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Cardeal Parolin destaca contribuição de Santo Agostinho em “nossos tempos difíceis”
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4 de Setembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 04-09-2017, Gaudium Press) O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, em entrevista concedida ao último número do semanário da diocese italiana de Pavia "Il Ticino", afirmou que a contribuição que Santo Agostinho em meio aos "nossos tempos difíceis, do ponto de vista geopolítico", é "a lição do diálogo", caminho o qual "também o Papa Francisco não cessa de indicar-nos para fazer a paz".

"Agostinho, africano da Numídia, era filho de uma mãe (Mônica) de raça berbera - um povo ainda existente na atual Argélia, razão pela qual os argelinos o reconhecem como compatriota - e de um pai (Patrício) talvez colono romano. Portanto, nele já se realizava por nascimento um encontro entre dois mundos", explicou o purpurado.

Após os estudos e o ensino em Cartago, prosseguiu Parolin, o religioso desembarcou primeiro a Roma e depois dirigiu-se à Milão, capital do então do império romano do Ocidente.

Nesta última cidade italiana, através do sacerdote Simplício e do bispo Ambrósio, Santo Agostinho abraçou a fé cristã da Igreja católica, transmitida também por sua mãe, conforme o Dom Pietro Parolin, que recentemente presidiu na Basílica de São Pedro in Ciel d'Oro de Pavia, no norte do país, a celebração eucarística por ocasião da memória litúrgica do Santo Doutor da Igreja.

"A sua experiência africana e romana, em particular, do cristianismo milanês, fez dele uma síntese única e intelectual", que o predispôs "à capacidade de dialogar com todos", desde representantes das instituições romanas até grupos divergentes dentro da comunidade eclesial, observou o Secretário de Estado do Vaticano.

"Considero que propriamente a lição do diálogo constitua a contribuição que o grande bispo de Hipona dá a nossos tempos difíceis do ponto de vista geopolítico. Construir sempre pontes de diálogo com os outros é o caminho que também o Papa Francisco não cessa de indicar-nos para fazer a paz", concluiu o cardeal. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Rádio Vaticano

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Cardeal Parolin destaca contribuição de Santo Agostinho em “nossos tempos difíceis”

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 04-09-2017, Gaudium Press) O Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, em entrevista concedida ao último número do semanário da diocese italiana de Pavia "Il Ticino", afirmou que a contribuição que Santo Agostinho em meio aos "nossos tempos difíceis, do ponto de vista geopolítico", é "a lição do diálogo", caminho o qual "também o Papa Francisco não cessa de indicar-nos para fazer a paz".

"Agostinho, africano da Numídia, era filho de uma mãe (Mônica) de raça berbera - um povo ainda existente na atual Argélia, razão pela qual os argelinos o reconhecem como compatriota - e de um pai (Patrício) talvez colono romano. Portanto, nele já se realizava por nascimento um encontro entre dois mundos", explicou o purpurado.

Após os estudos e o ensino em Cartago, prosseguiu Parolin, o religioso desembarcou primeiro a Roma e depois dirigiu-se à Milão, capital do então do império romano do Ocidente.

Nesta última cidade italiana, através do sacerdote Simplício e do bispo Ambrósio, Santo Agostinho abraçou a fé cristã da Igreja católica, transmitida também por sua mãe, conforme o Dom Pietro Parolin, que recentemente presidiu na Basílica de São Pedro in Ciel d'Oro de Pavia, no norte do país, a celebração eucarística por ocasião da memória litúrgica do Santo Doutor da Igreja.

"A sua experiência africana e romana, em particular, do cristianismo milanês, fez dele uma síntese única e intelectual", que o predispôs "à capacidade de dialogar com todos", desde representantes das instituições romanas até grupos divergentes dentro da comunidade eclesial, observou o Secretário de Estado do Vaticano.

"Considero que propriamente a lição do diálogo constitua a contribuição que o grande bispo de Hipona dá a nossos tempos difíceis do ponto de vista geopolítico. Construir sempre pontes de diálogo com os outros é o caminho que também o Papa Francisco não cessa de indicar-nos para fazer a paz", concluiu o cardeal. (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Rádio Vaticano


 

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