor descanso, na aflição remanso, no calor aragem. Enchei luz bendita, chama que crepita, o íntimo de nós!
Sem a luz que acode, nada o homem pode, nenhum bem há nele.
Ao sujo lavai, ao seco regai, curai o doente. Dobrai o que é duro, guiai no escuro, o frio aquecei.
Dai à vossa Igreja, que espera e deseja, vossos sete dons. Dai em prêmio ao forte, uma santa morte, alegria eterna". (Sequência da Solenidade de Pentecostes)

-Os ensinamentos trazidos pela ­Solenidade de Pentecostes nos põem na perspectiva da enorme necessidade de crescer na devoção ao Espírito Santo, a quem um grande teólogo do século XX, o padre Antônio Royo Marín, chamou de o grande desconhecido, e que poderia também ser denominado o grande esquecido.

Espírito Santo e Martírio da Vida Diária


Desde o despertar devemos pedir a intervenção d'Ele em todas as nossas atividades do dia, de acordo com os pontos contemplados na Sequência desta Liturgia.
Nada pode abater quem está cheio do Espírito Santo!
Se ficamos edificados com a integridade dos mártires -sempre firmes na Fé, como foi São Lourenço ao ser queimado na grelha-, nós, embora não tenhamos passado por suplícios como os deles, somos submetidos ao martírio da vida diária, com suas decepções, desilusões e traumas de relacionamento -às vezes até dentro da própria família.

Em qualquer circunstância, devemos ter a certeza de que a solução para todas as angústias, aflições ou perturbações está na luz do Espírito Santo.

Se vivermos neste mundo não pela carne, mas pelo Espírito, seguindo o conselho de São Paulo - "todos aqueles que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus" (Rm 8, 14) -, perceberemos a insignificância de todos os tormentos que nos assaltam ante a esperança na maravilha da ressurreição, quando haveremos de recuperar nossa própria carne, finalmente gloriosa e transformada.

"Emitte Spiritum tuum et creabuntur..."


Nesta Solenidade que encerra o ciclo Pascal, devemos entregar-nos por inteiro ao Divino Espírito Santo, suplicando-Lhe que cuide de nós, conforme reza a Oração do Dia: "realizai agora no coração dos fiéis as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho".

Desejemos com ardor participar da mesma alegria sentida pelos Apóstolos no momento de Pentecostes, no Cenáculo!
Peçamos que aquela disposição de levar o Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo até os confins do universo se verifique também em nossos dias!


Queiramos ver a face da Terra incendiada por uma labareda de amor segundo as palavras de Jesus: "Eu vim trazer fogo à Terra, e que hei de querer senão que ele arda?" (Lc 12, 49).
É esse o nosso anelo!


Que se espalhe esse fogo com todo seu esplendor, para infundir nova vida à Santa Igreja: "Emitte Spiritum tuum et creabuntur, et renovabis faciem Terræ" (Sl 103, 30), e possa Nossa Senhora proclamar:
"Por fim, meu Imaculado Coração triunfou! ".

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Vinde, Espírito Santo!

Redação - (Quinta-feira, 01-06-2017, Gaudium Press) - Na proximidade da solenidade de Pentecostes, quando se comemora a Vinda do Divino Espírito Santo sobre os apóstolos, reunidos no Cenáculo, em companhia da Virgem Maria, propomos a todos a leitura do trecho que hoje transcrevemos.


São excertos de um oportuno artigo publicado na "Revista Arautos do Evangelho".


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- Espírito de Deus, enviai dos Céus um raio de luz! Vinde, Pai dos pobres, dai aos corações vossos sete dons.
Consolo que acalma, hóspede da alma, doce alívio, vinde!
No labor descanso, na aflição remanso, no calor aragem. Enchei luz bendita, chama que crepita, o íntimo de nós!
Sem a luz que acode, nada o homem pode, nenhum bem há nele.
Ao sujo lavai, ao seco regai, curai o doente. Dobrai o que é duro, guiai no escuro, o frio aquecei.
Dai à vossa Igreja, que espera e deseja, vossos sete dons. Dai em prêmio ao forte, uma santa morte, alegria eterna". (Sequência da Solenidade de Pentecostes)

-Os ensinamentos trazidos pela ­Solenidade de Pentecostes nos põem na perspectiva da enorme necessidade de crescer na devoção ao Espírito Santo, a quem um grande teólogo do século XX, o padre Antônio Royo Marín, chamou de o grande desconhecido, e que poderia também ser denominado o grande esquecido.

Espírito Santo e Martírio da Vida Diária


Desde o despertar devemos pedir a intervenção d'Ele em todas as nossas atividades do dia, de acordo com os pontos contemplados na Sequência desta Liturgia.
Nada pode abater quem está cheio do Espírito Santo!
Se ficamos edificados com a integridade dos mártires -sempre firmes na Fé, como foi São Lourenço ao ser queimado na grelha-, nós, embora não tenhamos passado por suplícios como os deles, somos submetidos ao martírio da vida diária, com suas decepções, desilusões e traumas de relacionamento -às vezes até dentro da própria família.

Em qualquer circunstância, devemos ter a certeza de que a solução para todas as angústias, aflições ou perturbações está na luz do Espírito Santo.

Se vivermos neste mundo não pela carne, mas pelo Espírito, seguindo o conselho de São Paulo - "todos aqueles que se deixam conduzir pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus" (Rm 8, 14) -, perceberemos a insignificância de todos os tormentos que nos assaltam ante a esperança na maravilha da ressurreição, quando haveremos de recuperar nossa própria carne, finalmente gloriosa e transformada.

"Emitte Spiritum tuum et creabuntur..."


Nesta Solenidade que encerra o ciclo Pascal, devemos entregar-nos por inteiro ao Divino Espírito Santo, suplicando-Lhe que cuide de nós, conforme reza a Oração do Dia: "realizai agora no coração dos fiéis as maravilhas que operastes no início da pregação do Evangelho".

Desejemos com ardor participar da mesma alegria sentida pelos Apóstolos no momento de Pentecostes, no Cenáculo!
Peçamos que aquela disposição de levar o Reino de Nosso Senhor Jesus Cristo até os confins do universo se verifique também em nossos dias!


Queiramos ver a face da Terra incendiada por uma labareda de amor segundo as palavras de Jesus: "Eu vim trazer fogo à Terra, e que hei de querer senão que ele arda?" (Lc 12, 49).
É esse o nosso anelo!


Que se espalhe esse fogo com todo seu esplendor, para infundir nova vida à Santa Igreja: "Emitte Spiritum tuum et creabuntur, et renovabis faciem Terræ" (Sl 103, 30), e possa Nossa Senhora proclamar:
"Por fim, meu Imaculado Coração triunfou! ".

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/87680-Vinde--Espirito-Santo-. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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