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Arcebispo de Sidney, Austrália, assinala três desafios para os católicos do país
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5 de Setembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Sidney - Austrália (Terça-feira, 05-09-2017, Gaudium Press) O Arcebispo de Sydney, Austrália, Dom Anthony Fisher, emitiu uma vídeo mensagem dirigida aos católicos australianos sobre o que ele considera "três desafios chave" que enfrenta a Igreja no país. "Este é um tempo de prova para a nossa Igreja", advertiu o Arcebispo. "Sejam os debates sobre o financiamento escolar ou a liberdade religiosa ou os sacramentos da Confissão e o Matrimônio, existe mais que um pouco de sensação anticristã no ar".

Arcebispo de Sidney, Austrália, assinala três desafios para os católicos do país.jpg

O prelado reconheceu que os recentes escândalos sobre abusos por parte de membros da Igreja são parcialmente responsáveis pelo clima de opinião. Certamente, devemos ser humildes e penitentes com respeito às falhas passadas e compassivos com aqueles que sentem raiva no presente", indicou o prelado."Mas também temos que ter uma visão clara sobre as batalhas para a alma de nossa cultura nas áreas de Fé, vida e amor". Por esta razão, declarou o que considera serem as três questões chave sobre as quais a Igreja deve testemunhar.

Os Desafios

A primeira delas é a recente ameaça ao Segredo de Confissão introduzido por uma proposta para penalizar aos sacerdotes que não denunciam os crimes de abuso a menores conhecidos através do Sacramento. "Eu apoio plenamente os esforços da Comissão Real e outros que fazem coisas que realmente protegerão as crianças. Mas isso não requer recorrer ao Sacramento da Reconciliação". O Arcebispo explicou que aqueles que cometem esses crimes quase nunca aceitam o mal dos seus atos e que, se o Sacramento for atacado "será ainda mais improvável que eles sejam pressionados a encarar isso, se render e tomar as medidas apropriadas para deixar de ofender (...) Acredito que o encontro espiritual entre um penitente e Deus deve permanecer inviolável e que os sacerdotes católicos e os penitentes não deveriam ser ameaçados com uma acusação criminal por praticar sua religião".

O segundo ponto destacado pelo Arcebispo é a proposta de legalização da eutanásia em Nova Gales do Sul. Dom Fisher recordou que a dor e o sofrimento fazem parte natural tanto da vida como da morte e que, antes de propor a eutanásia, o estado deveria garantir o acesso de todos os cidadãos aos cuidados paliativos. "Já temos altas taxas de suicídio e abuso de idosos em nossa comunidade", denunciou. "A última coisa que nossa sociedade necessita é que outro grupo de pessoas lhes diga, através de nossas leis e práticas médicas, de que suas vidas não têm valor, que estariam melhores mortos ou possivelmente ou mais desconcertante, que todos estaríamos melhores se eles estivessem mortos.

Finalmente, o prelado alertou sobre as consequências de uma possível redefinição do casamento no país através de uma consulta popular. "Necessitamos de uma cultura conjugal saudável para formar as pessoas como bons maridos e esposas, pais e mães amorosos", indicou o Arcebispo, que recordou que aqueles que se opõem à redefinição não são discriminadores. Além disso, o anúncio de exceções para ministros religiosos não protege a grande maioria dos crentes. "Se a lei fosse alterada, as paróquias, escolas, hospitais ou agências de assistência social continuariam sendo livres para contratar leigos que professam nossos valores", questionou. "Serão livres de ensinar o que a Igreja ensina sobre o matrimônio e a família? E sobre os empresários ou no local de trabalho: serão levados diante dos tribunais ou pressionados de outras maneiras a aceitar a ideologia de gênero de nossa época?".

"Estes são tempos difíceis para a Igreja", concluiu Dom Fisher. "Estes são tempos que exigem que mostremos coragem e compaixão na mesma medida. Mas se realmente nos importam os outros, devemos defender a Fé, a vida e o amor neste momento crucial. Então que orem, discirnam e ajam. Que Deus os abençoe sempre". (EPC)

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Arcebispo de Sidney, Austrália, assinala três desafios para os católicos do país

Sidney - Austrália (Terça-feira, 05-09-2017, Gaudium Press) O Arcebispo de Sydney, Austrália, Dom Anthony Fisher, emitiu uma vídeo mensagem dirigida aos católicos australianos sobre o que ele considera "três desafios chave" que enfrenta a Igreja no país. "Este é um tempo de prova para a nossa Igreja", advertiu o Arcebispo. "Sejam os debates sobre o financiamento escolar ou a liberdade religiosa ou os sacramentos da Confissão e o Matrimônio, existe mais que um pouco de sensação anticristã no ar".

Arcebispo de Sidney, Austrália, assinala três desafios para os católicos do país.jpg

O prelado reconheceu que os recentes escândalos sobre abusos por parte de membros da Igreja são parcialmente responsáveis pelo clima de opinião. Certamente, devemos ser humildes e penitentes com respeito às falhas passadas e compassivos com aqueles que sentem raiva no presente", indicou o prelado."Mas também temos que ter uma visão clara sobre as batalhas para a alma de nossa cultura nas áreas de Fé, vida e amor". Por esta razão, declarou o que considera serem as três questões chave sobre as quais a Igreja deve testemunhar.

Os Desafios

A primeira delas é a recente ameaça ao Segredo de Confissão introduzido por uma proposta para penalizar aos sacerdotes que não denunciam os crimes de abuso a menores conhecidos através do Sacramento. "Eu apoio plenamente os esforços da Comissão Real e outros que fazem coisas que realmente protegerão as crianças. Mas isso não requer recorrer ao Sacramento da Reconciliação". O Arcebispo explicou que aqueles que cometem esses crimes quase nunca aceitam o mal dos seus atos e que, se o Sacramento for atacado "será ainda mais improvável que eles sejam pressionados a encarar isso, se render e tomar as medidas apropriadas para deixar de ofender (...) Acredito que o encontro espiritual entre um penitente e Deus deve permanecer inviolável e que os sacerdotes católicos e os penitentes não deveriam ser ameaçados com uma acusação criminal por praticar sua religião".

O segundo ponto destacado pelo Arcebispo é a proposta de legalização da eutanásia em Nova Gales do Sul. Dom Fisher recordou que a dor e o sofrimento fazem parte natural tanto da vida como da morte e que, antes de propor a eutanásia, o estado deveria garantir o acesso de todos os cidadãos aos cuidados paliativos. "Já temos altas taxas de suicídio e abuso de idosos em nossa comunidade", denunciou. "A última coisa que nossa sociedade necessita é que outro grupo de pessoas lhes diga, através de nossas leis e práticas médicas, de que suas vidas não têm valor, que estariam melhores mortos ou possivelmente ou mais desconcertante, que todos estaríamos melhores se eles estivessem mortos.

Finalmente, o prelado alertou sobre as consequências de uma possível redefinição do casamento no país através de uma consulta popular. "Necessitamos de uma cultura conjugal saudável para formar as pessoas como bons maridos e esposas, pais e mães amorosos", indicou o Arcebispo, que recordou que aqueles que se opõem à redefinição não são discriminadores. Além disso, o anúncio de exceções para ministros religiosos não protege a grande maioria dos crentes. "Se a lei fosse alterada, as paróquias, escolas, hospitais ou agências de assistência social continuariam sendo livres para contratar leigos que professam nossos valores", questionou. "Serão livres de ensinar o que a Igreja ensina sobre o matrimônio e a família? E sobre os empresários ou no local de trabalho: serão levados diante dos tribunais ou pressionados de outras maneiras a aceitar a ideologia de gênero de nossa época?".

"Estes são tempos difíceis para a Igreja", concluiu Dom Fisher. "Estes são tempos que exigem que mostremos coragem e compaixão na mesma medida. Mas se realmente nos importam os outros, devemos defender a Fé, a vida e o amor neste momento crucial. Então que orem, discirnam e ajam. Que Deus os abençoe sempre". (EPC)

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/89719-Arcebispo-de-Sidney--Australia--assinala-tres-desafios-para-os-catolicos-do-pais. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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