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Arquitetura sacra nos EUA: Maior beleza nem sempre significa maior custo
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1 de Setembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Washington - Estados Unidos (Sexta-feira, 01-09-2017, Gaudium Press) O estudo de conservação de edificações e artes arquitetônicas John Canning & Company dos Estados Unidos tem sido testemunha do progressivo aumento de interesse dos católicos na promoção da beleza na arquitetura sacra nos últimos anos. Segundo expôs a 'National Catholic Register' David Riccio, que encabeça a divisão de Artes Litúrgicas da empresa, o número de trabalhos 20 anos atrás era de um ou dois por ano. Hoje em dia, a divisão deve executar mais de 20 projetos por ano. Desde a limpeza e pintura de templos, até a recuperação de pinturas e elementos ornamentais cobertos por reformas ou o desenho de novas obras de arte sacra, cada um dos trabalhos obedece a uma mesma necessidade: uma maior beleza nos templos.

Arquitetura sacra nos EUA Maior beleza nem sempre significa maior custo.jpg

Os projetos de construção de novos templos também demonstram uma tendência à recuperação dos estilos arquitetônicos tradicionais da Igreja e a busca de comunicar através da beleza a mensagem da Fé Católica. O propósito dos projetos não é a "opulência pela opulência", mas apontar ao divino a partir dos elementos materiais. No entanto, dada a tendência anterior de reduzir ao mínimo os elementos nos templos especialmente durante as décadas de 1960 e 1970, o trabalho de Riccio "usualmente trata mais de acrescentar que de subtrair".

Um aspecto interessante destacado pelo especialista é que uma maior beleza não necessariamente significa um maior custo. "Os projetos de templos medíocres ou ruins podem custar tanto quanto os bons, e a durabilidade pode facilmente levar você a acabar pagando mais ao longo dos anos por um projeto ruim ou medíocre do que por um bom". Além disso, os projetos de grande beleza são muito mais atrativos na hora de motivar as doações dos fiéis, o que resolve de maneira natural os obstáculos financeiros que poderiam temer-se.

"Se um projeto não é tão impactante, não há motivação para contribuir, já que se trata de um movimento lateral em lugar de um mover-se a algo mais elevado, e esse foco para o alto é o que as pessoas realmente desejam", indicou Riccio a partir de suas décadas de experiência. "Quando a glória de Deus se reflete em uma proposta, a gente tem uma razão para colocar-se em ação". Citando Dante Alighieri, afirmou que "a beleza desperta a alma para atuar". (EPC)

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Arquitetura sacra nos EUA: Maior beleza nem sempre significa maior custo

Washington - Estados Unidos (Sexta-feira, 01-09-2017, Gaudium Press) O estudo de conservação de edificações e artes arquitetônicas John Canning & Company dos Estados Unidos tem sido testemunha do progressivo aumento de interesse dos católicos na promoção da beleza na arquitetura sacra nos últimos anos. Segundo expôs a 'National Catholic Register' David Riccio, que encabeça a divisão de Artes Litúrgicas da empresa, o número de trabalhos 20 anos atrás era de um ou dois por ano. Hoje em dia, a divisão deve executar mais de 20 projetos por ano. Desde a limpeza e pintura de templos, até a recuperação de pinturas e elementos ornamentais cobertos por reformas ou o desenho de novas obras de arte sacra, cada um dos trabalhos obedece a uma mesma necessidade: uma maior beleza nos templos.

Arquitetura sacra nos EUA Maior beleza nem sempre significa maior custo.jpg

Os projetos de construção de novos templos também demonstram uma tendência à recuperação dos estilos arquitetônicos tradicionais da Igreja e a busca de comunicar através da beleza a mensagem da Fé Católica. O propósito dos projetos não é a "opulência pela opulência", mas apontar ao divino a partir dos elementos materiais. No entanto, dada a tendência anterior de reduzir ao mínimo os elementos nos templos especialmente durante as décadas de 1960 e 1970, o trabalho de Riccio "usualmente trata mais de acrescentar que de subtrair".

Um aspecto interessante destacado pelo especialista é que uma maior beleza não necessariamente significa um maior custo. "Os projetos de templos medíocres ou ruins podem custar tanto quanto os bons, e a durabilidade pode facilmente levar você a acabar pagando mais ao longo dos anos por um projeto ruim ou medíocre do que por um bom". Além disso, os projetos de grande beleza são muito mais atrativos na hora de motivar as doações dos fiéis, o que resolve de maneira natural os obstáculos financeiros que poderiam temer-se.

"Se um projeto não é tão impactante, não há motivação para contribuir, já que se trata de um movimento lateral em lugar de um mover-se a algo mais elevado, e esse foco para o alto é o que as pessoas realmente desejam", indicou Riccio a partir de suas décadas de experiência. "Quando a glória de Deus se reflete em uma proposta, a gente tem uma razão para colocar-se em ação". Citando Dante Alighieri, afirmou que "a beleza desperta a alma para atuar". (EPC)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89629-Arquitetura-sacra-nos-EUA--Maior-beleza-nem-sempre-significa-maior-custo. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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