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“O Papa ama a China”, diz em Pequim, Chanceler de Academia Pontifícia
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4 de Agosto de 2017 / 0 Comentários
 
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Pequim - China (Sexta-feira, 04-08-2017, Gaudium Press) O Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e das Ciências Sociais, Arcebispo Marcelo Sanchez Sorondo, participa em Pequim de uma Conferência sobre doação e transplante de órgãos humanos.

O Papa ama a China, diz em Pequim, Chanceler de Academia Pontifícia.jpg

O Chanceler Acadêmico teve ocasião para declarar que "O Papa Francisco ama a China, o povo da China e a sua história. Esperamos que a China tenha um grande futuro".

Além disso, o Arcebispo declarou ao jornal Global Times que "A China poderia representar um modelo do qual temos necessidade hoje, para responder à globalização, um modelo para a liberdade e a dignidade do ser humano, um modelo para erradicar um novo tipo de escravidão, o tráfico de órgãos".

Conferência no Vaticano

No último mês de fevereiro foi realizada no Vaticano uma conferência sobre a temática do tráfico órgãos para repudiar esse tipo de delito.

O Encontro foi organizado pela Pontifícia Academia das Ciências e dela participou um alto funcionário de Pequim, Huang Jiefu, no passado, Ministro da Saúde.

A presença de Huang Jiefu chamou a atenção da imprensa internacional, mas o fato foi minimizado pelo Ministro do Exterior de Pequim, Lu Kang que afirmou na época: "Até onde se sabe, (esta presença) não tem a ver com as relações entre China e Vaticano".

Durante a Conferência no Vaticano Huang Jiefu havia salientado que a única fonte para o transplante de órgãos na China era a doação voluntária e recordou também que o transplante de órgãos de prisioneiros condenados à morte acabou já não existe mais na China desde 2015.

Relações diplomáticas

As relações diplomáticas entre Vaticano e China estão interrompidas desde 1951, mas a Santa Sé quer retomar este diálogo.

O Ministério do Exterior da China, contudo, procura manter a política de uma posição de cautela nas relações sino-vaticanas e repetidamente declara que a posição da China é "coerente e clara", sem deixar de, ao mesmo tempo, destacar os "sólidos canais de Comunicação " existentes com o Vaticano.

Sobre essas relações diplomáticas, diga-se de passagem, o Papa Francisco, em entrevista ao jornal espanhol "El País", manifestou seu o desejo de visitar a China, caso fosse convidado pelas autoridades chinesas. (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)

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“O Papa ama a China”, diz em Pequim, Chanceler de Academia Pontifícia

Pequim - China (Sexta-feira, 04-08-2017, Gaudium Press) O Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e das Ciências Sociais, Arcebispo Marcelo Sanchez Sorondo, participa em Pequim de uma Conferência sobre doação e transplante de órgãos humanos.

O Papa ama a China, diz em Pequim, Chanceler de Academia Pontifícia.jpg

O Chanceler Acadêmico teve ocasião para declarar que "O Papa Francisco ama a China, o povo da China e a sua história. Esperamos que a China tenha um grande futuro".

Além disso, o Arcebispo declarou ao jornal Global Times que "A China poderia representar um modelo do qual temos necessidade hoje, para responder à globalização, um modelo para a liberdade e a dignidade do ser humano, um modelo para erradicar um novo tipo de escravidão, o tráfico de órgãos".

Conferência no Vaticano

No último mês de fevereiro foi realizada no Vaticano uma conferência sobre a temática do tráfico órgãos para repudiar esse tipo de delito.

O Encontro foi organizado pela Pontifícia Academia das Ciências e dela participou um alto funcionário de Pequim, Huang Jiefu, no passado, Ministro da Saúde.

A presença de Huang Jiefu chamou a atenção da imprensa internacional, mas o fato foi minimizado pelo Ministro do Exterior de Pequim, Lu Kang que afirmou na época: "Até onde se sabe, (esta presença) não tem a ver com as relações entre China e Vaticano".

Durante a Conferência no Vaticano Huang Jiefu havia salientado que a única fonte para o transplante de órgãos na China era a doação voluntária e recordou também que o transplante de órgãos de prisioneiros condenados à morte acabou já não existe mais na China desde 2015.

Relações diplomáticas

As relações diplomáticas entre Vaticano e China estão interrompidas desde 1951, mas a Santa Sé quer retomar este diálogo.

O Ministério do Exterior da China, contudo, procura manter a política de uma posição de cautela nas relações sino-vaticanas e repetidamente declara que a posição da China é "coerente e clara", sem deixar de, ao mesmo tempo, destacar os "sólidos canais de Comunicação " existentes com o Vaticano.

Sobre essas relações diplomáticas, diga-se de passagem, o Papa Francisco, em entrevista ao jornal espanhol "El País", manifestou seu o desejo de visitar a China, caso fosse convidado pelas autoridades chinesas. (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações RV)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89028--ldquo-O-Papa-ama-a-China-rdquo---diz-em-Pequim--Chanceler-de-Academia-Pontificia. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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