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Papa, no Angelus: Viver a Quaresma sem idolatrias, sem fazer da alma um comércio
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5 de Março de 2018 / 0 Comentários
 
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Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 05-03-2018, Gaudium Press) Antes da oração mariana do Angelus do domingo, 04-03, em suas palavras para os peregrinos e fiéis, o Papa Francisco fez uma advertência: "Não fazer da nossa alma e da casa de Deus um comércio".

05-Papa, no Angelus-Viver a Quaresma sem idolatrias, sem fazer da alma um comércio.jpg

O Papa comentou o trecho do Evangelho proposto para o III domingo da Quaresma, quando João conta que Jesus expulsa os mercadores do templo de Jerusalém.

Para realizar este gesto, com toda a firmeza que ele merece, Jesus derrubou as mesas dos cambistas e ainda se utilizou de um chicote para expulsá-los do Templo.

E Jesus ainda diz aos comerciantes e cambistas: "Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!"

Abusos e excessos

Francisco comentou que está foi uma ação típica de um profeta. Pois, frequentemente, denunciavam, em nome de Deus, abusos e excessos.

Por isso os judeus perguntaram: "Que sinal nos mostras para agir assim? ". Para eles a questão que se colocava era a da autoridade de Jesus. A questão que se colocou foi a da autoridade

A interpretação do fato feita pelos discípulos foi baseada em um texto bíblico extraído do Salmo 69 para interpretar esta atitude: ‘O zelo por tua casa me consumirá'.

O Pontífice assim interpretou a atitude de Jesus: "O zelo pelo Pai e por sua casa levará Jesus até a cruz: o seu é o zelo do amor que leva ao sacrifício de si, não aquele falso que pensa de servir Deus mediante a violência".

A verdade, comenta Francisco é que o "sinal" que Jesus dará como prova da sua autoridade será justamente a sua morte e ressurreição: "Destruí este templo e em três dias eu o levantarei".
Com a Páscoa de Jesus, acrescentou o Papa, "tem início um novo culto, o culto do amor, e um novo templo que é Ele próprio".

Buscar a gloria de Deus

A atitude de Jesus nos exorta a viver a nossa vida não em busca de vantagens e interesses, mas vive-la pela glória de Deus, comenta Francisco que ainda afirma:

"Somos chamados a ter sempre presentes aquelas palavras fortes de Jesus ‘Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio! '. É muito feio quando a Igreja escorrega nesta atitude de fazer da casa de Deus um mercado. Essas palavras nos ajudam a refutar o perigo de fazer da nossa alma, que é morada de Deus, um lugar de comércio, vivendo na busca contínua da nossa recompensa. "

E o Papa tira uma lição para todos lembrando que este ensinamento de Jesus é sempre atual, não somente para as comunidades eclesiais, mas também para os indivíduos, para as comunidades civis e para toda a sociedade.

Um grave perigo: instrumentalizar Deus

É comum a tentação de aproveitar de atividades benéficas, às vezes obrigatórias, para cultivar interesses privados, quando não até mesmo ilícitos.
Isso "É um grave perigo, especialmente quando instrumentaliza o próprio Deus e o culto a Ele devido ou o serviço ao homem", afirmou Francisco, para concluir, logo em seguida, com uma breve oração:

"Que a Virgem Maria nos ampare no esforço de fazer da Quaresma uma boa ocasião para reconhecer Deus como único Senhor da nossa vida, tirando de nosso coração e de nossas obras toda forma de idolatria." (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações Vatican News)

 

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Papa, no Angelus: Viver a Quaresma sem idolatrias, sem fazer da alma um comércio

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 05-03-2018, Gaudium Press) Antes da oração mariana do Angelus do domingo, 04-03, em suas palavras para os peregrinos e fiéis, o Papa Francisco fez uma advertência: "Não fazer da nossa alma e da casa de Deus um comércio".

05-Papa, no Angelus-Viver a Quaresma sem idolatrias, sem fazer da alma um comércio.jpg

O Papa comentou o trecho do Evangelho proposto para o III domingo da Quaresma, quando João conta que Jesus expulsa os mercadores do templo de Jerusalém.

Para realizar este gesto, com toda a firmeza que ele merece, Jesus derrubou as mesas dos cambistas e ainda se utilizou de um chicote para expulsá-los do Templo.

E Jesus ainda diz aos comerciantes e cambistas: "Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!"

Abusos e excessos

Francisco comentou que está foi uma ação típica de um profeta. Pois, frequentemente, denunciavam, em nome de Deus, abusos e excessos.

Por isso os judeus perguntaram: "Que sinal nos mostras para agir assim? ". Para eles a questão que se colocava era a da autoridade de Jesus. A questão que se colocou foi a da autoridade

A interpretação do fato feita pelos discípulos foi baseada em um texto bíblico extraído do Salmo 69 para interpretar esta atitude: ‘O zelo por tua casa me consumirá'.

O Pontífice assim interpretou a atitude de Jesus: "O zelo pelo Pai e por sua casa levará Jesus até a cruz: o seu é o zelo do amor que leva ao sacrifício de si, não aquele falso que pensa de servir Deus mediante a violência".

A verdade, comenta Francisco é que o "sinal" que Jesus dará como prova da sua autoridade será justamente a sua morte e ressurreição: "Destruí este templo e em três dias eu o levantarei".
Com a Páscoa de Jesus, acrescentou o Papa, "tem início um novo culto, o culto do amor, e um novo templo que é Ele próprio".

Buscar a gloria de Deus

A atitude de Jesus nos exorta a viver a nossa vida não em busca de vantagens e interesses, mas vive-la pela glória de Deus, comenta Francisco que ainda afirma:

"Somos chamados a ter sempre presentes aquelas palavras fortes de Jesus ‘Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio! '. É muito feio quando a Igreja escorrega nesta atitude de fazer da casa de Deus um mercado. Essas palavras nos ajudam a refutar o perigo de fazer da nossa alma, que é morada de Deus, um lugar de comércio, vivendo na busca contínua da nossa recompensa. "

E o Papa tira uma lição para todos lembrando que este ensinamento de Jesus é sempre atual, não somente para as comunidades eclesiais, mas também para os indivíduos, para as comunidades civis e para toda a sociedade.

Um grave perigo: instrumentalizar Deus

É comum a tentação de aproveitar de atividades benéficas, às vezes obrigatórias, para cultivar interesses privados, quando não até mesmo ilícitos.
Isso "É um grave perigo, especialmente quando instrumentaliza o próprio Deus e o culto a Ele devido ou o serviço ao homem", afirmou Francisco, para concluir, logo em seguida, com uma breve oração:

"Que a Virgem Maria nos ampare no esforço de fazer da Quaresma uma boa ocasião para reconhecer Deus como único Senhor da nossa vida, tirando de nosso coração e de nossas obras toda forma de idolatria." (JSG)

(Da Redação Gaudium Press, com informações Vatican News)

 

Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/93531-Papa--no-Angelus--Viver-a-Quaresma-sem-idolatrias--sem-fazer-da-alma-um-comercio. Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.



 

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