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Mais de 50 mil pessoas pedem a suspensão de multa a religiosas que restauraram órgão na Espanha
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23 de Novembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Espanha - Sevilha (Quinta-feira, 23-11-2017, Gaudium Press) Um grupo de mais de 52 mil pessoas manifestou apoio às religiosas do convento de Santa Inês em Sevilha, Espanha, depois de que o Ministério da Cultura, Turismo e Esporte de Andaluzia lhe impôs uma polêmica multa de 170 mil euros por ter restaurado o órgão do templo sem autorização do governo. A comunidade religiosa não conta com recursos suficientes para assumir a onerosa obrigação.

Mais de 50 mil pessoas pedem a suspensão de multa a religiosas que restauraram órgão na Espanha.jpg

O paradoxo da situação é que o Governo de Andaluzia havia se negado a responder em repetidas oportunidades ao pedido das religiosas de realizar a restauração que estaria a cargo do Estado por tratar-se de um Bem de Interesse Cultural. Diante da omissão das autoridades, as religiosas aceitaram a oferta da Fundação 'Alqvimia Musicae' que financiou a obra de restauração do especialista Abraham Martínez.

O Governo de Andaluzia realizou uma visita ao convento e constatou que o órgão havia sido retirado de sua localização para os trabalhos de restauração, pelo qual impôs uma primeira multa de 20 mil euros, a qual se somou 150 mil euros por terem permitido os trabalhos de restauração sem autorização prévia. Depois de que os trabalhos foram concluídos, o Governo aprovou a restauração que já não foi paga pelo Governo, mas manteve a sanção às religiosas.

Fontes citadas pelo jornal ABC criticaram que o fato de que o Governo "não restaure o órgão e nem permita que outros o façam e castigue as monjas com uma multa exorbitante que não podem pagar" e sugeriram que o motivo da pressão econômica seria o interesse do Governo de expropriar o edifício do convento, de grande valor histórico e localizado no centro de Sevilha. As religiosas já haviam cedido com anterioridade uma das salas do convento ao Governo de Andaluzia para fins culturais com a condição de poder vetar qualquer exibição que considerassem inapropriada.

A petição online em favor das religiosas pode ser assinada clicando aqui. (EPC)

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Mais de 50 mil pessoas pedem a suspensão de multa a religiosas que restauraram órgão na Espanha

Espanha - Sevilha (Quinta-feira, 23-11-2017, Gaudium Press) Um grupo de mais de 52 mil pessoas manifestou apoio às religiosas do convento de Santa Inês em Sevilha, Espanha, depois de que o Ministério da Cultura, Turismo e Esporte de Andaluzia lhe impôs uma polêmica multa de 170 mil euros por ter restaurado o órgão do templo sem autorização do governo. A comunidade religiosa não conta com recursos suficientes para assumir a onerosa obrigação.

Mais de 50 mil pessoas pedem a suspensão de multa a religiosas que restauraram órgão na Espanha.jpg

O paradoxo da situação é que o Governo de Andaluzia havia se negado a responder em repetidas oportunidades ao pedido das religiosas de realizar a restauração que estaria a cargo do Estado por tratar-se de um Bem de Interesse Cultural. Diante da omissão das autoridades, as religiosas aceitaram a oferta da Fundação 'Alqvimia Musicae' que financiou a obra de restauração do especialista Abraham Martínez.

O Governo de Andaluzia realizou uma visita ao convento e constatou que o órgão havia sido retirado de sua localização para os trabalhos de restauração, pelo qual impôs uma primeira multa de 20 mil euros, a qual se somou 150 mil euros por terem permitido os trabalhos de restauração sem autorização prévia. Depois de que os trabalhos foram concluídos, o Governo aprovou a restauração que já não foi paga pelo Governo, mas manteve a sanção às religiosas.

Fontes citadas pelo jornal ABC criticaram que o fato de que o Governo "não restaure o órgão e nem permita que outros o façam e castigue as monjas com uma multa exorbitante que não podem pagar" e sugeriram que o motivo da pressão econômica seria o interesse do Governo de expropriar o edifício do convento, de grande valor histórico e localizado no centro de Sevilha. As religiosas já haviam cedido com anterioridade uma das salas do convento ao Governo de Andaluzia para fins culturais com a condição de poder vetar qualquer exibição que considerassem inapropriada.

A petição online em favor das religiosas pode ser assinada clicando aqui. (EPC)


 

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