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“Grande preocupação” no Vaticano: bispo desaparecido, desde maio, na China
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27 de Junho de 2017 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Terça-feira, 27-06-2017, Gaudium Press) "A Santa Sé segue com grave preocupação a situação pessoal de D. Pedro Shao Zhumin, bispo Wenzhou, afastado de forma forçada da sua sede episcopal há já algum tempo", informa o porta-voz do Vaticano, numa declaração divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé.

Grande preocupação no Vaticano bispo desaparecido, desde maio, na China.jpg

A situação de Dom Pedro Shao Zhumin, bispo católico nomeado pela Santa Sé responsável pela Diocese de Wenzhou foi nomeado pelo Papa, mas não é reconhecido pelo governo de Pequim. Ele está desaparecido desde maio. O bispo foi convocado por membros do Departamento dos Assuntos Religiosos em 18 de maio e desde esta data não foi mais visto.

Greg Burke, porta voz do Vaticano, assegurou aos jornalistas que "A Santa Sé, profundamente entristecida por este e por outros episódios semelhantes, que infelizmente não facilitam o caminho de entendimento, deseja que D. Pedro Shao Zhumin possa regressar quanto antes à diocese".

O porta-voz do Vaticano pede ainda que sejam dadas garantias de que o bispo possa "desenvolver serenamente o seu ministério episcopal".

A Igreja do Regime

O regime de Pequim criou em 1957 a Associação Patriótica Católica (APC) "para evitar interferências estrangeiras", em especial da Santa Sé, e para assegurar que os católicos vivam em conformidade com as políticas do Estado.

O Vaticano considera ‘ilegítimos' os bispos que receberam jurisdição da APC, sem autorização do Papa, e a comunidade fiel à Santa Sé vive de forma clandestina.

A agência católica ‘AsiaNews' informou recentemente que são mais de 30 os bispos "clandestinos" na China, ligados a Roma e que não são reconhecidos por Pequim.

Recorda-se que em maio, o Papa dirigiu uma mensagem de "comunhão" aos católicos na China, por ocasião do dia anual de oração (24 de maio) que a Igreja dedica a estas comunidades:

"Digo aos católicos chineses: levantemos o olhar para Maria, nossa Mãe, para que nos ajude a discernir a vontade de Deus a respeito do caminho concreto da Igreja na China e nos ajude a acolher com generosidade o seu projeto de amor", declarou. (JSG)

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“Grande preocupação” no Vaticano: bispo desaparecido, desde maio, na China

Cidade do Vaticano (Terça-feira, 27-06-2017, Gaudium Press) "A Santa Sé segue com grave preocupação a situação pessoal de D. Pedro Shao Zhumin, bispo Wenzhou, afastado de forma forçada da sua sede episcopal há já algum tempo", informa o porta-voz do Vaticano, numa declaração divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé.

Grande preocupação no Vaticano bispo desaparecido, desde maio, na China.jpg

A situação de Dom Pedro Shao Zhumin, bispo católico nomeado pela Santa Sé responsável pela Diocese de Wenzhou foi nomeado pelo Papa, mas não é reconhecido pelo governo de Pequim. Ele está desaparecido desde maio. O bispo foi convocado por membros do Departamento dos Assuntos Religiosos em 18 de maio e desde esta data não foi mais visto.

Greg Burke, porta voz do Vaticano, assegurou aos jornalistas que "A Santa Sé, profundamente entristecida por este e por outros episódios semelhantes, que infelizmente não facilitam o caminho de entendimento, deseja que D. Pedro Shao Zhumin possa regressar quanto antes à diocese".

O porta-voz do Vaticano pede ainda que sejam dadas garantias de que o bispo possa "desenvolver serenamente o seu ministério episcopal".

A Igreja do Regime

O regime de Pequim criou em 1957 a Associação Patriótica Católica (APC) "para evitar interferências estrangeiras", em especial da Santa Sé, e para assegurar que os católicos vivam em conformidade com as políticas do Estado.

O Vaticano considera ‘ilegítimos' os bispos que receberam jurisdição da APC, sem autorização do Papa, e a comunidade fiel à Santa Sé vive de forma clandestina.

A agência católica ‘AsiaNews' informou recentemente que são mais de 30 os bispos "clandestinos" na China, ligados a Roma e que não são reconhecidos por Pequim.

Recorda-se que em maio, o Papa dirigiu uma mensagem de "comunhão" aos católicos na China, por ocasião do dia anual de oração (24 de maio) que a Igreja dedica a estas comunidades:

"Digo aos católicos chineses: levantemos o olhar para Maria, nossa Mãe, para que nos ajude a discernir a vontade de Deus a respeito do caminho concreto da Igreja na China e nos ajude a acolher com generosidade o seu projeto de amor", declarou. (JSG)


 

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