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Em artigo, Cardeal Tempesta destaca os pobres e excluídos como o centro da Igreja
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3 de Janeiro de 2018 / 0 Comentários
 
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Rio de Janeiro (Quarta-feira, 03-01-2018, Gaudium Press) Em seu primeiro artigo de 2018, o Cardeal Arcebispo Orani João Tempesta lembra que estamos iniciando o novo ano celebrando a solenidade da Santa Mãe de Deus e o Dia Mundial da Paz.

Em artigo, Cardeal Tempesta destaca os pobres e excluídos como o centro da Igreja.jpg

Logo no início do texto, Dom Orani recorda que, "com espírito de misericórdia, o Santo Padre convida em sua mensagem a abraçar todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se veem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental".

"E isso marca e determina radicalmente a Igreja em sua totalidade: quando os pobres e excluídos se tornam o centro da Igreja: eles dão direção e sentido a tudo o que legitimamente e necessariamente constitui a realidade concreta da Igreja: sua pregação e ação, suas estruturas administrativas, culturais, dogmáticas, teológicas", ressalta.

Lembrando os exemplos do pobrezinho de Assis, prosseguiu o purpurado, "o Papa Francisco nos ensina: ‘assumamos, pois, o exemplo de São Francisco, testemunha da pobreza genuína. Ele, precisamente por ter os olhos fixos em Cristo, soube reconhecê-Lo e servi-Lo nos pobres. Por conseguinte, se desejamos dar o nosso contributo eficaz para a mudança da história, gerando verdadeiro desenvolvimento, é necessário escutar o grito dos pobres e comprometermo-nos a erguê-los do seu estado de marginalização'".

Ainda segundo Dom Orani, "no mundo contemporâneo, há muita dificuldade em identificar claramente a pobreza. Porém, o Papa Francisco alerta que a ‘pobreza nos interpela todos os dias com os seus inúmeros rostos marcados pelo sofrimento, pela marginalização, pela opressão, pela violência, pelas torturas e a prisão, pela guerra, pela privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e pelo analfabetismo, pela emergência sanitária e pela falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e pela escravidão, pelo exílio e a miséria, pela migração forçada. A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!'".

"Preocupado com a situação dos mais desprovidos, independentemente do tempo e das circunstâncias, o Papa Francisco nos recorda que os ‘os pobres não são um problema' e nos exorta: ‘não amemos com palavras, mas com obras'".

Neste sentido, conforme o arcebispo, "impressiona-nos a mensagem de Cristo, nos Evangelhos, fundada totalmente no amor aos irmãos, na caridade e na partilha. Além das vezes que o Divino Mestre fala do amor que devemos ter para com Deus que é Pai quando Ele sempre nos apresenta como o doador de tudo, que nos ama a ponto de dar o Filho a morte par para a salvação dos homens Ele reafirma o primeiro mandamento do amor a Deus, logo, a seguir completa-o o amor ao próximo. Ilustra-o na Parábola do Bom Samaritano (Lc 10, 25-37)".

No final do artigo, o Cardeal Tempesta declara: "com esses sentimentos de partilha e sonhando e trabalhando por um mundo mais justo e humano desejamos a todos que possamos construir um mundo melhor neste novo ano de 2018". (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese do Rio de Janeiro

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Em artigo, Cardeal Tempesta destaca os pobres e excluídos como o centro da Igreja

Rio de Janeiro (Quarta-feira, 03-01-2018, Gaudium Press) Em seu primeiro artigo de 2018, o Cardeal Arcebispo Orani João Tempesta lembra que estamos iniciando o novo ano celebrando a solenidade da Santa Mãe de Deus e o Dia Mundial da Paz.

Em artigo, Cardeal Tempesta destaca os pobres e excluídos como o centro da Igreja.jpg

Logo no início do texto, Dom Orani recorda que, "com espírito de misericórdia, o Santo Padre convida em sua mensagem a abraçar todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se veem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental".

"E isso marca e determina radicalmente a Igreja em sua totalidade: quando os pobres e excluídos se tornam o centro da Igreja: eles dão direção e sentido a tudo o que legitimamente e necessariamente constitui a realidade concreta da Igreja: sua pregação e ação, suas estruturas administrativas, culturais, dogmáticas, teológicas", ressalta.

Lembrando os exemplos do pobrezinho de Assis, prosseguiu o purpurado, "o Papa Francisco nos ensina: ‘assumamos, pois, o exemplo de São Francisco, testemunha da pobreza genuína. Ele, precisamente por ter os olhos fixos em Cristo, soube reconhecê-Lo e servi-Lo nos pobres. Por conseguinte, se desejamos dar o nosso contributo eficaz para a mudança da história, gerando verdadeiro desenvolvimento, é necessário escutar o grito dos pobres e comprometermo-nos a erguê-los do seu estado de marginalização'".

Ainda segundo Dom Orani, "no mundo contemporâneo, há muita dificuldade em identificar claramente a pobreza. Porém, o Papa Francisco alerta que a ‘pobreza nos interpela todos os dias com os seus inúmeros rostos marcados pelo sofrimento, pela marginalização, pela opressão, pela violência, pelas torturas e a prisão, pela guerra, pela privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e pelo analfabetismo, pela emergência sanitária e pela falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e pela escravidão, pelo exílio e a miséria, pela migração forçada. A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!'".

"Preocupado com a situação dos mais desprovidos, independentemente do tempo e das circunstâncias, o Papa Francisco nos recorda que os ‘os pobres não são um problema' e nos exorta: ‘não amemos com palavras, mas com obras'".

Neste sentido, conforme o arcebispo, "impressiona-nos a mensagem de Cristo, nos Evangelhos, fundada totalmente no amor aos irmãos, na caridade e na partilha. Além das vezes que o Divino Mestre fala do amor que devemos ter para com Deus que é Pai quando Ele sempre nos apresenta como o doador de tudo, que nos ama a ponto de dar o Filho a morte par para a salvação dos homens Ele reafirma o primeiro mandamento do amor a Deus, logo, a seguir completa-o o amor ao próximo. Ilustra-o na Parábola do Bom Samaritano (Lc 10, 25-37)".

No final do artigo, o Cardeal Tempesta declara: "com esses sentimentos de partilha e sonhando e trabalhando por um mundo mais justo e humano desejamos a todos que possamos construir um mundo melhor neste novo ano de 2018". (LMI)

Da redação Gaudium Press, com informações Arquidiocese do Rio de Janeiro

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/92190-Em-artigo--Cardeal-Tempesta-destaca-os-pobres-e-excluidos-como-o-centro-da-Igreja. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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