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Arcebispo de Malawi afirma que a maioria dos cidadãos defende a vida desde a concepção e teme a Deus
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4 de Dezembro de 2017 / 0 Comentários
 
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Malawi - ‎Lilongwe (Segunda-feira, 04-12-2017, Gaudium Press) O Presidente da Conferência Episcopal de Malawi, Dom Thomas Luke Msusa, refutou aos grupos promotores do aborto no país e assegurou que Malawi é um país que teme a Deus e cujos habitantes defendem a vida desde a concepção. Além disso, recordou a doutrina da Igreja sobre a sacralidade da vida nascente e o fato de que os Bispos do país emitiram uma Carta Pastoral sobre o tema em 2013. As declarações do prelado foram feitas durante o Congresso Mundial de Famílias para a Conferência Regional Africana em Lilongwe.

Arcebispo de Malawi defende que a maioria dos cidadãos defende a vida desde a concepção e teme a Deus.jpg

"Observamos em particular que há algumas tendências preocupantes em nossa democratização e emancipação que impulsionam uma cosmovisão independente e marginalizante de Deus, e faz com que os seres humanos dependam de seu próprio intelecto, determinando por si mesmos o que está bem e o que está mal", alertou o Arcebispo. "Nos entristece ler (as afirmações) que a religião não deve regular a moral".

Dom Msusa rejeitou as afirmações sobre uma suposta maioria de cidadãos que estariam de acordo com a prática do aborto e desafiou os promotores do aborto a confirmar suas afirmações através de um referendo para não generalizar inapropriadamente. O prelado negou categoricamente que uma representação da Igreja tivesse participado na redação de um projeto de lei de legalização da prática.

"Nós acreditamos que a vida começa na concepção; na sacralidade e santidade da vida humana; que tanto a mãe como o filho por nascer tem direito à vida e que todos os casos de abortos diretos são uma violação dos direitos dos não nascidos porque são uma matança deliberada de vidas inocentes", reafirmou o Arcebispo. O prelado recordou que a missão da Igreja na defesa da vida é imutável, pelo qual não pode tomar parte na promoção do aborto, qualificado como uma "colonização cultural". (EPC)

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Arcebispo de Malawi afirma que a maioria dos cidadãos defende a vida desde a concepção e teme a Deus

Malawi - ‎Lilongwe (Segunda-feira, 04-12-2017, Gaudium Press) O Presidente da Conferência Episcopal de Malawi, Dom Thomas Luke Msusa, refutou aos grupos promotores do aborto no país e assegurou que Malawi é um país que teme a Deus e cujos habitantes defendem a vida desde a concepção. Além disso, recordou a doutrina da Igreja sobre a sacralidade da vida nascente e o fato de que os Bispos do país emitiram uma Carta Pastoral sobre o tema em 2013. As declarações do prelado foram feitas durante o Congresso Mundial de Famílias para a Conferência Regional Africana em Lilongwe.

Arcebispo de Malawi defende que a maioria dos cidadãos defende a vida desde a concepção e teme a Deus.jpg

"Observamos em particular que há algumas tendências preocupantes em nossa democratização e emancipação que impulsionam uma cosmovisão independente e marginalizante de Deus, e faz com que os seres humanos dependam de seu próprio intelecto, determinando por si mesmos o que está bem e o que está mal", alertou o Arcebispo. "Nos entristece ler (as afirmações) que a religião não deve regular a moral".

Dom Msusa rejeitou as afirmações sobre uma suposta maioria de cidadãos que estariam de acordo com a prática do aborto e desafiou os promotores do aborto a confirmar suas afirmações através de um referendo para não generalizar inapropriadamente. O prelado negou categoricamente que uma representação da Igreja tivesse participado na redação de um projeto de lei de legalização da prática.

"Nós acreditamos que a vida começa na concepção; na sacralidade e santidade da vida humana; que tanto a mãe como o filho por nascer tem direito à vida e que todos os casos de abortos diretos são uma violação dos direitos dos não nascidos porque são uma matança deliberada de vidas inocentes", reafirmou o Arcebispo. O prelado recordou que a missão da Igreja na defesa da vida é imutável, pelo qual não pode tomar parte na promoção do aborto, qualificado como uma "colonização cultural". (EPC)


 

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